Mês: agosto 2017

Golden Visa: guarantee residence in Portugal through investments in the country

Golden Visa: visto garante residência em Portugal através de investimentos no país

Criado pelo governo português para reforçar o ritmo de crescimento econômico e atrair mais investimentos para o país, o Golden Visa pode ser uma opção para quem deseja residir ou fazer negócios na União Européia.

A lógica é simples: investe-se em Portugal e e, em troca, é cedido o visto de ouro que permite ao portador se estabelecer por 5 anos em território português.

Pode requerer ao Golden Visa qualquer cidadão de outro país que faça um investimento pessoal ou através de uma sociedade em terras portuguesas. Entre os investimentos que você pode fazer em Portugal para ter direito ao visto estão:

– € 500 mil na compra de imóveis

– € 350 mil na compra de imóvel com mais de 30 anos de construção ou localizado em área de reabilitação urbana

– € 500 mil em fundos de investimentos destinados à pequenas e médias empresas

– Abrir um negócio que empregue pelo menos dez funcionários

– € 350 mil em pesquisa científica

– € 250 mil em produção artística e preservação ou conservação do patrimônio cultural

–  € 1 milhão no mercado financeiro

O investimento escolhido deve ser mantido por um período mínimo de cinco anos contados a partir da data de concessão  do visto. O Golden Visa, no entato, não é permanente. O visto é concedido de forma temporária e pode ser renovado desde que se mantenham os requisitos necessários.

Após cinco anos com o visto temporário, é possível solicitar o visto permanente. E após 6 anos de residência em Portugal, o portador do Golden Visa pode entrar com o pedido de naturalização e tornar-se um cidadão português.

A LondonHelp4U oferece todo o auxílio necessário na obtenção do seu Golden Visa. Temos 16 anos de experiência em vistos e cidadanias para o Reino Unido e Europa.  Entre em contato conosco e agende uma consulta para mais informações.  Ligue 020 7636 8500 ou envie um email para info@lodonhelp4u.co.uk

Minuto Legal: número de europeus no Reino Unido diminui após o Brexit

Minuto Legal: número de europeus no Reino Unido diminui após o Brexit

Novas estatísticas da imigração do Reino Unido mostram que europeus tem deixado o país e quais são os reais números sobre os estudantes estrangeiros na Grã-Bretanha. Confira essa e outras notíciais no Minuto Legal da Londonhelp4U.

Números de imigrantes europeus no Reino Unido cai após o Brexit
A migração líquida para o Reino Unido caiu para o seu nível mais baixo em três anos, já que mais cidadãos europeus deixaram o país após a votação do Brexit. De acordo com o Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS), o índice de migração líquida, que é a diferença entre quem entra e quem sai do Reino Unido, foi de 246 mil, contra 327 mil no ano passado, contabilizando 81 mil pessoas a menos. “Esses números mostram um Brexodus de cidadãos da UE profundamente preocupante para o Reino Unido. Isto é em grande parte resultado do fracasso do governo de Theresa May em garantir o direito dos europeus”, declarou Vince Cable, do partido Liberal Democrata.  A mudança foi impulsionada por uma queda acentuada da migração dos cidadãos da UE para o Reino Unido, à medida que mais deixaram o país e menos chegaram nos meses após o país votar para deixar a União Européia, em 23 de junho de 2016, reportam as estatísticas.

Números de estudantes estrangeiros em UK causam embaraço para Theresa May
A determinação de Theresa May de continuar contando estudantes estrangeiros como alvo da imigração do governo a deixou isolada na noite de quinta-feira (24), depois que números oficiais revelaram que menos de 5.000 estudantes por ano continuam no Reino Unido depois que seu visto expira. Uma série de políticos do Partido Conservador e da oposição pediram à primeira-ministra que acabe com o foco em estudantes estrangeiros, pois o governo está superestimando drasticamente o número de estudantes que permanecem na Grã-Bretanha ilegalmente. Novos dados, publicados pelo Escritório de Estatísticas Nacionais, mostraram que apenas 4.600 ultrapassaram seu visto no ano passado. Nos manifestos do Partido Conservador de 2010, 2015 e 2017, as estimativas eram próximas de 100.000 estudantes.

