Category: Notícias sobre imigração

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Minuto Legal: europeus não precisarão de visto para visitar Reino Unido

O governo britânico continua fazendo revelações sobre o futuro do Reino Unido no pós-Brexit. Confira nas notícias do Minuto Legal, da LondonHelp4U.

Europeus não devem ter necessidade de visto para visitar Reino Unido no pós-Brexit
De acordo com a BBC, o governo britânico não planeja criar um visto especial de turista para europeus para que o Reino Unido deixar a União Europeia. Os europeus teriam a liberdade de visitar o país sem a necessidade de aplicar para um visto prévio. Porém, eles teriam que ser identificados no aeroporto na chegada, assim como visitantes de outros países. Se desejaram se fixar no Reino Unido, trabalhar ou estudar, eles terão que solicitar permissão e ficarão sujeitos as novas regras que serão impostas. A primeira ministra Theresa May disse que a livre circulação de pessoas  como existe agora acabará e haverá regras de imigração “para pessoas vindas União Europeia – como hoje temos regras para pessoas vindas de fora da UE”. O Reino Unido já concede viagens isentas de visto para cidadãos de 56 países – que incluem Estados Unidos e Brasil. O passaporte recebe um carimbo na entrada do pais e as pessoas tem direito a permanecer em solo britânico por até 6 meses.

Britânicos em visita à Europa poderão ter que dar explicações sobre visita
Britânicos que desejarem visitar a Europa poderão ser questionados sobre a saúde e por motivos de viagem depois do Brexit, sugere os planos preliminares europeus. As propostas para um novo “Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem” (ETIAS) visam identificar indivíduos que coloquem em risco a segurança, praticam imigração ilegal ou risco para a saúde pública”. Qualquer pessoa que entrar no Espaço Schengen precisará preencher um formulário on-line, fornecer identidade, documento de viagem, informações de residência, detalhes de contato, educação e ocupação atual. Os viajantes também serão questionados sobre saúde, incluindo doenças infecciosas. O endereço onde o visitante permanecerá será solicitado e todas as visitas a países em guerra ou zonas de conflito precisarão ser explicadas.

Países da Commonwealth querem os mesmos direitos dos europeus
A Austrália e outros países da Commonwealth gostariam que seus cidadãos tenham os mesmos direitos dos europeus após o Brexit. Julie Bishop, ministra australiana das Relações Exteriores, disse ao jornal Times que seus colegas no governo ficariam desapontados se o Reino Unido colocar condições de imigração mais restritivas para os cidadãos australianos do que as que serão impostas aos europeus. Outros membros da Commonwealth, como o Canadá e a Nova Zelândia, compartilharam as mesmas preocupações. Atualmente, australianos, assim como as outras nacionalidades dos países membros da Commonwealth, que queiram trabalhar no Reino Unido, devem ter uma proposta de trabalho de uma empresa britânica e aplicar para o visto Tier 2.

Políticos comentam liberdade de visto para visitantes europeus
O ex-ministro de gabinete Lord Hague advertiu Theresa May que ser flexível com  a imigração pode ser um “tiro no pé”. A colocação dele veio após a notícia de que europeus não necessitarão de vistos para visitar o Reino Unido depois do Brexit. Lord Hague também enfatizou que as negociações de Brexit são a “tarefa mais complexa” de qualquer governo desde a Segunda Guerra Mundial. Ele acredita que as próximas rodadas de negociações ainda enfrentarão muitas dificuldades. O ex-lider do Partido Conservador apoia o fato do Reino Unido deixar o mercado comum europeu e acredita que  isso possa trazer de volta “os poderes soberanos do Reino Unido”.

Fronteira entre as Irlandas entra em discussão
O governo disse que deve haver uma “solução sem precedentes” para a fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda após o Brexit. Um documento detalhando as propostas se concentra na necessidade de evitar uma fronteira mais rigida. O governo salienta que não deve haver infra-estrutura física na fronteira, como postos alfandegários ou de imigração. Atualmente a fronteira entre os países conta com quase 300 pontos de passagem. O documento do governo não prevê câmeras de CCTV, nem tecnologia de reconhecimento de número de placas na fronteira. A Irlanda do Norte é a única parte do Reino Unido que compartilhará uma fronteira terrestre com um estado membro da União Europeia após o Brexit. Os críticos dizem que as propostas carecem de detalhes e acreditam que os planos são para “uma fronteira de fantasia”.

