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partidos Conservador e Trabalhista se posicionam sobre imigração no Reino Unido

Minuto Legal: partidos Conservador e Trabalhista se posicionam sobre imigração no Reino Unido

Nas vésperas das Eleições Gerais no Reino Unido, os líderes dos partidos Conservador e Trabalhista falaram sobre seus projetos sobre a imigração no país. Confira essa e outras notícias no Minuto Legal da LondonHelp4U.

Theresa May diz que é preciso trabalhar duro para conter a imigração
O Partido Conservador confirmou suas intenções com relação a sua política de imigração no Reino Unido depois que Theresa May sinalizou que quer reduzir os números de imigrantes para menos de 100 mil por ano até 2022. A meta  está no manifesto do partido. O secretário de Brexit, David Davis, disse que os Conservadores querem atingir a meta em cinco anos. “Estamos trabalhando para cortar a imigração para 100 mil por ano, mas isso não é algo que você pode fazer como mágica, de repente. É necessário continuar trabalhando duro para isso”, declarou a primeira-ministra Theresa May. O Partido Conservador disse que é o único comprometido a controlar a imigração.

Partido Trabalhista quer controlar imigração com base nos direitos das famílias
Já Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista, diz que não fará “promessas falsas” sobre o corte da imigração se o Partido Trabalhista vencer as eleições. Ele disse que “gerenciaria a imigração com base nas necessidades do país” e que controlaria as empresas “sem escrúpulos” que utilizam trabalhadores estrangeiros baratos para diminuir seus salários. “Se não tivéssemos trabalhadores imigrantes de fora da Europa ou da Europa trabalhando em nosso NHS, estariamos em um estado ainda pior do que estamos no momento”, declarou Corbyn. Ele também disse que o Partido Trabalhista quer gerenciar a imigração de acordo com as necessidades econômicas do Reino Unido e dos direitos das famílias.

União Europeia diz estar pronta para iniciar as negociações do Brexit
Michel Barnier, o negociador da Brexit da União Europeia, disse que espera começar a primeira rodada de conversações na semana de 19 de junho. “Desde o dia em que o Reino Unido decidiu sair, a UE passou por um intenso processo preparatório. Estamos prontos e bem preparados”, disse Barnier. Os 27 ministros do bloco europeu concordaram por unanimidade sobre as “diretrizes de negociação” de saída do Reino Unido. O acordo afirma que a situação dos cidadãos da UE (3,5 milhões de europeus no Reino Unido e 1,2 milhões de britânicos no continente) é a principal prioridade da UE. O acordo diz que o Brexit deve assegurar “garantias efetivas, não discriminatórias e abrangentes” para essas pessoas e suas famílias.

Cidadãos de fora do Reino Unido terão que pagar por email enviado ao Home Office
A partir de 1 de junho de 2017, o Home Office iniciou mudanças nos serviços oferecidos para pessoas que não residam no Reino Unido. Entre elas está a cobrança de £ 5,48 para enviar um email ao orgão referente a processos de vistos. A taxa é cobrada para o primeiro e-mail enviado e  para todos os outros que são enviados e também recebidos do Home Office referentes ao mesmo processo. O número de línguas disponíveis para contato também foi reduzido de 20 para 8. “Essas mudanças ajudam o governo a reduzir custos e garantir que aqueles que se beneficiem diretamente do sistema de imigração do Reino Unido façam uma contribuição apropriada”, diz a declaração  oficial do Home Office sobre a nova taxa.

Trump pede que Tribunal julgue seu decreto de imigração
O governo de Donald Trump solicitou na última quinta-feira (1º) que a Suprema Corte dos EUA  analise seu decreto que proíbe a entrada no país de cidadãos de seis países de maioria muçulmana: Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. “Pedimos à Suprema Corte que analise este importante caso e acreditamos que o decreto do presidente Trump se enquadra dentro de suas atribuições legais de garantir a segurança da Nação e proteger nossas comunidades do terrorismo. O presidente não deve admitir pessoas de países que patrocinam ou apoiam o terror”, disse a porta-voz do departamento de Justiça, Sarah Isgur. Trump firmou um decreto em janeiro, que suspendia por seis meses a entrada de refugiados e imigrantes dos seis países citados. O decreto foi barrado em seguida nos tribunais federais.

Theresa May discursa sobre o Brexit: controle das fronteiras

Theresa May discursa sobre o Brexit: controle das fronteiras

A primeira-ministra Theresa May fez seu primeiro grande discurso, e também o mais contundente, sobre o Brexit, desde que assumiu o governo do Reino Unido.

Na última terça-feira (17), na Lancaster House, em Londres, May indicou que vai fazer o que os analistas chamam de um “hard” Brexit. Segundo a primeira-ministra, o Reino Unido retomará o controle das fronteiras e deixará o mercado comum europeu.