Reino Unido diz que pagará parte da dívida referente ao Brexit
O Reino Unido pagará para a União Europeia como parte do processo do Brexit.  Boris Johnson, secretário do exterior,  afirmou que o Reino Unido deve cumprir as suas obrigações.  “Algumas das somas que eu vi pareciam ser muito altas e, claro, cumpriremos nossas obrigações”, disse ele ao programa Today da BBC Radio 4. “Somos pessoas que cumprem as leis, pagando contas. O Reino Unido contribuiu com centenas de bilhões ao longo dos anos. A questão da “lei de divórcio” dividiu as dicussões do Brexit, com alguns exigindo que o Reino Unido se recusasse pagar um centavo. O próprio Johnson disse na Câmara dos Comuns no mês passado que uma dívida de € 100 bilhões seria exorbitante.  A União Europeia está pedindo dinheiro para cobrir os compromissos de gastos que o Reino Unido já realizou, bem como os custos relacionados ao Brexit.

Home Office envia cartas “erradas” para cidadãos europeus ameaçando deportação

O Home Office enviou cerca de 100 cartas “erradas” para cidadãos europeus que vivem no Reino Unido, dizendo-lhes que tinham que sair do país ou seriam detidos. Um dos casos teve como vitima uma cidadã finlandêsa, que recebeu uma das cartas. A Dra. Eva Johanna Holmberg, casada com um cidadão britânico, disse que não acreditou no que leu quando viu que tinha um mês para deixar o país. Seis dias após ter recebido a carta, Eva foi contactada pelo Home Office. O orgão disse que a carta enviada a Eva, assim como cerca de outras 100 cartas destinadas a europeus, foram um erro.  “Um número limitado de cartas foram emitidas por engano e temos investigado urgentemente por que isso aconteceu”, acrescentou um porta-voz. O Home Office ressaltou que os direitos dos cidadãos da UE no Reino Unido “permanecem inalterados”. Confira mais aqui.

Política de Imigração de Trump afeta economia dos Estados Unidos
A repressão da administração de Trump sobre a política de imigração está contribuindo para uma desaceleração nos gastos dos consumidores hispânicos, de acordo com um recente relatório de Wall Street. “Vários empresas de consumo registraram quedas dos gastos de consumidores hispânicos “, diz a pesquisa. “A queda é provável devido à incerteza em torno da política de imigração”. A busca pelo presidente Donald Trump de uma reforma imigratória mais agressiva atraiu críticas de muitos consumidores e empresas por razões de responsabilidade social, mas este relatório mostra que a política anti-imigratória pode prejudicar diretamente a economia. Segundo a pesquisa, os hispânicos tem saído menos de casa e consumido menos, principalmente nas cidades da fronteira americana com o México.

*foto BBC

Home Office comete erro e envia cartas a europeus ameçando-os de deportação

Home Office comete erro e envia cartas a europeus ameçando-os de deportação

O Home Office enviou cerca de 100 cartas “erradas” para cidadãos europeus que vivem no Reino Unido, dizendo-lhes que tinham que sair do país ou seriam detidos.

O erro surgiu depois que uma cidadã finlandêsa, que tem o direito de viver no Reino Unido, recebeu uma das cartas. A Dra. Eva Johanna Holmberg, casada com um cidadão britânico, disse que não acreditou no que leu quando viu que tinha um mês para deixar o país.

Eva, que trabalha na Universidade Queen Mary em Londres, solicitou originalmente um “certificado de residência”. O certificado –  válido para cidadãos europeus  – confirma o direito do europeu de viver no Reino Unido. Após a solicitação, ela recebeu a carta.

