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imigrantes devem ser encorajados a permanecer no Reino Unido

Para a imigração a trabalho, os imigrantes devem ser encorajados a permanecer no Reino Unido

Por Nick Pearce

Há duas semanas, os canadenses votaram em um novo governo Liberal, liderado por Justin Trudeau. Havia muita coisa que um observador da política britânica teria reconhecido na campanha eleitoral canadense, não apenas argumentos sobre a despesa pública e de saúde.

Mas o debate sobre a imigração canadense tinha um tom marcadamente diferente da nossa. Embora na Quebec francófona, ecos do secularismo francês foram ouvidos em um debate turbulento de eleição sobre o Niqab (o véu usado por muitas mulheres muçulmanas), todos os lados do espectro político tinham uma história positiva para contar sobre a imigração. O novo governo Liberal fez o que muitos no Reino Unido poderiam pensar que seria politicamente impossível: ser eleito em uma plataforma pró-imigração.

O Canadá é um dos países mais socialmente coesos das democracias avançadas. Historicamente, ele recebeu imigrantes, e isso tem favorecido o estabelecimento a longo prazo dos migrantes mais de esquemas de trabalho ou trabalhadores convidados temporários. Ele tenta transformar estranhos em cidadãos. Aqui, pelo contrário, estamos falando em termos contundentes sobre metas de migração líquida e como levar as pessoas para fora quando elas têm servido à finalidade para que vieram.

O Canadá tem generosos esquemas de reunificação familiar. Os imigrantes podem se inscrever para trazer seus avós, assim como seus parceiros e filhos, para o país. O Canadá também premia estudantes internacionais com créditos para incentivá-los a ficar e se naturalizar. O sistema canadense coloca imigrantes em um caminho para a cidadania, celebrando a aquisição da cidadania e da colocação de um valor considerável no processo de naturalização. O manifesto liberal de Trudeau ainda propôs dar a todos os novos cidadãos o livre acesso a gloriosos Parques Nacionais do Canadá.

No Reino Unido, estamos nos movendo na direção oposta. Imigrantes de fora da União Europeia têm cada vez mais dificuldades em trazer suas famílias com eles. Os alunos que estudam aqui não estão autorizados a permanecer e trabalhar depois de terem concluído os seus cursos. Depois de três ou quatro anos de estudo em inglês, fazendo amigos britânicos e aprendendo nossos costumes e cultura, eles são impedidos de fazer uma vida aqui no mundo do trabalho. Nosso sistema de cidadania trata aqueles que fazem uma solicitação para naturalizar-se com desconfiança, e as nossas taxas (mais de £1,000, em comparação com £313 no Canadá) estão entre as mais altas do mundo desenvolvido. Somente os mega-ricos encontram o caminho para a cidadania britânica fácil, usando os seus milhões para alcançar o status de investidor e as recompensas que vão com ele.

Isso significa que, enquanto o Canadá está incentivando seus imigrantes a criar raízes, integrar à comunidade local e se tornarem cidadãos, a Grã-Bretanha está promovendo um modelo em que as pessoas ficam por alguns anos e, em seguida, seguem em frente. Padrões britânicos de migração são cada vez mais transitórios.

Um relatório recente do IPPR-Coventry University analisou o impacto dessa transitoriedade aumentando na Grã-Bretanha. Nossa pesquisa em quatro cidades – a partir de Slough até Boston – mostrou que esse vai-e-volta pode ser profundamente perturbador para as comunidades. As pessoas com quem conversamos compartilhou de preocupações semelhantes: imigrantes foram “removidos”, “entraram e saíram”, não “fizeram parte”. Ansiedades existentes sobre migração estavam sendo exacerbadas pela sua natureza temporária e transitória. Na busca de uma estreita migração líquida, o governo está colocando ambos os obstáculos no caminho dos migrantes e colocando pressões adicionais sobre as comunidades.

