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Cliente Lucilene Isler

“Atendimento de qualidade, diversidade de opções de escolas, atenção personalizada e garantia de trabalho eficiente”. Esses foram alguns dos fatores que fizeram a publicitária Lucilene Isler, de 22 anos, escolher a LondonHelp4U para o planejamento de sua viagem para Londres e a aplicação de seu visto de estudante. Confira seu depoimento:
“Já havia visitado mais de seis agências da cidade de São Paulo, inclusive algumas especializadas em viagens para a Inglaterra, mas não estava satisfeita com nenhum dos pacotes que recebi. Um amigo estava indo para Londres e me recomendou a agência que estava cuidando da viagem dele – a LondonHelp4U. Logo na primeira conversa, notei que era a melhor e fechei o pacote no dia seguinte.
O processo de aplicação do meu visto foi rápido e super precavido. Tive segurança garantida com relação à documentação necessária, além de toda assistência durante a chegada a Londres: translado do aeroporto, acomodação e orientações gerais sobre a cidade.
Mais que isso, sei que ainda posso contar com a agência para o que for preciso, durante todos o período que ficarei em Londres, o que mostra o suporte especial oferecido pela agência, seu interesse real no bem-estar dos clientes e, principalmente, seu know-how em assistência para viagens”.

Por dentro do sistema de taxas do Reino Unido

Taxa, na essência de seu significado, é uma exigência financeira que organizações governamentais ou políticas impões a pessoas privadas e jurídias, em prol da criação e manutenção de determinados serviços fundamentais para uma sociedade.
Cidadãos residentes no Reino Unido estão sujeitos ao pagamento de taxas, cujo arrecadamento é destinado à melhoria do setor público, mais precisamente dos sistemas de educação e saúde, além de ruas, estradas, parques, praças e assim por diante.
O HM Reveneu and Customs é o órgão britânico que, além de regulamentar o setor de taxas no País, responsabiliza-se por determinar os cidadãos que devem destinar uma porcentagem de seus rendimentos para o governo, já que nem todos contam com essa obrigatoriedade.
Basicamente, um cidadão com menos de 65 anos e rendimento anual de até 6.475 libras não precisa pagar taxas, enquanto os que recebem mais do que esse valor devem destinar 20% de seus ganhos ao governo britânico – porcentagem que pode variar, no caso de pessoas com receita superior a 34.800 libras por ano.
Existem, ainda, outras variações para alguns casais, pessoas com algum tipo de deficiência e maiores de 65 anos, para os quais o órgão regulamentador do setor disponibiliza informações atualizadas em sua página na internet (www.hmrc.gov.uk).
Como posso saber meus ganhos anuais?
Por meio do cálculo de dois documentos oficiais, aos quais todo cidadão residente no Reino Unido e portador do National Insurance Number tem direito.
O P60 é o primeiro deles, que deve ser recebido no mês abril, onde constarão todas as informações relacionadas aos trabalhos realizados durante o ano fiscal, que começa em 6 de abril e termina em 5 de abril do ano seguinte.
Já o P45 deve recebido, após a recisão de contrato com um empregador. Nele, estão contidas as mesmas informações disponíveis no P60, até a data de saída da empresa, que é a responsável pela emissão e entrega deste documento para o ex-funcionário.
Portanto, para o cálculo do rendimento total anual é preciso calcular todos os valores dos P60 e P45, no caso de pessoas que rescindiram contratos com alguma empresa.
Quais são as taxas que podem ser recebidas de volta?
São as que, por algum motivo, foram cobradas erroneamente, ou em excesso. E, em casos como esse, o HM Revenue and Customs é responsável pela devolução desta diferença.
É normal que, no primeiro ano de residência no Reino Unido, o montante a ser recebido de volta seja mais alto, já que algumas companhias não sabem exatamente em qual código incluir os recém-chegados que estão partindo para sua primeira experiência profissional no País. Também é usual que estudantes paguem taxas desnecessárias e, por conta disso, tenham direito a solicitar o crédito deste valor.
Existe um mito de que, uma vez solicitado o retorno das taxas, não é permitido continuar trabalhando na empresa em que se está, mas isso não é verdade. O valor recebido foi pago a mais para o governo e, sendo assim, é um direito do cidadão, o que não implica em nenhum problema entre funcionário e empregador.
Para saber se você está incluso no código de taxas correto e se tem alguma quantia para solicitar ao HM Reveneu and Customs, entre em contato com a LondonHelp4U que poderá ajudá-lo com este processo.