“Quando eu abri isso, não podia acreditar no que estava escrito”, relatou Eva à BBC.  A carta dizia que uma decisão tinha sido tomada para removê-la do Reino Unido. O documento ainda dizia que ela seria presa, caso não deixasse o Reino Unido em um mês.

Eva, que trabalha como historiadora na universidade,  passou os dias seguintes contatando um advogado, seu empregador e tentando falar com o Home Office. “Entrei em contato com inúmeras pessoas no Twitter, por email e no Facebook. Eu vi outras pessoas relatando experiências semelhantes”, contou ela.

Resposta do Home Office
Seis dias após ter recebido a carta, Eva foi contactada pelo Home Office. O orgão disse que a carta enviada a Eva, assim como cerca de outras 100 cartas destinadas a europeus, foram um erro.  “Um número limitado de cartas foram emitidas por engano e temos investigado urgentemente por que isso aconteceu”, acrescentou um porta-voz. O Home Office ressaltou que os direitos dos cidadãos da UE no Reino Unido “permanecem inalterados”.

A primeira-ministra Theresa May chamou o erro de “infeliz”.  May disse que o Home Office “se organizou rapidamente para entrar em contato com todas as pessoas que receberam essas cartas e para tranquilizá-las de que não seriam deportadas”.

“Eu quero tranquilizar todos os cidadãos da UE aqui no Reino Unido que seus direitos e status aqui no Reino Unido não mudaram”, disse Theresa May à BBC.

James McGrory, diretor executivo do grupo pró-Europa, Open Britain, declarou: “Isso é uma coisa vergonhosa . Não é de admirar que muitos cidadãos da UE se sintam preocupados com o seu futuro no Reino Unido quando ouvem falar que pessoas que tem todo o direito de estar aqui, estão recebendo cartas ameaçando-as de deportação”.

*foto Metro

Career Coach: step by step to have a perfect CV

Saiba como ter um CV perfeito e se destacar no mercado britânico

O currículo britânico é bem diferente do modelo ao que estamos acostumados no Brasil. No competitivo mercado de trabalho do Reino Unido o CV é a ferramenta mais importante na busca por um emprego. Para se destacar em meio a milhares de candidatos, é necessário ter um CV muito bem construído. A seguir, confira as dicas de Siomara Jubert, que é especialista em CVs e Carrer Coach, para ter um CV perfeito!

Step 1 CV o nome do arquivo
Já deve ter ouvido falar que é bom fazer diferentes modelos de CV para cada vaga a que se candidatar. O nome do arquivo do seu CV pode parecer bobagem e detalhe sem importancia, mas lembre-se: a beleza está no detalhe. Está de parabéns caso já esteja moldando o CV para cada vaga. No entanto, o recrutador não precisa saber que tem várias opções em mente.

Um CV chamado ‘Vendas CV’ ou “versão 2017” não é muito atraente. Caso coloque estes nomes de arquivo no seu CV dá a impressão de que você tem centenas de diferentes versões e que não tem muito foco. Você pode e deve manter modelos diferentes no seu computador, mas na hora de mandar salve simplesmente como ‘Joe Blogs CV’ or ‘Joe Blogs’ por exemplo.

Step 2 Contato
Antigamente era mesmo costume colocar todos os detalhes no CV tais como endereço, nacionalidade, data de nascimento, estado civil etc. Pare para pensar: para que é que o empregador precisa saber onde mora antes de te contratar? Estas informações mencionadas acima são desnecessárias e tomam espaço no seu CV. Além do mais, caso esteja postando o seu CV online, a última coisa que deve fazer é deixar seus dados pessoais marcando bobeira.

Coloque sim o seu telefone e email – e só! O fato de ter o seu telefone e email ajudará ao recrutador ou empregador a encontrá-los com facilidade aumentando assim as suas chances de ser chamado para uma entrevista.

