Mês: setembro 2018

Premier League pode ser afetada pelo Brexit na transferência de jogadores da Europa

A Premier League, a principal competição de futebol da Inglaterra, está preocupada com o impacto do Brexit e está evitando regulamentações rígidas para contratar jogadores europeus, segundo a BBC. Os clubes podem contratar jogadores sem permissão de trabalho dentro do Espaço Econômico Europeu (EEA). No entanto, os jogadores de fora do EEE devem satisfazer critérios rigorosos para obter uma permissão de trabalho, como jogar 60% dos jogos internacionais.

O presidente do Burnley, Mike Garlick, e do Stoke, Peter Coates, afirmaram que o Brexit pode ser “extremamente prejudicial” para o futebol inglês. Um porta-voz da Premier League afirmou: “Como muitas outras organizações que dependem de uma combinação de talentos nacionais e internacionais, estamos esperando para entender melhor qual será o cenário político e regulatório depois que o Reino Unido deixar a União Européia”

A Premier League diz que realizou “discussões positivas” sobre o assunto. Segundo o Telegraph, a Premier League ligou para o governo britânico para assegurar que não haja restrições nas contratações de jogadores estrangeiros. “É vital que os nossos clubes continuem a adquirir jogadores europeus com a liberdade de que desfrutam atualmente. Temos mantido discussões positivas com o governo sobre a importância do acesso aos jogadores europeus para os nossos clubes e os muitos benefícios culturais e econômicos que uma Premier League globalmente popular traz para o Reino Unido,” afirmou o porta-voz da liga.

A Telegraph atestou que 591 das 1022 contratações de jogadores do Espaço Econômico Europeu, durante a Premier League, não teriam vistos de trabalho com o Brexit e não seriam concretizadas.

Minuto Legal: Reino Unido começa a testar o registro dos cidadãos europeus

Reino Unido começa a testar o registro dos cidadãos europeus

Um grupo de estudantes universitários e funcionários do NHS no noroeste da Inglaterra estão participando de um teste para testar o sistema ‘setteld stattus’. Os cerca de três milhões de residentes da UE no Reino Unido têm até o final de junho de 2021 para se registrar para o novo procedimento. Os ministros, que insistem que o processo será simples, dizem que o piloto permitirá que “ajustes necessários” sejam feitos. O Reino Unido deve deixar a UE em 29 de março de 2019. As informações são da BBC.

80% do crescimento da população do Reino Unido vem da imigração, diz Migration Watch

Mais de 80% do crescimento populacional no Reino Unido nos últimos anos foi devido à imigração, de acordo com um relatório publicado pelo Migration Watch. O grupo estimou que cerca de 5,4 milhões do aumento total da população de 6,6 milhões entre 2001 e 2016 foi o resultado da imigração, uma vez que nascimentos de novos imigrantes foram incluídos. Acesse o relatório.

Número de suspeitos de imigrantes ilegais presos na fronteira do Reino Unido atinge recorde

O número de suspeitos de imigrantes ilegais em portos e aeroportos que tentam entrar na Grã-Bretanha atingiu níveis recordes. Os números mostram 34.146 foram apreendidos no ano passado – quase 100 por dia e três por cento acima dos 33.026 do ano anterior, revelou o The Sun.

Universidades pedem um novo visto para alunos de gradução no Reino Unido

Os líderes de universidades estão pedindo mudanças no sistema de vistos do Reino Unido para permitir que estudantes estrangeiros permaneçam e trabalhem por dois anos depois de se formarem. As universidades dizem que, de outra forma, estudantes estrangeiros, que valem £ 26 bilhões para a economia do Reino Unido, optarão por países como os EUA, Canadá e Austrália. As informações são da BBC.

Tier 1 de Talento Excepcional do Reino Unido é estendido para indústria da moda

O visto de Tier 1 de Talento Excepcional do Reino Unido é estendido para indústria da moda. O British Fashion Council tem trabalhado com o Home Office e o departamento de cultura, mídia e esporte no Reino Unido para garantir a nova composição. Anteriormente, o visto estava aberto apenas para talentos de ciências humanas, engenharia, medicina, tecnologia digital ou a arte.