A política de imigração deve ser “à prova de integração”. Isto significa avaliar as reformas não apenas com base no seu provável impacto sobre o destino de migração líquida, mas também sobre como elas irão afetar a vida cotidiana local. Atitudes britânicas em relação à diversidade mostram que os migrantes podem tornar-se uma parte integrante das comunidades locais, mas apenas se forem feitos esforços para promover a sua integração – seja no trabalho, na educação, por meio do aprendizado do inglês ou da habitação. Para viver uma vida comum, e não um casamento temporário de conveniência econômica, os migrantes precisam de ser encorajados a terem residência.

Para promover a naturalização , devemos “auto-inscrever” migrantes, tanto da União Europeia como de fora da União Europeia, em uma rota de cidadania depois de cinco anos como residente no Reino Unido. Isto enviaria uma forte mensagem de que as pessoas que integram e se tornam parte da nossa sociedade serão recompensadas com os direitos, bem como responsabilidades, da cidadania britânica.

Sempre haverá um papel para a migração laboral temporária , é claro, não apenas no setor da agricultura e do NHS. Os empregadores que têm de preencher as lacunas de competências de forma rápida e não conseguem encontrar candidatos adequados no mercado interno têm benefícios enormes de serem capazes de atrair trabalhadores do exterior , que vêm aqui para trabalhar por alguns anos antes de voltar para casa. Mas se os britânicos estão vivendo com sucesso com sua nova diversidade, eles precisam encontrar maneiras de residirem juntos. Níveis relativamente altos de migração são agora uma característica de economias ocidentais, e mesmo que a imigração tenha diminuído, a diversidade não mudaria. Temos de fazer um sucesso disso.

Os conservadores britânicos, muitas vezes, olham respeitosamente para a “anglosfera” da Commonwealth que fala inglês. Eles deveriam pegar uma folha do livro do Canadá, e bater com uma otimista nota sobre a capacidade do Reino Unido para integrar seus imigrantes.

Nick Pearce é Diretor do IPPR

Fonte: The Telegraph

retenção de visto baseado em divórcio

Imigração britânica muda exigências em caso de retenção de visto baseado em divórcio

Se você reside no Reino Unido com visto de dependente de europeu, ou seja, porque você é casada(o) ou tem algum vínculo afetivo com um europeu, saiba que, em caso de separação ou divórcio, você tem possibilidades de continuar morando no Reino Unido sem problemas, ou seja, fazer a retenção de visto baseado em divórcio.

Como já falamos em nosso blog anteriormente, existem 2 regras importantes para que o estrangeiro consiga permanecer legalmente em solo britânico em caso de divórcio, que são:

– O seu casamento deve ter durado, no mínimo, 3 anos, você deve ter residido no Reino Unido por 1 ano pelo menos e, na data do divórcio, você e o europeu deveriam estar economicamente ativo no país, ou seja, trabalhando.

Se você atende a esses requesitos, você tem grandes chances de poder continuar morando no Reino Unido.

Mas temos novidades. A grande mudança anunciada pelo Home Office recentemente é que eles só consideram os três anos de casado antes da protocolocação do divórcio, e não contando com o período que o divórcio demorou para sair.

Por exemplo, antes, as pessoas que davam entrada no divórcio com 2 anos e meio de casamento e obtinham o divórcio decretado em 6 meses – o que completaria 3 anos de casado – podiam dar entrada na retenção do visto. Agora o Home Office só considerará a possibilidade da retenção do visto se a pessoa der entrada no divórcio já com 3 anos de casado.

Existe também a situação onde a pessoa dá entrada/protocola o divórcio após os 3 anos de casamento e o europeu vai embora do Reino Unido.

Agora, você só precisará demonstrar que ele estava trabalhando no país na data do protocolo do divórcio. Isso faz com que, se o divórcio demorar a sair e o europeu já tenha saído do Reino Unido durante esse período, dificultando obter documentos, você ainda possa conseguir o seu visto já que, a partir de agora, conta-se a data do protocolo da petição de divórcio para retenção do visto e não mais a de quando o divórcio é finalizado, como sempre foi.