Step 3 – O ‘summary’
Na maioria das vezes, quando escrevem o CV, as pessoas pensam em como descrever a si mesmos da melhor forma. O probleminha é que frequentemente esquecem de levar em consideração para o quem é direcionado o mesmo. Lembre-se de que serão pessoas diferentes lendo o seu CV e não você.  Para começar, foque na sua experiência – aqui no Reino Unido é a parte que mais interessa.

Muitos optam pelo ‘summary’ ou ‘personal profile’, ou seja, um resuminho descrevendo quem são. Esta tática vem com riscos: ocupa espaço valioso do seu CV e em 99% dos casos não contribui em nada. Pelo contrário, põem em risco chance de ouro de ter o seu CV lido por inteiro, pois carrega as mesmices dos demais candidatos.

Muitos adjetivos sem exemplos para embasar a sua experiência e habilidades não criam o impacto necessário. Acabará soando como qualquer outro candidato que diz ser ‘reliable’, ‘hard working’ ou  ‘a team player’ – e a lista continua.

Neste caso é bom incluir evidência através da sua experiência e sucessos. Isso sim definirá quem você é profissionalmente. Conclusão, caso queira incluir o ‘summary’ no seu CV, faça com que seja cativante e relevante.

step 4 Quantas páginas
A língua inglesa é maravilhosa, pois permite que a escrita seja concisa. Você pode e deve usar e abusar dela neste sentido. Para que escrever algo usando 10 palavras quando pode usar 5? Faça com que o seu CV seja fácil de ler.

O recrutador ou quem quer que seja que esteja encarregado de ler os CVs tem vários deles ao mesmo tempo. Tente facilitar a vida deles. Além do mais, você quer causar uma boa impressão e não matá-los de tédio.

Muitos dos meus clientes tem um vasto histórico profissional e muitas vezes não sabem como ‘resumir’ tudo. Se for este o seu caso, comece pelo que é mais relevante de acordo com a vaga para a qual esta se candidatando. Caso tenha tido trabalhos que não são relacionados com a sua área, faça apenas uma pequena menção para cobrir eventuais ‘gaps’ entre os cargos.

Duas páginas é o limite (frente e verso).

Step 5 Hobbies
Hobbies…não é uma necessidade mencionar o que você gosta de fazer nas horas vagas. Para te ajudar a decidir se quer incluí-los ou não, duas perguntas:

  1. Está tomando espaço no seu CV?
  2. É relevante para o trabalho em questão? Vai te ajudar a conseguir a entrevista?

Se disse não para a primeira e sim para a segunda, talvez seja uma boa idéia deixar este detalhe no CV. Você decide.

Resumindo, recrutadores ou empregadores querem ter uma noção de quem você é e se está dentro do que buscam para a o cargo. Escreva isso com suas próprias palavras.
Pergunte a si mesmo: ‘Eu me contrataria?’. Boa sorte!

A Siomara Jubert é especialista no assunto e parceira da LondonHelp4U. Como recrutadora e career coach a Siomara vê os dois lados da moeda diariamente. E sua satisfação pessoal e paixão ajudar profissionais a conseguir alcançar seus objetivos e aspirações dando origem a Moving Forward CV & Career Coach. Seu aconselhamento é baseado na sua experiência e moldada a cada indivíduo e suas especificações. A Siomara sente que a sorte está ao seu lado por poder trabalhar e ajudar pessoas incríveis todos os dias. Se você precisa de ajuda com o seu CV ou um aconselhamento de carreira, entre em contato com a gente. Nós podemos de ajudar. Para mais informações 020 7636 8500 ou info@londonhelp4u.co.uk .

europeus não precisarão de visto para visitar Reino Unido

Minuto Legal: europeus não precisarão de visto para visitar Reino Unido

O governo britânico continua fazendo revelações sobre o futuro do Reino Unido no pós-Brexit. Confira nas notícias do Minuto Legal, da LondonHelp4U.