* foto The Mirror

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Confira os países europeus onde é possível obter Residência

Alguns países europeus oferecem acordos através dos quais é possível obter permissões de residência ou cidadania em troca de investimentos financeiros, em empresas ou imóveis locais.

Os programas são uma boa opção para quem não direito a uma cidadania europeia, seja por família ou tempo de residência nos países, mas deseja morar na Europa. A maioria deles permite que o portador tenha acesso a livre circulação entre os países do bloco europeu, bem como o direito a residência e trabalho nos mesmos.

Um estudo da empresa de consultoria Henley e Partners analisou os programas oferecidos por diferentes governos, classificando-os por valor, qualidade, reputação entre outras referências. Aqui estão os países europeus  que realizaram o melhor desempenho, com acesso mais barato e fácil à residência.

12. Bulgária: Um depósito de cerca de € 500.000 em uma carteira de títulos do governo búlgaro por cinco anos é suficiente para se qualificar para o programa de residência da Bulgária.

11. Grécia: Depois de obter o visto “D”, os investidores podem candidatar-se a residência grega após a compra de imóveis com um valor total de € 250.000.

10. Chipre: A ilha do Mediterrâneo oferece baixos impostos e programas de obtenção de cidadania a partir de investimentos de € 300,000.

9. Mónaco: Os residentes do Mónaco não estão sujeitos ao imposto sobre o rendimento, ao imposto sobre os ganhos de capital ou ao imposto sobre o património e podem viajar sem visto para todos os países da área Schengen.

8. Jersey: A ilha de Jersey é atraente por seu baixo regime tributário e clima ameno. O investimento mínimo para residência custa £ 125,000 por ano e só está aberto para aqueles que ganham mais de £ 625,000.

7.Reino Unido: O Reino Unido oferece programas de investimento no país que garantem aos seus portadores e suas famílias o direito a residência permanente no país. O investimento mínimo necessário é de £ 2 milhões.

6. Letónia: Para obter uma autorização de residência temporária da Letónia, é preciso comprar imóveis pelo valor de € 250,000 e pagar uma taxa de governo de 5%.

5. Espanha: O país tem um programa de residência, que pode ser obtida comprando um imóvel no valor mínimo de € 500.000 ou investindo € 2 milhões junto ao governo espanhol.

4. Malta: Malta tem baixas taxas de impostos para residentes permanentes e oferece um programa de residência a partir da compra de uma propriedade de valor mínimo de € 275,000.

3. Portugal: O governo Português oferece o Golden Visa, através do qual é possível obter a residência no país através da criação de um negócio que gere ao menos 10 vagas de emprego, compra de imóveis no valor de €500,000 ou investimentos financeiros de € 1 milhão.

2. Bélgica: Um pedido de residência belga leva apenas dois meses para ser finalizado e um emprego no país pode ser um qualificador para a obtenção da residência, não tendo a necessidade de investimentos no país.

1. Áustria: Áustria oferece 10 tipos diferentes de permissão de residência que não exigem um investimento e que podem ser utilizados para viagens sem visto em toda a área do Schengen.

A LondonHelp4U oferece serviços para a obtenção da cidadania de Chipre, o Golden Visa português e também o Visto de Investidor para o Reino Unido. Entre em contato conosco, temos 16 anos de experiência em processos de vistos e cidadanias para a Europa. Nossos profissionais terão prazer em ajudá-lo. Ligue – Brasil + 55 (11) 3283 0906 – Reino Unido + 44 020 7636 8500 ou nos envie um email info@londonhelp4u.co.uk.

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Minuto Legal: redução de imigrantes nos EUA e Reino Unido pode prejudicar economia

Ex-assessor do Partido Conservador quer criar Partido anti-Brexit
James Chapman, ex-chefe de gabinete do secretário do Brexits, disse que deixar a União Europeia será uma “calamidade para o Reino Unido”. James Chapman afirmou que dois ministros manifestaram interesse em um novo partido do centro para se opor ao Brexit. Ele também afirmou que os conservadores terão dificuldade em ganhar uma maioria novamente. Em junho ele acusou a primeira-ministra Theresa May de assumir uma posição “absolutista” em alguns aspectos da política do Brexit.  Chapman também propôs a criação de um novo partido – chamado Democratas – para se opor à saída da UE. Ele acrescentou: “A minha opinião é que a marca do Partido Conservador já foi prejudicada de tal forma que o partido não  ganhará mais uma vez a maioria”.