Muito importante saber que, em muitas situações, o visto pode ser solicitado, ainda que o seu ex-parceiro não tenha intenção de ajudá-lo na situação do divórcio que explicamos, como, por exemplo, fornecer documentos que ele estava trabalhando na data do divórcio.

Caso você tenha feito algo diferente do que escrevemos acima, procure um especialista em imigração para saber os seus direitos.

Retenção de visto no Reino Unido

Retenção de visto no Reino Unido: em quais situações é possível

Se você sempre teve dúvidas sobre retenção de visto no Reino Unido, estamos aqui para responder a algumas questões frequentes!

Vamos explorar o assunto e explicar para você os casos mais comuns em que é possível que isso aconteça.

Divórcio

Se você reside no Reino Unido com visto de dependente de europeu, ou seja, porque você é casada(o) ou tem algum vínculo afetivo com um europeu, saiba o que fazer se houver separação ou divórcio e o que acontece com o seu visto.

Sendo assim, a pergunta é: o que acontece com os direitos do não-europeu de residir no Reino Unido em caso de separação de corpos, em que o casal continua residindo em solo britânico, separação ou divórcio?

Existem 2 regras importantes:

Se você estiver separado, mas não divorciado, e ambos residem no Reino Unido, você pode renovar o seu visto ou solicitá-lo como casados ou obter a sua residência permanente.

Se você estiver divorciado, você pode reter o seu visto baseado no seu divórcio. Para isso, o seu casamento deve ter durado, no mínimo, 3 anos, residido no Reino Unido por 1 ano e, na data do divórcio, o europeu deveria estar economicamente ativo no país.

Em muitas situações, o visto pode ser solicitado, ainda que o seu ex-parceiro não tenha intenção de ajudá-lo na situação do divórcio que explicamos, como, por exemplo, fornecer documentos que o europeu estava trabalhando na data do divórcio.

Morte

Sim, também é possível reter o visto com base em morte. Nós vamos explicar melhor.

Para fazer a solicitação nesse caso, o não-europeu deve ter residido no Reino Unido com o europeu por pelo menos 1 ano e ele deveria estar trabalhando em solo britânico na época do falecimento.

Vale lembrar que fortaleceria o pedido do visto se o não-europeu estivesse trabalhando no Reino Unido também.

Descendente direto do europeu estudante no Reino Unido

Essa situação se dá quando a mãe ou pai não-europeu(ia) possui um filho(a) com um cidadão europeu e ele está estudando no Reino Unido, ainda que não possua a cidadania europeia.

Caso o europeu saia do Reino Unido, a criança tem o direito de reter a residência, desde que, no momento em que saiu, o europeu estava trabalhando em solo britânico.

Nesse caso, para que a criança possa continuar os estudos, é possível reter o direito de residência e também do adulto responsável por ela.

Vítima de violência doméstica

Funciona em caso do não-europeu sofrer violência doméstica pelo europeu durante a constância do relacionamento.

Para evitar os abusos, pode-se requerer o visto baseado na violência doméstica.

Mas o mais importante: é essencial evidenciar a violência com o maior número de provas possíveis. Ou seja, é necessário entrar em contato com a polícia e fazer os relatos.

Lembrando que, dificuldades podem existir para obter as documentações necessárias. Nesse caso, consultores de imigração com experiência podem fazer a diferença para o sucesso na obtenção do seu visto.

Ficou com dúvidas? Fale conosco no 020 7636 8500 (Reino Unido) ou no (11) 3283-0906 (Brasil), escreva-nos no info@londonhelp4u.co.uk ou preencha qualquer um dos formulários em nosso site. Será um prazer ajudá-lo!

direitos que você tem no Reino Unido sendo casado (a) com um cidadão europeu

Conheça os direitos que você tem no Reino Unido sendo casado (a) com um cidadão europeu

Você é casado ou tem intenção de casar com um cidadão membro da União Europeia? Planejam também viver no Reino Unido? Essa situação é muito comum e estamos aqui para esclarecer alguns pontos fundamentais desta união.