Europeus não devem ter necessidade de visto para visitar Reino Unido no pós-Brexit
De acordo com a BBC, o governo britânico não planeja criar um visto especial de turista para europeus para que o Reino Unido deixar a União Europeia. Os europeus teriam a liberdade de visitar o país sem a necessidade de aplicar para um visto prévio. Porém, eles teriam que ser identificados no aeroporto na chegada, assim como visitantes de outros países. Se desejaram se fixar no Reino Unido, trabalhar ou estudar, eles terão que solicitar permissão e ficarão sujeitos as novas regras que serão impostas. A primeira ministra Theresa May disse que a livre circulação de pessoas  como existe agora acabará e haverá regras de imigração “para pessoas vindas União Europeia – como hoje temos regras para pessoas vindas de fora da UE”. O Reino Unido já concede viagens isentas de visto para cidadãos de 56 países – que incluem Estados Unidos e Brasil. O passaporte recebe um carimbo na entrada do pais e as pessoas tem direito a permanecer em solo britânico por até 6 meses.

Britânicos em visita à Europa poderão ter que dar explicações sobre visita
Britânicos que desejarem visitar a Europa poderão ser questionados sobre a saúde e por motivos de viagem depois do Brexit, sugere os planos preliminares europeus. As propostas para um novo “Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem” (ETIAS) visam identificar indivíduos que coloquem em risco a segurança, praticam imigração ilegal ou risco para a saúde pública”. Qualquer pessoa que entrar no Espaço Schengen precisará preencher um formulário on-line, fornecer identidade, documento de viagem, informações de residência, detalhes de contato, educação e ocupação atual. Os viajantes também serão questionados sobre saúde, incluindo doenças infecciosas. O endereço onde o visitante permanecerá será solicitado e todas as visitas a países em guerra ou zonas de conflito precisarão ser explicadas.

Países da Commonwealth querem os mesmos direitos dos europeus
A Austrália e outros países da Commonwealth gostariam que seus cidadãos tenham os mesmos direitos dos europeus após o Brexit. Julie Bishop, ministra australiana das Relações Exteriores, disse ao jornal Times que seus colegas no governo ficariam desapontados se o Reino Unido colocar condições de imigração mais restritivas para os cidadãos australianos do que as que serão impostas aos europeus. Outros membros da Commonwealth, como o Canadá e a Nova Zelândia, compartilharam as mesmas preocupações. Atualmente, australianos, assim como as outras nacionalidades dos países membros da Commonwealth, que queiram trabalhar no Reino Unido, devem ter uma proposta de trabalho de uma empresa britânica e aplicar para o visto Tier 2.

Políticos comentam liberdade de visto para visitantes europeus
O ex-ministro de gabinete Lord Hague advertiu Theresa May que ser flexível com  a imigração pode ser um “tiro no pé”. A colocação dele veio após a notícia de que europeus não necessitarão de vistos para visitar o Reino Unido depois do Brexit. Lord Hague também enfatizou que as negociações de Brexit são a “tarefa mais complexa” de qualquer governo desde a Segunda Guerra Mundial. Ele acredita que as próximas rodadas de negociações ainda enfrentarão muitas dificuldades. O ex-lider do Partido Conservador apoia o fato do Reino Unido deixar o mercado comum europeu e acredita que  isso possa trazer de volta “os poderes soberanos do Reino Unido”.

Fronteira entre as Irlandas entra em discussão
O governo disse que deve haver uma “solução sem precedentes” para a fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda após o Brexit. Um documento detalhando as propostas se concentra na necessidade de evitar uma fronteira mais rigida. O governo salienta que não deve haver infra-estrutura física na fronteira, como postos alfandegários ou de imigração. Atualmente a fronteira entre os países conta com quase 300 pontos de passagem. O documento do governo não prevê câmeras de CCTV, nem tecnologia de reconhecimento de número de placas na fronteira. A Irlanda do Norte é a única parte do Reino Unido que compartilhará uma fronteira terrestre com um estado membro da União Europeia após o Brexit. Os críticos dizem que as propostas carecem de detalhes e acreditam que os planos são para “uma fronteira de fantasia”.

* foto The Mirror