Reino Unido deixa de ser atrativo para talentos globais por conta do Brexit
O Reino Unido não é mais uma escolha para os trabalhadores internacionais da área de tecnologia devido a preocupações com a Brexit. De acordo com uma pesquisa, a maioria dos entrevistados que trabalham na indústria de tecnologia dos EUA disseram que desistiram de se mudar para o país desde que Brexit fez do Reino Unido um lugar menos desejável para viver. Apenas 6% das pessoas entrevistadas disseram que o Reino Unido permaneceu como a principal escolha para o deslocamento. A indústria de tecnologia do Reino Unido acredita que profissionais de outros países trazem novidade para o setor. Porém o Brexit e suas conseqüências fizeram com que o Reino Unido não seja mais atrativo para esses profissionais. Ruth Davidson, do Partido Conservador Escocês, disse que sem o impulso dos imigrantes a economia britânica pode enfrentar limitações.

Governo volta ao discurso de redução do número de imigrantes
Os planos do governo para reduzir a imigração para o Reino Unido para menos de 100 mil foram defendidos por um membro importante do gabinete de Theresa May. O primeiro secretário de Estado, Damian Green, disse que os ministros acreditam que um “nível sustentável” de imigração seria o de 100 mil pessoas. Damian discursou depois que a líder conservadora escocesa Ruth Davidson questionou o objetivo de cortar a migração líquida – o que nunca foi alcançado desde que o governo anunciou isso em 2010. “É claro que uma das forças por trás do voto de Brexit era um sentimento em algumas partes do Reino Unido de que a imigração tinha sido permitida por muito tempo e sem controle. É algo que temos que considerar”, declarou Damian.

Britânicos tentam conseguir dupla-cidadania para permanecer na Europa
Britânicos que vivem na Europa estão correndo para garantir que não sejam expulsos dos países que vivem depois que o Reino Unido deixar oficialmente a União Europeia. Pesquisas sugerem que muitos britânicos estão cada vez mais preocupados com seu futuro.  Alguns criticaram o governo por deixá-los para trás  “esquecendo” suas necessidades enquanto se concentram em negociar os direitos dos 3,2 milhões de cidadãos europeus que vivem no Reino Unido. Uma pesquisa realizada em Luxemburgo, revelou que 70% dos britânicos no país querem aplicar para a dupla-cidadania.  No entanto, a dupla cidadania é proibida em pelo menos nove países europeus, deixando milhares de britânicos esperando novas informações da União Europeia. O Brexit também levou alguns britânicos no Reino Unido a buscar formas de adquirir um segundo passaporte.

Proposta de Trump para imigrantes pode reduzir economia e empregos nos EUA
Um novo estudo da escola de negócios Wharton da Universidade da Pensilvânia descobriu que as propostas de imigração que o presidente Donald Trump apoia diminuirão o crescimento norte-americano e cortarão mais de 1 milhão de empregos ao longo de 10 anos. O presidente aprovou firmemente um projeto de lei apresentado nos EUA chamado “Raise Act”, que afeta também os imigrantes legais que desejam se transferir para o país. Seus defensores dizem que querem receber apenas imigrantes “bons” – aqueles com muito dinheiro e altos níveis de educação. Mas o relatório da Wharton conclui que a legislação, que deveria ter como objetivo aumentar o crescimento econômico e criar mais empregos americanos, realmente teria o efeito oposto. Quase 100 mil empregos seriam extintos apenas no primeiro ano, sugerem as estimativas. “A longo prazo, os imigrantes trabalham e contribuem para economias”, diz o relatório.

*foto Daily Express

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Minuto Legal: Nobel da Paz diz que Europa tem obrigação moral de receber imigrantes

A livre-circulação de pessoas entre Europa e Reino Unido e a nova lei de imigração de Trump são destaques do Minuto Legal da LondonHelp4U.