Veja só um caso frequente e usual: você viaja para o Reino Unido, primeiramente a estudos ou mesmo a turismo, encontra uma pessoa e começam a namorar e planejam ficar juntos.

Existe também a possibilidade de, no seu país de origem, a pessoa com quem você tem um relacionamento possuir dupla nacionalidade, tendo passaporte europeu.

Não só o europeu, mas também o dependente, que pode ser esposa, esposo, filhos do casal ou de relacionamentos anteriores, pais e outros familiares que são dependente financeiramente do casal, podem ter o direito de residir em território britânico. A lei europeia protege o livre acesso de ir e vir entre os países da União Europeia, não havendo barreiras.

Se a decisão do casal for residir no Reino Unido, saiba o que é necessário para ficar legalmente no país e usufruir de seus direitos:

Caso a intenção seja residir de forma permanente no Reino Unido, o europeu deve demonstrar que está economicamente ativo, o que consequentemente dará direitos a seus familiares de residir sem restrição em solo britânico.

Os familiares, com o visto de residência no Reino Unido, podem estudar, trabalhar e viajar sem se preocupar com a sua entrada/saída no país.

O europeu, tanto quanto os seus familiares, adquirem o direito de residência permanente após 5 anos de residência, se cumpridos os requisitos legais.

IMPORTANTE: com a residência permanente, ainda que o Reino Unido não faça mais parte da União Europeia, você e o seus familiares poderão continuar residindo sem restrições na Grã-Bretanha.

Solicitação de visto

Caso esteja fora do Reino Unido, você pode obter o visto inicial de 6 meses para residir em solo britânico. A solicitação deve ser feita no Consulado Britânico em qualquer lugar do mundo.

Uma vez dentro do Reino Unido, é possível solicitar o visto, cuja validade seria de 5 anos, podendo obter a residência permanente após este período.

Uma observação importante para nossos clientes: o visto é apenas uma declaração do seu direito, assim, ainda que não tenha sido expedido pelo Home Office formalmente no seu passaporte, você está protegido legalmente.

E se houver separação ou divórcio? O que acontece com o meu visto?

É completamente normal o fato de relacionamentos não durarem por todo esse tempo. Sendo assim, a pergunta é: o que acontece com os direitos do não-europeu de residir no Reino Unido em caso de separação de corpos, em que o casal continua residindo em solo britânico, separação ou divórcio?

Existem 2 regras importantes:

  • Se você estiver separado, mas não divorciado, e ambos residem no Reino Unido, você pode renovar o seu visto ou solicitá-lo como se ainda estivessem morando juntos como casados ou obter a sua residência permanente
  • Se você estiver divorciado, você pode reter o seu visto baseado no seu divórcio. Para isso, o seu casamento deve ter durado, no mínimo, 3 anos, residido no Reino Unido por 1 ano e, na data do divórcio, o europeu deveria estar economicamente ativo no país

Uma dica importante para nossos clientes e leitores: em muitas situações, o visto pode ser solicitado, ainda que o seu ex-parceiro não tenha intenção de ajudá-lo na situação do divórcio que explicamos, como, por exemplo, fornecer documentos que o europeu estava trabalhando na data do divórcio.

Lembrando que, dificuldades podem existir para obter as documentações necessárias. Nesse caso, consultores de imigração com experiência podem fazer a diferença para o sucesso na obtenção do seu visto.

Precisa de mais ajuda? Venha para uma consulta na LondonHelp4U! Fale conosco no info@londonhelp4u.co.uk ou ligue pra gente no 020 7636 8500 no Reino Unido ou no (11) 3283 0906 se estiver no Brasil!

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