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reportagem revela abuso e agressão em centro de remoção de imigrantes no Reino Unido

Minuto Legal: reportagem revela abuso e agressão em centro de remoção de imigrantes no Reino Unido

O Brexit continua em destaque após mais uma rodada de negociações em Bruxelas. E um programa da BBC causa polêmica ao revelar “caos” em centro de detenção de imigrantes do Reino Unido. Confira essa e outras notícias no Minuto Legal da Londonhelp4U.

Negociador da Europa diz que postura do Reino Unido para o Brexit é “pouco realista”
Michel Barnier, principal negociador da União Europeia para o Brexit, fez um duro discurso a respeito da postura do Reino Unido nas negociações. Segundo ele, a abordagem do Reino Unido para o Brexit é “nostálgica, pouco realista e prejudicada pela falta de confiança”. O discurso veio após a terceira rodada de negociações realizada em Bruxelas. Michel Barnier estava preocupado a solução financeira, os direitos dos cidadãos e as esperanças de acesso futuro ao mercado único do Reino Unido.  Ele disse que algumas das recentes propostas britânicas mostraram  pedidos para obterem os mesmos benefícios que já possuem na União Europeia, sem realmente fazer parte dela.  Barnier disse ter ficado impaciente com a abordagem britânica e queixou-se de que não havia “nenhum progresso decisivo”. A falta de progresso nas negociações também é expressada pelo parlamento europeu, que considera a abordagem do Reino Unido “intolerável” e afirmou que as negociações estavam sendo usadas pelo Partido Conservador para fins políticos.

Secretário do Reino Unido diz que não serão chantageados
Liam Fox, secretário internacional do Reino Unido, rebateu as críticas da Europa sobre o Brexit. Ele disse que a Grã-Bretanha não será “chantageada” para pagar uma dívida excessiva  de saída da União Europeia. Liam discursou em Tóquio, onde acampanhou Theresa May para uma viagem focada no comércio pós-Brexit.  “Eu acho que há frustração de que não conseguimos lidar com os problemas, que estamos presos nesta questão de separação e não conseguimos entender os assuntos que serão importantes a longo prazo para a prosperidade futura do Reino Unido e dos povos da Europa”, declarou ele.  Depois de uma série de conversações com o governo japonês, Theresa May garantiu um acordo formal com o Japão para ter um acordo comercial quando o Brexit for concluído.

Home Office pede desculpas após ameaçar cidadão britânico de deportação
O Home Office pediu desculpas por solicitar a um homem que nasceu e cresceu no Reino Unido para sair do país. Shane Ridge, de 21 anos, foi informado na semana passada de que ele não era um cidadão britânico e teria que “deixar o Reino Unido voluntariamente” ou enfrentar uma prisão ou uma multa. O Home Office admitiu o erro e disse que ele agora é “automaticamente um cidadão britânico”. A confusão aconteceu porque os pais de Ridge nunca se casaram e sua mãe nasceu na Austrália, embora tenha dupla cidadania britância e australiana.  “Quando o Sr. Ridge solicitou o direito de residência, não identificamos que sua avó materna era britânica e que, como resultado, sua mãe havia se estabelecido no Reino Unido no momento do nascimento”, declarou o Home Office em um comunicado. “O Home Office  agora reconhece que o Sr. Ridge é automaticamente um cidadão britânico. Nós falamos com o Sr. Ridge para pedir desculpas por este erro e o sofrimento causado”, disse o orgão britânico.

Programa da BBC registra abuso e agressões em centro de remoção de imigrantes em Londres
Nove membros da equipe de um centro de remoção de imigração perto do aeroporto de Gatwick foram suspensos após uma investigação secreta do programa Panorama da BBC. O programa diz que as imagens secretas gravadas em Brook House mostram os oficiais “zombando, abusando e agredindo” as pessoas que estão sendo mantidas lá. O programa, que será exibido na segunda-feira (4), usa imagens registradas dentro centro, que detém pessoas que serão deportadas do Reino Unido. De acordo com a atração, as cenas mostram “caos, incompetência e abuso”. A GS4, responsável pela segurança do centro, disse que está ciente das acusações e começou uma investigação sobre o caso. “Não há lugar para o tipo de conduta descrita”, disse a empresa. A Brook House abriga atualmente 508 homens – principalmente do Paquistão, Albânia, Nigéria, Afeganistão e Índia. De acordo com o Home Office, a maioria dos detidos aguardam ser deportados do Reino Unido.