Casar ou não casar, eis a questão

Com todas as alterações na legislação imigratória do Reino Unido, provocadas pela implementação do Novo Sistema de Pontuação do País, muita coisa mudou para quem pretende aplicar para os vistos de noivo(a) e esposo(a), já que a permissão para união civil, denominada ‘Certificate of Approval’ e antes taxada em 295 libras, passa a ser gratuita.
Ao contrário do que parece, a nova medida não facilita o processo, já que os critérios do Home Office foram revistos e, atualmente, são exigidas evidências mais concretas do relacionamento, o que objetiva evitar uniões por interesse.
No guia publicado pela Agência de Imigração do Reino Unido, o UK Border Agency, são relacionados os itens que serão avaliados para a concessão, ou não, do direito ao casamento. Entre eles, figuram aspectos como histórico do relacionamento, planos para o fututo, providências já tomadas para a união, evidências do período que o casal já está junto, entre outros, que devem ser compravados por meio de provas legítimas, tais como fotos, cartas e documentos.
Mesmo nos casos em que um dos parceiros está ilegal no Reino Unido, dependendo do período de permanência e da data em que a legislação entrou em vigor, é possível solicitar a permissão para união civil, o que, no entanto, não garante que um visto de esposo(a) será concedido futuramente. O que vale para todos que estão em situação irregular no País é a urgência em procurar orientação especializada para que se defina qual o melhor caminho para a regularização da situação, evitando assim problemas posteriores com o Governo.
Visto de Noivo(a)
Para solicitar o visto de noivo é necessário retornar ao País de origem, ou outro em que se tenha residência. O valor é de 585 libras e o objetivo é mostrar ao governo que as intenções na união são legítimas. Este visto é válido por seis meses e não concede o direito de trabalhar, mas é o primeiro passo para sanar situações de ilegalidade, além de evitar problemas com o Consulado Brtiânico e eliminar a necessidade futura de permissão para união civil.
Visto de Esposo(a)
As especificações do visto de casamento variam de acordo com a origem do parceiro. No caso de cidadãos ingleses, o visto emitido será de dois anos e depois desse período é possível solicitar o visto definitivo, chamado de ‘Indefinitive Leave to Remain’. Já no caso de parceiros europeus, a duração da permissão é de cinco anos.
Em ambos os caso, não é permitido que o parceiro seja dependente de outra pessoa ou faça uso de benefícios governamentais, já que ele se tornará provedor do aplicante ao visto e deverá comprovar condições para oferecer moradia independente, alimentação e transporte.
Para aplicações dentro do Reino Unido, esse visto é gratuito para companheiros de cidadãos europeus, enquanto uma taxa de 465 libras é exigida para parceiros de britânicos, no caso de aplicações por correio, e 665 para quem preferir agendar uma entrevista e entregar a documentação pessoalmente. Já para quem está fora do País, os valores podem variar.

Residência Permanente (Indefinitive Leave to Remain)
Atualmente, a residência permanente no Reino Unido tem um período de 12 meses, depois do qual pode ser solicitada a cidadania britânica. Este processo envolve, ainda, teste de conhecimento da língua inglesa, bem como da história e da cultura do País. Entretanto, a Agência de Imigração do Reino Unido já informou que o processo será reavaliado e, até o final deste ano, pode sofrer alterações, como a extensão do visto definitivo.

Grã-Bretanha barra mais brasileiros que qualquer outra nacionalidade em 2008 e primeiro trimestre de 2009

