Month: September 2018

Estudo estima que meio milhão trabalhadores europeus estão em empregos simples no Reino Unido

Estima-se que 500 mil cidadãos da UE estejam trabalhando em empregos simples no Reino Unido, em funções como colher frutas, limpar escritórios, trabalhar em armazéns e fábricas de alimentos, segundo o relatório do Observatório das Migrações da Universidade de Oxford.

O estudo aponta ainda a preocupação dos empregadores em encontrarem trabalhadores após o Brexit. Com isso o risco de exploração pode aumentar sob as duas principais opções disponíveis para as empresas encontrarem funcionários dispostos a fazer o trabalho, uma vez que a livre circulação de cidadãos europeus terminará.

Ainda na análise dos empregos que os cidadãos da UE executam: 132 mil trabalham em áreas de limpeza, 120 mil em empregos básicos como cafés, 96 mil em armazéns, 91 mil em fábricas e 26 mil em estaleiros. Outros 89 mil eram caminhoneiros, motoristas de van e taxistas; 82 mil trabalhavam em serviços de assistência; 74 mil em processamento de alimentos; 68 mil como assistentes de loja e 54 mil em outros trabalhos administrativos.

Uma das formas de garantir uma oferta contínua de trabalho após a livre circulação dos países europeus seria permitir que as empresas patrocinassem vistos para trabalhadores pouco qualificados, mas tal esquema tem “desvantagens significativas”, segundo o relatório do Observatório das Migrações.

Um porta-voz do Home Office afirmou que depois da saída do Reino Unido da UE será implantado um sistema de imigração que funcionará “para o melhor interesse” de todo o país “Esse sistema será baseado em evidências. O governo encomendou consultoria ao comitê consultivo de migração e continuamos nos engajando com várias partes interessadas”.

As informações são do The Guardian.

Cresce o número de vistos negados à vítimas de abuso pelo parceiro no Reino Unido

A taxa de recusa para as pessoas que se candidatam a permanecer no Reino Unido depois de sofrer violência doméstica mais do que duplicou entre 2012 e 2016 depois que o governo se comprometeu a fazer do Reino Unido um “ambiente hostil para imigrantes ilegais”.

A regra, que permitia que pessoas que entrassem no Reino Unido com um visto de cônjuge e sofressem abusos domésticos, foi introduzida em 2002 depois que ativistas argumentaram que as mulheres estavam sendo forçadas a escolher entre deportação e abuso continuado.

No entanto, o jornal The Guardian revelou que a taxa de negação para pedidos sob a regra da violência doméstica subiu de 12% em 2012 para 30% em 2016, o último ano completo com dados disponíveis. Os números mostram que 1.325 pessoas foram recusadas de um total de 5.820 pedidos feitos entre 2012 e 2016.

Um porta-voz do Home Office afirmou que as solicitações de permissão para permanecer sob a regra de violência doméstica foram tratadas por oficiais treinados “Qualquer aumento ou queda na taxa de aprovação ou recusa será simplesmente um reflexo da natureza dos pedidos recebidos, em vez de qualquer mudança na política ou como a equipe considera tais aplicações” disseram.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, pediu ao governo que proteja as vítimas de violência doméstica com status de imigração insegura, depois que um relatório de Claire Waxman divulgado no site da prefeitura destacou como as pessoas podem ser forçadas a permanecer em relacionamentos abusivos devido ao seu status de imigração.

A LondonHelp4U fornece auxílio na obtenção de visto para vítimas de violência doméstica no Reino Unido. Temos uma equipe de consultores em imigração devidamente registrados e reconhecidos pelo governo britânico.

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