Donald Trump quer acabar com programa de proteção a jovens imigrantes.
Donald Trump ainda não tomou uma decisão final sobre o destino de quase 800 mil jovens imigrantes sem documentos  que estão nos Estados Unidos.  Trump quer acabar com um programa estabelecido por Obama em 2012, que garante asilo para imigrantes que chegaram aos EUA antes de terem 16 anos de idade.  Na quinta-feira, um relatório da Fox News e da Reuters revelou que o presidente estava pronto para anunciar a eliminação progressiva do programa. Atualmente, através do programa, chamado de “Daca”, os jovens podem obter vistos temporários que os permite estudar e trabalhar nos EUA.

* foto The Guardian

Minuto Legal: número de europeus no Reino Unido diminui após o Brexit

Minuto Legal: número de europeus no Reino Unido diminui após o Brexit

Novas estatísticas da imigração do Reino Unido mostram que europeus tem deixado o país e quais são os reais números sobre os estudantes estrangeiros na Grã-Bretanha. Confira essa e outras notíciais no Minuto Legal da Londonhelp4U.

Números de imigrantes europeus no Reino Unido cai após o Brexit
A migração líquida para o Reino Unido caiu para o seu nível mais baixo em três anos, já que mais cidadãos europeus deixaram o país após a votação do Brexit. De acordo com o Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS), o índice de migração líquida, que é a diferença entre quem entra e quem sai do Reino Unido, foi de 246 mil, contra 327 mil no ano passado, contabilizando 81 mil pessoas a menos. “Esses números mostram um Brexodus de cidadãos da UE profundamente preocupante para o Reino Unido. Isto é em grande parte resultado do fracasso do governo de Theresa May em garantir o direito dos europeus”, declarou Vince Cable, do partido Liberal Democrata.  A mudança foi impulsionada por uma queda acentuada da migração dos cidadãos da UE para o Reino Unido, à medida que mais deixaram o país e menos chegaram nos meses após o país votar para deixar a União Européia, em 23 de junho de 2016, reportam as estatísticas.

Números de estudantes estrangeiros em UK causam embaraço para Theresa May
A determinação de Theresa May de continuar contando estudantes estrangeiros como alvo da imigração do governo a deixou isolada na noite de quinta-feira (24), depois que números oficiais revelaram que menos de 5.000 estudantes por ano continuam no Reino Unido depois que seu visto expira. Uma série de políticos do Partido Conservador e da oposição pediram à primeira-ministra que acabe com o foco em estudantes estrangeiros, pois o governo está superestimando drasticamente o número de estudantes que permanecem na Grã-Bretanha ilegalmente. Novos dados, publicados pelo Escritório de Estatísticas Nacionais, mostraram que apenas 4.600 ultrapassaram seu visto no ano passado. Nos manifestos do Partido Conservador de 2010, 2015 e 2017, as estimativas eram próximas de 100.000 estudantes.

Reino Unido diz que pagará parte da dívida referente ao Brexit
O Reino Unido pagará para a União Europeia como parte do processo do Brexit.  Boris Johnson, secretário do exterior,  afirmou que o Reino Unido deve cumprir as suas obrigações.  “Algumas das somas que eu vi pareciam ser muito altas e, claro, cumpriremos nossas obrigações”, disse ele ao programa Today da BBC Radio 4. “Somos pessoas que cumprem as leis, pagando contas. O Reino Unido contribuiu com centenas de bilhões ao longo dos anos. A questão da “lei de divórcio” dividiu as dicussões do Brexit, com alguns exigindo que o Reino Unido se recusasse pagar um centavo. O próprio Johnson disse na Câmara dos Comuns no mês passado que uma dívida de € 100 bilhões seria exorbitante.  A União Europeia está pedindo dinheiro para cobrir os compromissos de gastos que o Reino Unido já realizou, bem como os custos relacionados ao Brexit.