Recentemente o Ministério do Interior da Grã-Bretanha divulgou dados que revelam que 645 brasileiros foram barrados ao tentarem entrar no país nos primeiros três meses deste ano. Estes números indicam que, em média, sete brasileiros foram impedidos de entrar todos os dias na Grã-Bretanha no primeiro trimestre de 2009.
“As novas normas, apesar de mais duras, ajudarão exatamente neste sentido, pois os brasileiros que cumprirem os requisitos básicos não terão problemas com a Imigração ao entrar no Reino Unido”, explica a diretora-executiva da Agência de Imigração e Intercâmbios LondonHelp4U, Francine Mendonça.
De acordo com um relatório divulgado pelo Ministério do Interior britânico, no total, 1.550 brasileiros foram barrados, deportados ou saíram voluntariamente do país no primeiro trimestre deste ano. Esta cifra também inclui 285 casos de deportações e de pessoas que se retiraram do país voluntariamente por meio de programas de estímulo ao retorno. Os casos de imigrantes ilegais que retornaram com a ajuda da Organização Internacional para a Imigração (OIM) foram 170 e outros 450 casos de retorno voluntário fecham a soma.
Deste total de brasileiros impedidos de entrar no país, deportados ou que se retiraram voluntariamente, a grande maioria (1.085) tinha como destino a própria Grã-Bretanha. Outros 425 seguiam para outros países da União Europeia e 35 seguiam para outros lugares ou tinham destino ignorado pelas autoridades britânicas.
Francine admite que muitos desses casos de imigração ilegal e deportações não teriam outra saída, porém a maioria dos brasileiros que foram barrados ao entrar no Reino Unido poderiam ter obtido sucesso em sua empreitada caso tivessem consultado um agente de imigração.
“As pessoas se iludem e pensam que a entrada como turista ou para aqueles que querem ficar por menos de seis meses está garantida. Se esquecem que é importante trazer todas as provas e documentos solicitados pelo Ministério do Interior da Grã-Bretanha para que não haja problemas”, lembra Francine. Ela trabalha há quase dez anos com imigração e enfatiza a importância de procurar um agente de confiança, que tenha experiência com processos de Imigração e seja licenciado pelo OISC (sigla para Office of The Immigration Services Commissioner).
Primeiro lugar O total de brasileiros barrados, deportados, ou que se retiraram voluntariamente da Grã-Bretanha nos três primeiros meses de 2009 é o maior registrado entre todas as nacionalidades no período.
O país que teve mais cidadãos barrados nas fronteiras e obrigados a se retirar em seguida, no entanto, foi o Afeganistão, com 1.160 casos registrados.
Ainda de acordo com o relatório, no final do mês de março deste ano, dez brasileiros estavam presos na Grã-Bretanha por questões relacionadas apenas à imigração.
Em 2008, 605 brasileiros obtiveram a cidadania britânica, seja por meio de casamentos ou por tempo de residência no país.
Primeiro lugar em 2008 Outros dados preliminares sobre o ano de 2008 divulgados no início deste mês apontam que, pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ocupou o primeiro lugar na lista dos países com o maior número de cidadãos barrados na Grã-Bretanha.
De acordo com o documento, cuja versão final será divulgada em julho ou agosto de 2009, 6.395 brasileiros foram mandados de volta no ano passado.
Deste total, 1.340 foram deportados após um período na ilegalidade e 3.985 foram barrados nas fronteiras britânicas e mandados de volta em seguida. A cifra ainda inclui um número de retornos voluntários e de pedidos de asilo negados.

It’s SUMMER TIME!

Na última segunda-feira (25/05), a Inglaterra comemorou em um ensolarado Bank Holiday o início do verão – que, segundo quem entende do assunto, tem tudo para surpreender e aquecer a vida no País, com temperaturas acima de 30º.
Conhecida por sua grande quantidade de parques e pela agitada vida noturna, Londres conta com uma programação elaborada para quem pretende curtir a estação na cidade. Festivais ao ar livre, eventos culturais diversos, condições especiais em bares e restaurantes, atividades esportivas e até picnics. Diversão para todos os gostos e bolsos.

Para quem já entrou no clima do verão, vale a pena conferir o Undderbelly Festival London, uma mistura de comédia, música ao vivo, teatro e circo, que fica em cartaz em Southbank Centre, de 27 de maio (HOJE) até 19 de julho. Para quem ainda está por fora, essa é uma ótima oportunidade para descobrir o que a nova estação reserva para este ano.
Para mais informações sobre o evento, cujo símbolo é uma simpática vaquinha roxa de cabeça para baixo, acesse: http://www.underbelly.co.uk/.

Fique ligado em nossas dicas sobre os principais acontecimentos da cidade. E, se precisar de uma mãozinha, não esquenta a cabeça: aproveite a promoção de verão da LondonHelp4U e faça uma consulta por apenas £ 30.