Category: Notícias sobre imigração

Minuto Legal: futuro da imigração no Reino Unido só deve ser divulgado meses antes do Brexit

O Brexit continua em destaque no Reino Unido. Confira as principais notícias da semana no Minuto Legal da LondonHelp4U.

Lei de imigração do pós-Brexit só será divulgada meses antes da saída do Reino Unido da UE
O documento oficial do governo sobre a política de imigração no pós-Brexit não será publicado até o final do Outono, disse o ministro da Imigração, Brandon Lewis. Lewis confirmou que a versão final incluirá o compromisso de que a liberdade de movimento para os imigrantes europeus terminará em março de 2019 – no dia de Brexit – mas revelou que os principais detalhes da nova política de imigração, uma das áreas mais polêmicas do Brexit, não serão divulgados em breve.  De acordo com o cronograma apresentado, detalheis importantes para a política de imigração no pós-Brexit não serão claros até apenas cinco ou seis meses antes do dia do Brexit. O grupo 3million, em prol dos direitos dos cidadãos europeus, declarou que a demora causará incerteza e discriminação.

Theresa May sofre pressão para deixar liderança do Partido Conservador
O ex-presidente do Partido Conservador, Grant Shapps, disse que acredita que Theresa May deve enfrentar uma eleição para a liderança do partido. Shapps disse à BBC que ele tinha o apoio de cerca de 30 deputados, incluindo cinco ex-ministros, acrescentando: “Eu não acho que podemos continuar assim”. Ocorreram especulações sobre a mudança da liderança do partido desde as últimas eleições gerais, quando os Conservadores perderam postos no Parlamento. Ele acrescentou: “O país precisa de liderança. Ele precisa de liderança neste momento em particular. Penso que a conferência e a liderança durante o verão mostraram que isso não vai acontecer. Penso que é hora de nossas eleições de liderança agora”.

Ministra do Interior do Reino Unido diz que reduzir imigração rapidamente será erro
Reduzir a imigração muito rápido seria um erro para a economia britânica, disse a ministra do Interior, Amber Rudd. Em entrevista à BBC, ela disse que estava “confortável” com o objetivo do governo de obter migração líquida abaixo de 100.000, pois proporcionava uma “direção” para a política. Mas ela disse que não iria “colocar uma data” para atingir a meta. Falando no último dia da conferência conservadora, Rudd disse que a migração líquida estava caindo – os números mais recentes para 2016 mostra que baixou cerca de 84.000 “Quando você está trabalhando no governo, é muito importante ter um alvo para que você saiba qual direção você tem para dirigir a política. Mas eu não vou colocar uma data sobre isso”, disse ela.

Futuro do Brexit causa incerteza até mesmo em apoiadores do movimento
Os idealizadores da campanha para  Reino Unido deixar a União Europeia estão preocupados com o futuro do Brexit. O ministro Alan Duncan advertiu que o o governo deve garantir que a saída do grupo não seja “um desastre” para o país. Os comentários aconteceram apenas algums horas depois que Boris Johnson, secretário das negociações do Brexit, comparou a saída da Europa com o processo de libertação da Segunda Guerra Mundial. Alan Duncan disse que “um dos paradoxos” da campanha é que a cidade de Boston, em Lincolnshire, que votou em massa a favor do Brexit, tem um setor agrícola local totalmente dependente de trabalhadores imigrantes da Polônia.

Estado da Califórnia nos EUA cria lei para proteger imigrantes
O estado da Califórnia adotou um lei nos EUA com o objetivo de obstruir a agenda de deportação de Donald Trump proibindo a polícia de cooperar com as autoridades federais de imigração. O projeto de lei, que entrou em vigor na quinta-feira, restringe a polícia de questionar as pessoas sobre seu status de cidadania e violações de direitos humanos. A lei também proíbe a polícia de transferir certos presos para as autoridades de imigração. O projeta pode levar a um grande confronto legal entre a Casa Branca e a Califórnia. A lei deve proteger imigrantes de deportações agressivas no estado mais populoso dos Estados Unidos.