Ela declarou que não quer “ser um membro parcial da união ou qualquer coisa que nos deixe meio foram, meio dentro”. No entato, a própria União Europeia já havia declarado que não haveria chance  de um meio-termo do acordo.  May declarou que há outros países interessados em acordos de comércio com o Reino Unido, citando inclusive o Brasil.

A primeira-ministra disse que não existe a possibilidade de um novo plebescito sobre o tema, e que o assunto já está decidido. O início da saída deve ter inicio até o fim de março. May anunciou que o Parlamento vai votar sobre o acordo final, de como será a saída, antes que ela entre em vigor.

Imigração
No que diz respeito aos imigrantes, nenhuma declaração mais explícita sobre o futuro dos europeus que vivem no país. “Como secretária de estado por seis anos, eu sei que você não pode controlar a imigração se existe o livre acesso entre o Reino Unido e a Europa”.

Apesar dsso, May disse que o Reino Unido é uma das nações mais multiculturais do mundo. “Quero que sejamos um país seguro, próspero e tolerante, um ímã para talento internacional e um lar para pioneiros e inovadores que vão moldar o mundo. “, declarou May.

Se você tem passaporte europeu e está com dúvidas com relação a como ficará sua situação após o Brexit, entre em contato conosco. A LondonHelp4U tem 15 anos de experiência com processos de visto e cidadanias para o Reino Unido.

Golden Visa pode ser a porta de entrada para a Europa

Golden Visa pode ser a porta de entrada para a Europa

Criado pelo governo português para reforçar o ritmo de crescimento econômico e atrair mais investimentos para o país, o Golden Visa pode ser uma opção para quem deseja residir ou fazer negócios na União Européia.

A lógica é simples: investe-se em Portugal e e, em troca, é cedido o visto de ouro que permite ao portador se estabelecer em qualquer um dos 26 países do Espaço Schengen* dentro do continente europeu.

Pode requerer ao Golden Visa qualquer cidadão de outro país que faça um investimento pessoal ou através de uma sociedade em terras portuguesas. No momento as opções de investimento são:

– € 500 mil na compra de imóveis

– € 350 mil na compra de imóvel com mais de 30 anos de construção ou localizado em área de reabilitação urbana

– € 500 mil em fundos de investimentos destinados à capitalização de pequenas e médias empresas

– Abrir um negócio que empregue pelo menos dez funcionários

– € 350 mil em pesquisa científica

– € 250 mil em produção artística e preservação ou conservação do patrimônio cultural

–  € 1 milhão no mercado financeiro

O investimento escolhido deve ser mantido por um período mínimo de cinco anos contados a partir da data de concessão  do visto. O governo português pode exigir a qualquer momento durante o período a  comprovação dos investimentos no país.

O Golden Visa, no entato, não é permanente e não dá direito à Cidadania Portuguesa, e por consequência, européia.  O visto é concedido de forma temporária e pode ser renovado desde que se mantenham os requisitos necessários.

Após cinco anos com o visto temporário, é possível solicitar o visto permanente. E após 6 anos de residência em Portugal, o portador do Golden Visa pode entrar com o pedido de naturalização e tornar-se um cidadão europeu.

A LondonHelp4U, com 15 anos de experiência em processos de imigração, oferece toda a assistência na obtenção do Golden Visa para os cidadãos que queiram viver e investir em Portugal. Entre em contato conosco e agende uma visita.

*Espaço Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Holanda, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suiça.

brexit imigração immigration

E se o Reino Unido deixar a União Europeia? Como ficam os brasileiros?

O anúncio do plebiscito que pode tirar o Reino Unido da União Europeia (UE) preocupou italianos, espanhóis, portugueses e muitos outros europeus do continente que vivem no país.

Preocupou também os brasileiros de dupla nacionalidade que têm passaportes desses países. O motivo? As incertezas sobre como ficarão as leis de imigração após uma eventual saída do Reino Unido da UE – e se os europeus terão direito de viver e trabalhar no país.

Cidadãos de países membros da UE têm o direito de viver e trabalhar na Grã-Bretanha ou em qualquer outro país do bloco. Mas uma das principais questões que levaram muitos britânicos a defender a saída do bloco é justamente a imigração.

Muitos querem que o governo possa ter um controle maior sobre quem entra no país – e acreditam que as regras da UE restringem esse poder.

Mas o que aconteceria com os brasileiros europeus se o país realmente deixar a UE?

Especialistas ressaltam que é cedo para ter respostas definitivas, uma vez que ainda não foram discutidos os termos desta eventual saída. Mas eles acreditam que esses brasileiros não terão de deixar o país.