Home Office envia cartas “erradas” para cidadãos europeus ameaçando deportação

O Home Office enviou cerca de 100 cartas “erradas” para cidadãos europeus que vivem no Reino Unido, dizendo-lhes que tinham que sair do país ou seriam detidos. Um dos casos teve como vitima uma cidadã finlandêsa, que recebeu uma das cartas. A Dra. Eva Johanna Holmberg, casada com um cidadão britânico, disse que não acreditou no que leu quando viu que tinha um mês para deixar o país. Seis dias após ter recebido a carta, Eva foi contactada pelo Home Office. O orgão disse que a carta enviada a Eva, assim como cerca de outras 100 cartas destinadas a europeus, foram um erro.  “Um número limitado de cartas foram emitidas por engano e temos investigado urgentemente por que isso aconteceu”, acrescentou um porta-voz. O Home Office ressaltou que os direitos dos cidadãos da UE no Reino Unido “permanecem inalterados”. Confira mais aqui.

Política de Imigração de Trump afeta economia dos Estados Unidos
A repressão da administração de Trump sobre a política de imigração está contribuindo para uma desaceleração nos gastos dos consumidores hispânicos, de acordo com um recente relatório de Wall Street. “Vários empresas de consumo registraram quedas dos gastos de consumidores hispânicos “, diz a pesquisa. “A queda é provável devido à incerteza em torno da política de imigração”. A busca pelo presidente Donald Trump de uma reforma imigratória mais agressiva atraiu críticas de muitos consumidores e empresas por razões de responsabilidade social, mas este relatório mostra que a política anti-imigratória pode prejudicar diretamente a economia. Segundo a pesquisa, os hispânicos tem saído menos de casa e consumido menos, principalmente nas cidades da fronteira americana com o México.

*foto BBC

Home Office comete erro e envia cartas a europeus ameçando-os de deportação

Home Office comete erro e envia cartas a europeus ameçando-os de deportação

O Home Office enviou cerca de 100 cartas “erradas” para cidadãos europeus que vivem no Reino Unido, dizendo-lhes que tinham que sair do país ou seriam detidos.

O erro surgiu depois que uma cidadã finlandêsa, que tem o direito de viver no Reino Unido, recebeu uma das cartas. A Dra. Eva Johanna Holmberg, casada com um cidadão britânico, disse que não acreditou no que leu quando viu que tinha um mês para deixar o país.

Eva, que trabalha na Universidade Queen Mary em Londres, solicitou originalmente um “certificado de residência”. O certificado –  válido para cidadãos europeus  – confirma o direito do europeu de viver no Reino Unido. Após a solicitação, ela recebeu a carta.

“Quando eu abri isso, não podia acreditar no que estava escrito”, relatou Eva à BBC.  A carta dizia que uma decisão tinha sido tomada para removê-la do Reino Unido. O documento ainda dizia que ela seria presa, caso não deixasse o Reino Unido em um mês.

Eva, que trabalha como historiadora na universidade,  passou os dias seguintes contatando um advogado, seu empregador e tentando falar com o Home Office. “Entrei em contato com inúmeras pessoas no Twitter, por email e no Facebook. Eu vi outras pessoas relatando experiências semelhantes”, contou ela.

Resposta do Home Office
Seis dias após ter recebido a carta, Eva foi contactada pelo Home Office. O orgão disse que a carta enviada a Eva, assim como cerca de outras 100 cartas destinadas a europeus, foram um erro.  “Um número limitado de cartas foram emitidas por engano e temos investigado urgentemente por que isso aconteceu”, acrescentou um porta-voz. O Home Office ressaltou que os direitos dos cidadãos da UE no Reino Unido “permanecem inalterados”.

A primeira-ministra Theresa May chamou o erro de “infeliz”.  May disse que o Home Office “se organizou rapidamente para entrar em contato com todas as pessoas que receberam essas cartas e para tranquilizá-las de que não seriam deportadas”.

“Eu quero tranquilizar todos os cidadãos da UE aqui no Reino Unido que seus direitos e status aqui no Reino Unido não mudaram”, disse Theresa May à BBC.

James McGrory, diretor executivo do grupo pró-Europa, Open Britain, declarou: “Isso é uma coisa vergonhosa . Não é de admirar que muitos cidadãos da UE se sintam preocupados com o seu futuro no Reino Unido quando ouvem falar que pessoas que tem todo o direito de estar aqui, estão recebendo cartas ameaçando-as de deportação”.

*foto Metro

europeus não precisarão de visto para visitar Reino Unido

Minuto Legal: europeus não precisarão de visto para visitar Reino Unido

O governo britânico continua fazendo revelações sobre o futuro do Reino Unido no pós-Brexit. Confira nas notícias do Minuto Legal, da LondonHelp4U.