Porta-voz de Theresa May diz que livre-circulação vai acabar em março de 2019
O governo britânico negou as sugestões de que os cidadãos da UE ainda poderão chegar na Grã-Bretanha para viver e trabalhar depois que a Brexit entre em vigor em março de 2019. Um porta-voz de Theresa May, primeira-ministra britânica, disse que o princípio da livre circulação vai acabar quando o Reino Unido sair da União Europeia. Houve especulaões de que haveria um período de transição pós-Brexit durante o qual a imigração permaneceria igual anteriormente. “A posição da primeira-ministra em um período de implementação é muito clara e conhecida A livre circulação terminará em março de 2019”, disse o porta-voz em uma conferência de imprensa. “Outros elementos do sistema de imigração pós-Brexit serão divulgados no devido tempo”, afirmou o porta-voz de Theresa May.

Partido Trabalhista pede que liberdade de circulação continue
Um grupo de deputados do Partido Trabalhista está pedindo que Jeremy Corbyn se comprometa a defender a livre circulação depois que o Reino Unido deixar a União Europeia. Os deputados assinaram uma carta aberta demonstrando apoio para que não existam barreiras com o bloco europeu.  “Os imigrantes não são culpados por queda de salários, insegurança, habitação ruim e serviços públicos sobrecarregados. Estes são o produto de décadas de subinvestimento, desregulamentação, privatização e as leis anti-sindicais mais duras da Europa. Pelo contrário, os trabalhadores imigrantes estiveram na linha de frente da luta por melhores condições de pagamento e de trabalho. Um sistema de livre circulação é a melhor maneira de proteger e promover os interesses de todos os trabalhadore,”, diz um trecho da carta.

Crianças refugiadas podem ser separadas de suas famílias depois do Brexit

As crianças refugiadas podem ser permanentemente separadas de suas famílias, a menos que o governo inclua o reagrupamento familiar na lei de imigração pós-Brexit, alertou o chefe da Unicef UK. Mike Penrose solicitou ao governo a comprometer-se a incluir direitos mais amplos de reunificação familiar nas novas leis de imigração para quando o Reino Unido deixa a UE. Atualmente, os refugiados têm o direito de reunir-se com membros da família de acordo com o regulamento da Europa. No entanto, as próprias regras do Reino Unido abrangem apenas crianças e seus pais, o que significa que todas as crianças que são órfãs podem não ter o direito de ficar com irmãos, avós ou tios adultos.

Nobel da Paz diz que Europa tem obrigação moral de receber imigrantes
José Manuel Durão Barroso, que já foi premier de Portugal e ex-presidente da Comissão Europeia, disse que a União Europeia tem capacidade de receber mais imigrantes e que acolher refugiados é uma “obrigação moral”.  “Não podemos aceitar imigração ilegal, mas temos obrigação moral, de princípios, de receber os imigrantes. A Europa pode perfeitamente acomodar mais 1 milhão, 2 milhões de pessoas, se quiser fazer. Porém, isso não é facil, países homogêneos que não têm histórico cultural de imigração fazem oposição”, disse Barroso em visita ao Brasil. O Prêmio  Nobel da Paz declarou que “se o problema da imigração não for bem gerenciado, pode dar força para movimentos xenófobos”. “A Europa precisa de mais gente, a Alemanha precisa de mais gente. Portugal, Espanha, Itália, todos os países sofrem com déficit de natalidade”, argumentou Barroso, explicando que a concessão de refúgio ajudaria a suprir a redução populacional da Europa.

Donald Trump apresenta novo plano para imigrantes nos Estados Unidos
A Casa Branca revelou um novo plano de imigração baseado em parte no modelo australiano numa conferência na Casa Branca. O projeto de lei, chamado de Raise-Act, reforma as regras para a imigração legal, com foco em imigrantes qualificados e pretende reduzir o número de imigrantes em 50% nos próximos 10 anos. “O processo de candidatura competitiva favorecerá os candidatos que possam falar inglês, tenham condições financeiras de manter a si e suas famílias e demonstram habilidades que contribuirão para a nossa economia”, disse Trump. “O Raise Act impede que novos imigrantes peçam por benefícios e protege os trabalhadores dos EUA”, disse o presidente norte-americano.

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Minuto Legal: número de brasileiros barrados na Europa cresce 41%

As notícias sobre os próximos passos do Brexit continuam a movimentar  Reino Unido, enquanto que dados mostram que o número de brasileiros barrados na Europa aumenta. Confira essas e outras noticias no Minuto Legal da LondonHelp4U.