Casamento na Dinamarca: processos rápidos e reconhecidos internacionalmente

Você sabia que a Dinamarca oferece um dos processos de casamento mais práticos e rápidos de toda a Europa? O país é conhecido como a Las Vegas do continente europeu, pelas facilidades do processo de matrimônio que oferece.  Casais estrangeiros de qualquer nacionalidade podem se casar no civil no país em um curto espaço de tempo e o casamento tem validade jurídica no mundo todo.

Um das grandes vantagens para os brasileiros nesse sentido, é que não é necessário visto para visitar a Dinarmarca, já que o país faz parte do Espaço de Schengen, o que facilita ainda mais o processo. Casar na Dinamarca é uma ótima opção para quem deseja se casar com um estrangeiro e necessita da documentação legalizada o mais rápido possível em outros países, incluindo o Brasil e o Reino Unido.

A LondonHelp4U agora também oferece o serviço para quem deseja realizar o seu matrimônico em solo dinamarquês de forma rápida, prática e segura.

Quem pode casar na Dinamarca?

–  pessoas com um visto Schengen (visto de visita, de trabalho ou de turismo);

– pessoas com um visto de estudante ou de Au-Pair;

– cidadãos de outros estados membros da União Europeia;

– pessoas de países isentos de visto;

Tempo do processo:
É necessário agendar o casamento entre 45 e 20 dias antes da data da cerimônia. O registro do casamento é obtido no mesmo dia e o mesmo já pode ser usado para fins de vistos para outros países, como o Reino Unido por exemplo.

O que inclui no pacote:
Com a coloboração de parceiros oficiais na Dinamarca, oferecemos todas as informações sobre o processo e as etapas do casamento. Informamos todos os documentos requeridos e oferecemos os serviços de tradução de certificados.

O nosso pacote inclui sugestões de hospedagem na Dinamarca e outras questões práticas envolvendo a cerimônia. Também oferecemos o serviço de registro do casamento no Brasil, em Portugal e na Itália.

Se você deseja mais informações sobre o processo, os documentos necessários e outros detalhes, entre em contato conosco. Ligue para BR + 55 11 32830906, Reino Unido + 44 02076368500 ou envie um email para info@londonhelp4u.co.uk. Nossos profissionais terão prazer em ajudá-lo.

Minuto Legal: Partido Trabalhista quer controle nos preços dos aluguéis no Reino Unido

Enquanto o prefeito de Londres quer um novo plebescito sobre o Brexit, Jeremy Corbyn diz que Partido Trabalhista é a nova voz dos britânicos. Confira essa e outras noticias no Minuto Legal da LondonHelp4U.

Prefeito de Londres sugere novo referendo sobre o Brexit
O prefeito de Londres, Sadiq Khan, sugeriu que o Partido Trabalhista apóie um segundo referendo sobre a saída do Reino Unido da União Européia. A declaração foi feita durante uma entrevista para o jornal “The Evening Standard”. Khan sugeriu que ele pressionaria por uma nova votação nacional  para ser incluída no manifesto das próximas eleições. “Até agora, não fui persuadido de como este governo tem um plano que funciona para o nosso país”, declarou o prefeito para o jornal. Kezia Dugdale, ex-líder do Partido Trabalhista da Escócia, também disse que o público tinha o direito de ter sua opinião em um segundo referendo. “Ninguém votou para ser mais pobre, mas é o que todos nós vamos ser.  O Brexit está fora de controle e fora dos interesses das pessoas que trabalham. É por isso que nós devemos retomar o controle com uma votação final sobre o acordo”, declarou Kezia.

Empasse quanto a dívida e direitos dos cidadãos atrasam negociações do Brexit
As negociações da Brexit podem entrar num impasse por meses,  a menos que o Reino Unido concorde em honrar todos os seus compromissos financeiros, sugeriu Michel Barnier, o principal negociador da UE, no final da última rodada de negociações em Bruxelas. Apesar de concordar que foram fetos progressos nas conversas, Barnier lamentou que o Reino Unido ainda não esteja pronto para especificar quais compromissos financeiros seriam cumpridos. “Para a UE, a única maneira de alcançar um progresso suficiente é que todos os compromissos assumidos com os 28 Estados membros sejam honrados”. Os dois lados ainda discordam sobre o papel do Tribunal de Justiça Europeu na garantia dos direitos dos cidadãos e, como afirmou Barnier, “isto será uma grande lacuna na reunificação familiar” dos cidadãos europeus que vivem no Reino Unido.