Europeus não devem ter necessidade de visto para visitar Reino Unido no pós-Brexit
De acordo com a BBC, o governo britânico não planeja criar um visto especial de turista para europeus para que o Reino Unido deixar a União Europeia. Os europeus teriam a liberdade de visitar o país sem a necessidade de aplicar para um visto prévio. Porém, eles teriam que ser identificados no aeroporto na chegada, assim como visitantes de outros países. Se desejaram se fixar no Reino Unido, trabalhar ou estudar, eles terão que solicitar permissão e ficarão sujeitos as novas regras que serão impostas. A primeira ministra Theresa May disse que a livre circulação de pessoas  como existe agora acabará e haverá regras de imigração “para pessoas vindas União Europeia – como hoje temos regras para pessoas vindas de fora da UE”. O Reino Unido já concede viagens isentas de visto para cidadãos de 56 países – que incluem Estados Unidos e Brasil. O passaporte recebe um carimbo na entrada do pais e as pessoas tem direito a permanecer em solo britânico por até 6 meses.

Britânicos em visita à Europa poderão ter que dar explicações sobre visita
Britânicos que desejarem visitar a Europa poderão ser questionados sobre a saúde e por motivos de viagem depois do Brexit, sugere os planos preliminares europeus. As propostas para um novo “Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem” (ETIAS) visam identificar indivíduos que coloquem em risco a segurança, praticam imigração ilegal ou risco para a saúde pública”. Qualquer pessoa que entrar no Espaço Schengen precisará preencher um formulário on-line, fornecer identidade, documento de viagem, informações de residência, detalhes de contato, educação e ocupação atual. Os viajantes também serão questionados sobre saúde, incluindo doenças infecciosas. O endereço onde o visitante permanecerá será solicitado e todas as visitas a países em guerra ou zonas de conflito precisarão ser explicadas.

Países da Commonwealth querem os mesmos direitos dos europeus
A Austrália e outros países da Commonwealth gostariam que seus cidadãos tenham os mesmos direitos dos europeus após o Brexit. Julie Bishop, ministra australiana das Relações Exteriores, disse ao jornal Times que seus colegas no governo ficariam desapontados se o Reino Unido colocar condições de imigração mais restritivas para os cidadãos australianos do que as que serão impostas aos europeus. Outros membros da Commonwealth, como o Canadá e a Nova Zelândia, compartilharam as mesmas preocupações. Atualmente, australianos, assim como as outras nacionalidades dos países membros da Commonwealth, que queiram trabalhar no Reino Unido, devem ter uma proposta de trabalho de uma empresa britânica e aplicar para o visto Tier 2.

Políticos comentam liberdade de visto para visitantes europeus
O ex-ministro de gabinete Lord Hague advertiu Theresa May que ser flexível com  a imigração pode ser um “tiro no pé”. A colocação dele veio após a notícia de que europeus não necessitarão de vistos para visitar o Reino Unido depois do Brexit. Lord Hague também enfatizou que as negociações de Brexit são a “tarefa mais complexa” de qualquer governo desde a Segunda Guerra Mundial. Ele acredita que as próximas rodadas de negociações ainda enfrentarão muitas dificuldades. O ex-lider do Partido Conservador apoia o fato do Reino Unido deixar o mercado comum europeu e acredita que  isso possa trazer de volta “os poderes soberanos do Reino Unido”.

Fronteira entre as Irlandas entra em discussão
O governo disse que deve haver uma “solução sem precedentes” para a fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda após o Brexit. Um documento detalhando as propostas se concentra na necessidade de evitar uma fronteira mais rigida. O governo salienta que não deve haver infra-estrutura física na fronteira, como postos alfandegários ou de imigração. Atualmente a fronteira entre os países conta com quase 300 pontos de passagem. O documento do governo não prevê câmeras de CCTV, nem tecnologia de reconhecimento de número de placas na fronteira. A Irlanda do Norte é a única parte do Reino Unido que compartilhará uma fronteira terrestre com um estado membro da União Europeia após o Brexit. Os críticos dizem que as propostas carecem de detalhes e acreditam que os planos são para “uma fronteira de fantasia”.