Livre circulação de pessoas deve acabar em março de 2019
Apesar das notícias dos jornais ingleses de que a livre-circulação de pessoas  entre Reino Unido e Europa deveria continuar após o Brexit, nessa  semana, o Ministro da Interior Brandon Lewis revelou outras informações para o programa BBC Radio 4.   Lewis disse que é uma “simples questão de fato” que as regras de livre circulação da UE não continuarão em vigor após 2019. Amber Rudd, Secretária de Estado, também comentou a notícia. “Vamos garantir que continuemos a atrair aqueles que nos beneficiam economicamente, social e culturalmente. Mas, ao mesmo tempo, nosso novo sistema de imigração nos dará o controle do volume de pessoas que chegam aqui – dando confiança ao público, estamos aplicando nossas próprias regras sobre quem queremos  que venha para o Reino Unido “, declarou Amber.

Período de transição das negociações comerciais do Brexit deve terminar em 2022
O chanceler Philip Hammond disse que o periodo de transição do Brexit deve terminar somente em 2022. “Muitas coisas parecerão que não mudaram no dia seguinte ao Brexit”, disse ele, se referindo a 29 de março de 2019. Segundo Hammond, o período de mudanças continuará e será gradual. O Reino Unido deve deixar a UE no final de março de 2019, mas houve uma discussão crescente de um estágio “de transição” de cerca de dois anos para suavizar o processo do Brexit.  “Não posso dizer-lhe um período de tempo preciso porque ainda não tivemos essa discussão, quanto tempo nos levará a fazer os arranjos necessários. Penso que há um amplo consenso de que este processo deve ser completado até as  próximas eleições gerais, que é em junho de 2022.”

Imigração no Reino Unido cai em 2016
O Office for National Estatistics divulgou números sobre a imigração no Reino Unido. A migração líquida para o Reino Unido caiu para cerca de 248 mil em 2016, 84 mil a menos em relação ao ano anterior. A migração líquida é o número de pessoas que se mudaram para o Reino Unido menos o número que deixaram o país. O ONS disse que a queda se deve principalmente por conta dos cidadãos europeus que deixaram o Reino Unido. Em 2016, 588 mil pessoas chegaram no país e 339 mil foram embora. No total o Reino Unido tem cerca de 5,6 milhões de cidadãos de outros países. Segundo os dados da ONS, nove em cada 100 pessoas que vivem no país não são britânicas. Deste total de imigrantes, o número de cidadãos da Europa é estimado em 3,2 milhões e o de não-europeus em 2,4 milhões.

Número de brasileiros barrados em Portugal cresce em 90%
A quantidade de brasileiros barrados ao tentarem entrar em Portugal aumentou em 2016. Os números indicam uma alta de 91,3% na comparação com o ano anterior e de 198,8% com 2014. Ao todo, 968 pessoas foram mandadas de volta para casa pelas autoridades ao longo do ano passado — o equivalente a uma média de 2,6 pessoas por dia. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, orgão responsável pelo controle de imigração português, indicou para um novo fluxo de brasileiros que tentam ficar de forma ilegal no país.  Para as autoridades portuguesas, esse novo fluxo de imigrantes ilegais é “potencialmente justificado pela manutenção da crise econômica que se verifica no Brasil desde 2014, aliada à agudização da crise política e social ao longo de 2016”.

Brasileiros são a segunda nacionalidade mais barrada na Europa
Outros países do continente europeu também têm fechado as portas com mais frequência para os brasileiros desde que a crise econômica e social do Brasil se agravou. A quantidade de brasileiros recusados nas fronteiras aéreas da Europa subiu 41% em 2016 em comparação com 2015. De acordo com o último relatório da Frontex (agência de fronteiras da União Europeia), mais de dez brasileiros são barrados todos os dias nas fronteiras europeias. No ano de 2016, foram registrados 3.694 casos o que torna a brasileira a segunda nacionalidade mais barrada nos aeroportos europeus, atrás somente da Albânia. Os números valem apenas para as fronteiras aéreas. Os aeroportos de Portugal e Espanha registram os maiores números de brasileiros que foram mandados de volta para casa. Os agentes de imigração justificaram que os mesmos não tinham documentação apropriada, nem os motivos da visita e condições de estadia no país.  O total de brasileiros que têm o pedido de visto negado pelos Estados Unidos também triplicou em 2016, saltando de 5,36% dos solicitantes em 2015 para cerca de 15% no ano passado.

*foto Daily Mail