Jeremy Corbyn diz que Partido Trabalhista é a voz da maioria dos britânicos
Jeremy Corbyn disse que o Partido Trabalhista apresenta políticas que são “o que a maioria das pessoas em nosso país realmente quer”. “Nós somos agora a voz da maioria”, disse ele aos membros do partido em seu discurso na conferência do partido. O líder trabalhista disse que eles eram um “governo em espera”. Entre as promessas do seu disurso está o controle nos preços dos aluguéis. “Os controles de aluguel existem em muitas cidades em todo o mundo. E eu quero que nossas cidades também tenham esses poderes e os inquilinos tenham essas proteções”. Corbyn também declarou que o partido é o único que pode unir os cidadãos que votaram a favor do Brexit e os que votaram contra. O líder acrescentou que o Partido Conservador tem interesses próprios na negociação do Brexit. “Nunca o interesse nacional foi tão mal servido em uma questão tão vital”, declarou.

Theresa May diz que europeus no Reino Unido ficarão sob regime das leis britânicas
Um porta-voz da Downing Street disse que May reiterou a questão dos direitos dos imigrantes, mas insiste de que os europeus que vivem no Reino Unido estarão sob jurisdição dos tribunais britânicos após o Brexit.  “A primeiro-ministra apontou o compromisso assumido em seu discurso em Florença de incorporar o acordo sobre os direitos dos cidadãos sob as leis do Reino Unido e garantir que os tribunais do Reino Unido possam se referir diretamente a eles”, disse um porta-voz de May. “A primeira-ministra também enfatizou que era do interesse de todos concordar com um período de implementação [de transição], uma vez que a Grã-Bretanha deixa a UE, para garantir o futuro de empresas no Reino Unido e na Europa.

Governo Trump prende centenas de imigrantes ilegais nos EUA
A divisão de Imigração da administração de Donald Trump prendeu centenas de pessoas em cidades americanas nos últimos dias. O Immigration and Customs Enforcement (Ice) anunciou na quinta-feira que prendeu 498 pessoas em uma operação de quatro dias. As incursões  atingiram grandes cidades, como Los Angeles, São Francisco, Seattle, Denver, Nova York e Filadélfia. Ativistas de direitos humanos disseram que as prisões eram cruéis e vingativas e só prejudicariam a segurança pública, separando famílias e colocando medo nas comunidades. A agência de imigração disse que entre os presos estão pessoas com convicções e acusações criminais pendentes, membros de gangues, fugitivos de imigração e aqueles que voltaram a entrar nos EUA após a deportação.

*foto BBC

Prefeito de Londres sugere novo referendo sobre o Brexit

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, sugeriu que o Partido Trabalhista apóie um segundo referendo sobre a saída do Reino Unido da União Européia. A declaração foi feita durante uma entrevista para o jornal “The Evening Standard”.

Khan sugeriu que ele pressionaria por uma nova votação nacional  para ser incluída no manifesto das próximas eleições. “Até agora, não fui persuadido de como este governo tem um plano que funciona para o nosso país”, declarou o prefeito para o jornal.

Kezia Dugdale, ex-líder do Partido Trabalhista da Escócia, também disse que o público tinha o direito de ter sua opinião em um segundo referendo. “Ninguém votou para ser mais pobre, mas é o que todos nós vamos ser.  O Brexit está fora de controle e fora dos interesses das pessoas que trabalham. É por isso que nós devemos retomar o controle com uma votação final sobre o acordo”, declarou Kezia.

Enquanto isso, Andrew Gwynne, chefe de eleição do Partido Trabalhista e um aliado Jeremy Corbyn, não negou uma possível  nova votação, dizendo: “Quem sabe onde estaremos no final deste processo?” Ele disse que o Partido Trabalhista teria uma “grande discussão” sobre o tema caso o atual governo não chegue em um acordo com a Europa.

O prefeito de Londres, reiteirou que era possível que o próximo manifesto do Partido Trabalhista oferecesse aos eleitores a chance de reverter o veredicto do referendo do Brexit.