Em novembro do ano passado o número de vistos disponíveis duplicou para 2000 e agora “a arte” incluirá também os designers de moda que tem a sua própria marca ou desejam empregos no setor criativo da moda no Reino Unido. Caroline Rush, CEO da British Fashion Council, disse em comunicado à imprensa “o British Fashion Council ficou emocionado com a oportunidade de estender o visto Tier 1 vistos para designers de moda no Reino Unido e contribuir para a nossa indústria crescente. Este é um grande exemplo de mudança positiva para apoiar as indústrias criativas para melhorar o acesso aos melhores talentos internacionais.”

O Tier 1 talento excepcional visto é destinado aqueles que não possuiem cidadania europeia, mas podem demonstrar que eles fizeram, ou têm potencial para dar contribuir significativamente como um líder em campo ou são emergentes atuais conhecidos como “um talento excepcional” ou classificados como “excepcionais promessas”.

A expansão do visto coincide com as novas mudanças feito pelo Home Office e a crescente preocupação que Brexit afetará negativamente os talentos que chegam para trabalhar na Grã-Bretanha.

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Estudo estima que meio milhão trabalhadores europeus estão em empregos simples no Reino Unido

Estima-se que 500 mil cidadãos da UE estejam trabalhando em empregos simples no Reino Unido, em funções como colher frutas, limpar escritórios, trabalhar em armazéns e fábricas de alimentos, segundo o relatório do Observatório das Migrações da Universidade de Oxford.

O estudo aponta ainda a preocupação dos empregadores em encontrarem trabalhadores após o Brexit. Com isso o risco de exploração pode aumentar sob as duas principais opções disponíveis para as empresas encontrarem funcionários dispostos a fazer o trabalho, uma vez que a livre circulação de cidadãos europeus terminará.

Ainda na análise dos empregos que os cidadãos da UE executam: 132 mil trabalham em áreas de limpeza, 120 mil em empregos básicos como cafés, 96 mil em armazéns, 91 mil em fábricas e 26 mil em estaleiros. Outros 89 mil eram caminhoneiros, motoristas de van e taxistas; 82 mil trabalhavam em serviços de assistência; 74 mil em processamento de alimentos; 68 mil como assistentes de loja e 54 mil em outros trabalhos administrativos.

Uma das formas de garantir uma oferta contínua de trabalho após a livre circulação dos países europeus seria permitir que as empresas patrocinassem vistos para trabalhadores pouco qualificados, mas tal esquema tem “desvantagens significativas”, segundo o relatório do Observatório das Migrações.

Um porta-voz do Home Office afirmou que depois da saída do Reino Unido da UE será implantado um sistema de imigração que funcionará “para o melhor interesse” de todo o país “Esse sistema será baseado em evidências. O governo encomendou consultoria ao comitê consultivo de migração e continuamos nos engajando com várias partes interessadas”.

As informações são do The Guardian.

Cresce o número de vistos negados à vítimas de abuso pelo parceiro no Reino Unido

A taxa de recusa para as pessoas que se candidatam a permanecer no Reino Unido depois de sofrer violência doméstica mais do que duplicou entre 2012 e 2016 depois que o governo se comprometeu a fazer do Reino Unido um “ambiente hostil para imigrantes ilegais”.

A regra, que permitia que pessoas que entrassem no Reino Unido com um visto de cônjuge e sofressem abusos domésticos, foi introduzida em 2002 depois que ativistas argumentaram que as mulheres estavam sendo forçadas a escolher entre deportação e abuso continuado.

No entanto, o jornal The Guardian revelou que a taxa de negação para pedidos sob a regra da violência doméstica subiu de 12% em 2012 para 30% em 2016, o último ano completo com dados disponíveis. Os números mostram que 1.325 pessoas foram recusadas de um total de 5.820 pedidos feitos entre 2012 e 2016.

Um porta-voz do Home Office afirmou que as solicitações de permissão para permanecer sob a regra de violência doméstica foram tratadas por oficiais treinados “Qualquer aumento ou queda na taxa de aprovação ou recusa será simplesmente um reflexo da natureza dos pedidos recebidos, em vez de qualquer mudança na política ou como a equipe considera tais aplicações” disseram.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, pediu ao governo que proteja as vítimas de violência doméstica com status de imigração insegura, depois que um relatório de Claire Waxman divulgado no site da prefeitura destacou como as pessoas podem ser forçadas a permanecer em relacionamentos abusivos devido ao seu status de imigração.

A LondonHelp4U fornece auxílio na obtenção de visto para vítimas de violência doméstica no Reino Unido. Temos uma equipe de consultores em imigração devidamente registrados e reconhecidos pelo governo britânico.

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