* foto The Mirror

redução de imigrantes nos EUA e Reino Unido pode prejudicar economia

Minuto Legal: redução de imigrantes nos EUA e Reino Unido pode prejudicar economia

Ex-assessor do Partido Conservador quer criar Partido anti-Brexit
James Chapman, ex-chefe de gabinete do secretário do Brexits, disse que deixar a União Europeia será uma “calamidade para o Reino Unido”. James Chapman afirmou que dois ministros manifestaram interesse em um novo partido do centro para se opor ao Brexit. Ele também afirmou que os conservadores terão dificuldade em ganhar uma maioria novamente. Em junho ele acusou a primeira-ministra Theresa May de assumir uma posição “absolutista” em alguns aspectos da política do Brexit.  Chapman também propôs a criação de um novo partido – chamado Democratas – para se opor à saída da UE. Ele acrescentou: “A minha opinião é que a marca do Partido Conservador já foi prejudicada de tal forma que o partido não  ganhará mais uma vez a maioria”.

Reino Unido deixa de ser atrativo para talentos globais por conta do Brexit
O Reino Unido não é mais uma escolha para os trabalhadores internacionais da área de tecnologia devido a preocupações com a Brexit. De acordo com uma pesquisa, a maioria dos entrevistados que trabalham na indústria de tecnologia dos EUA disseram que desistiram de se mudar para o país desde que Brexit fez do Reino Unido um lugar menos desejável para viver. Apenas 6% das pessoas entrevistadas disseram que o Reino Unido permaneceu como a principal escolha para o deslocamento. A indústria de tecnologia do Reino Unido acredita que profissionais de outros países trazem novidade para o setor. Porém o Brexit e suas conseqüências fizeram com que o Reino Unido não seja mais atrativo para esses profissionais. Ruth Davidson, do Partido Conservador Escocês, disse que sem o impulso dos imigrantes a economia britânica pode enfrentar limitações.

Governo volta ao discurso de redução do número de imigrantes
Os planos do governo para reduzir a imigração para o Reino Unido para menos de 100 mil foram defendidos por um membro importante do gabinete de Theresa May. O primeiro secretário de Estado, Damian Green, disse que os ministros acreditam que um “nível sustentável” de imigração seria o de 100 mil pessoas. Damian discursou depois que a líder conservadora escocesa Ruth Davidson questionou o objetivo de cortar a migração líquida – o que nunca foi alcançado desde que o governo anunciou isso em 2010. “É claro que uma das forças por trás do voto de Brexit era um sentimento em algumas partes do Reino Unido de que a imigração tinha sido permitida por muito tempo e sem controle. É algo que temos que considerar”, declarou Damian.

Britânicos tentam conseguir dupla-cidadania para permanecer na Europa
Britânicos que vivem na Europa estão correndo para garantir que não sejam expulsos dos países que vivem depois que o Reino Unido deixar oficialmente a União Europeia. Pesquisas sugerem que muitos britânicos estão cada vez mais preocupados com seu futuro.  Alguns criticaram o governo por deixá-los para trás  “esquecendo” suas necessidades enquanto se concentram em negociar os direitos dos 3,2 milhões de cidadãos europeus que vivem no Reino Unido. Uma pesquisa realizada em Luxemburgo, revelou que 70% dos britânicos no país querem aplicar para a dupla-cidadania.  No entanto, a dupla cidadania é proibida em pelo menos nove países europeus, deixando milhares de britânicos esperando novas informações da União Europeia. O Brexit também levou alguns britânicos no Reino Unido a buscar formas de adquirir um segundo passaporte.

Proposta de Trump para imigrantes pode reduzir economia e empregos nos EUA
Um novo estudo da escola de negócios Wharton da Universidade da Pensilvânia descobriu que as propostas de imigração que o presidente Donald Trump apoia diminuirão o crescimento norte-americano e cortarão mais de 1 milhão de empregos ao longo de 10 anos. O presidente aprovou firmemente um projeto de lei apresentado nos EUA chamado “Raise Act”, que afeta também os imigrantes legais que desejam se transferir para o país. Seus defensores dizem que querem receber apenas imigrantes “bons” – aqueles com muito dinheiro e altos níveis de educação. Mas o relatório da Wharton conclui que a legislação, que deveria ter como objetivo aumentar o crescimento econômico e criar mais empregos americanos, realmente teria o efeito oposto. Quase 100 mil empregos seriam extintos apenas no primeiro ano, sugerem as estimativas. “A longo prazo, os imigrantes trabalham e contribuem para economias”, diz o relatório.

*foto Daily Express