Na segunda-feira, uma pesquisa revelou que uma grande maioria dos eleitores do Partido Trabalhista apoia um novo referendo, com uma opção para o Reino Unido permanecer na União Europeia.

* foto The Evening Standard

Minuto Legal: bancos britânicos vão bloquear contas de imigrantes ilegais

Nova medida do governo britânico pretende bloquear contas dos imigrantes ilegais. Enquanto isso Theresa May propõe um período de transição de 2 anos para o Brexit. Confira essa e outras notícias no Minuto Legal da LondonHelp4U.

Bancos britânicos vão checar contas para identificar imigrantes ilegais
Bancos e sociedades financeiras devem realizar controles em contas correntes do Reino Unido a partir de janeiro para encontrar imigrantes ilegais, divulgou o “The Guardian”. A estratégia seria parte do plano de Theresa May para criar um “ambiente hostil” para os imigrantes.  O Home Office espera identificar pelo menos  6.000 pessoas com vistos vencidos, requerentes de asilo invadidos e delinquentes estrangeiros. As contas dos identificados serão fechadas ou congeladas “para tornar mais difícil para eles estabelecer ou manter uma vida no Reino Unido”. Os funcionários dizem que o congelamento de contas que detêm somas significativas “criará um poderoso incentivo para a partida voluntária” dos imigrantes. A nova legislação exige que os bancos verifiquem a identidade de cada portador de conta corrente através de um banco de dados fornecido pelo Home Office.

Theresa May propõe dois anos de período de transição para o Brexit
Em discurso em Florença, na Itália, Theresa May propôs um período de transição de 2 anos a partir de março de 2019 para o Brexit. Referente a imigração, primeira-ministra disse: “Levará tempo para implementar o novo sistema de imigração necessário para assumir o controle das fronteiras do Reino Unido. Assim, durante o período de implementação, as pessoas continuarão a poder viver e trabalhar no Reino Unido; mas haverá um sistema de registro – uma preparação essencial para o novo regime”. May também sugeriu que os mercados comuns do Reino Unido e da Europa permaneçam inalterados durante todo o período de transição.

Secretário do Exterior britânico é contra acordo com Europa
Boris Johnson poderá deixar o cargo se Theresa May sinalizar que fará um Brexit de “estilo suíço”, mesmo que ele negue publicamente que se afastará do gabinete. Boris não estaria contente caso a primeira-ministra decida optar por um Brexit “suave”, como defende o chanceler Philip Hammond.  O “The Telegraph” informou na terça-feira que o Secretário do Exterior poderia até sair do gabinete antes do fim de semana, se May indicar que pagaria para que o Reino Unido tenha acesso ao mercado único europeu.  Ele estaria preocupado caso May envie um sinal público de que gostaria de ter uma relação estreita de longo prazo com o resto da UE, nos models da Noruega ou da Suíça.

Número de visitantes no Reino Unido aumenta por conta da queda da libra
O número de visitantes estrageiros registrou recorde no último mês de julho. Os visitantes também gastaram mais do que nunca.  Os números refletem o aumento do poder de compra, já que a libra caiu em relação as outras moedas, como o dólar e o euro. Foram gastos  cerca de £ 2.7 bilhões.  A queda da libra fez com que viagens de férias e negócios para o Reino Unido se tornassem mais atraentes, com maior número de visitantes europeus e norte-americanos. Em compensação, o número de residentes do Reino Unido que viajaram para outros países caiu em 2% em relação ao ano anterior.

Partido Trabalhista sofre pressão para lutar pela livre-circulação de pessoas
As lideranças do Partido Trabalhista enfrentarão  pressões na conferência do partido para apoiar a continuação da livre circulação de pessoas entre Reino Unido e Europa no pós-Brexit. Um relatório, elaborado pelo grupo “Outra Europa é Possível”, defende um novo sistema, que protegeria os direitos dos trabalhadores.  O relatório argumenta que os temores daqueles que procuram limitar os recém-chegados da UE estão mal colocados, j[a que a migração anual líquida atual do bloco equivale a apenas 0,19% da população do Reino Unido.