Não há estimativas oficiais sobre o número de brasileiros vivendo no Reino Unido com passaporte europeu – e que, por isso, seriam potencialmente atingidos pela medida.

“Eles são invisíveis”, diz Carlos Mellinger, presidente da associação de auxílio a brasileiros Casa do Brasil. “Mas estimamos 300 mil brasileiros aqui. E os ‘europeus’ são um grande percentual”, completa.

Direitos preservados

No sábado, o premiê britânico, David Cameron, anunciou que o plebiscito para definir se o país vai deixar o bloco será no dia 23 de junho. O próprio premiê britânico é contra a saída do bloco, mas vários políticos proeminentes de seu partido, como o prefeito de Londres, Boris Johnson, farão campanha pela saída.

Pesquisa do instituto Ipsus Mori realizada em fevereiro indicou que 51% dos eleitores querem que o Reino Unido permaneça na União Europeia, 36% defendem a saída e 13% estavam indecisos.

Segundo a associação Migration Watch UK – que defende a saída do bloco -, os cidadãos europeus residentes no Reino Unido não seriam afetados.

“Os direitos do cidadãos da UE que trabalham ou moram no Reino Unido seriam preservados sob a Convenção de Viena do Direito dos Tratados de 1969. Sob esta convenção, a retirada de tratados isenta as partes de qualquer obrigação futura, mas não afeta direitos e obrigações adquiridas antes da retirada”, explica a organização.

O The Migration Observatory, grupo especializado em questões migratórias da Universidade de Oxford, também não vê indícios de que os europeus poderiam ter seu direito de permanência afetados.

“Eles não serão retirados do país, mas podem ter problemas para retornar, por exemplo, se decidirem ficar no Brasil por digamos dois anos. Porque, neste caso, seria como se eles estivessem se mudando para cá de novo”, diz à BBC Brasil Rob McNeil, porta-voz da organização.

“Tudo vai depender muito dos tratados bilaterais que seriam firmados com cada país”, completa. “A verdade é que simplesmente ainda não temos respostas para questões básicas.”

Modelos

Especialistas apontam dois principais modelos para possíveis futuras relações entre o Reino Unido e o bloco europeu. O primeiro cenário seria o Reino Unido sair da União Europeia, mas não do Espaço Econômico Europeu (EEE) – situação semelhante à da Noruega. Neste caso os imigrantes europeus não seriam afetados, porque o mercado comum também aceita liberdade de movimento.

Outra possibilidade é que o Reino Unido deixe também o EEE. Neste caso, poderia regular a situação dos imigrantes europeus por meio de tratados bilaterais com países ou com a União Europeia. É o modelo adotado pela Suíça.

Na falta de respostas claras, a advogada brasileira Vitória Nabas, especialista em questões de imigração, aconselha brasileiros a retirar documentos de residência ou passaporte britânicos o quanto antes, por precaução.

“Não sabemos o que vão fazer com os europeus que estão aqui e com os que querem entrar. Para estes segundos vai ser pior, claro”, afirma.

“Para quem já está aqui, meu conselho é fazer o cartão de residente, a residência permanente ou o passaporte o mais rápido possível. É a garantia de que você pode ficar aqui, não tem porque ‘comer bola'”, diz.

Nabas, assim como Carlos Mellinger, da Casa do Brasil, apontam outra questão que preocupa os brasileiros: com os novos acordos podem afetar aqueles que se casarem com europeus.

Segundo eles, o acordo já negociado – que valerá caso o Reino Unido permaneça na União Europeia – prevê que o não europeu (brasileiro, por exemplo) que se casar com europeu não terá os mesmo direitos plenos que têm hoje. Mas ainda não há, segundo ela, detalhamento da proposta.

“Ainda não sabemos como vai ficar, mas isso preocupa”, afirma Nabas.

Segundo Mellinger, desde que o plebiscito foi anunciado, muitos brasileiros com cidadania europeia procuraram a associação para saber como ficaria sua situação.

Fonte: www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160222_brexit_brasileiros_lab.shtml

Você passaria no teste sobre conhecimentos gerais do Reino Unido?

Você passaria no teste sobre conhecimentos gerais do Reino Unido?

Conheça mais sobre o Life in the UK, o teste requisito para todos os imigrantes que pretendem obter a residência permanente ou cidadania britânica.

Em 2002 o governo britânico criou o teste Life in the UK com o objetivo de avaliar o conhecimento do aplicante sobre a vida britânica e proficiência no idioma inglês.

O teste é realizado em cerca de 60 centros informatizados e espalhados por todo o Reino Unido. O candidato tem 45 minutos para responder 24 perguntas escolhidas aleatoriamente pelo computador. As questões abordam temas como valores britânicos, história, tradições e vida cotidiana. Em 2013 novas perguntas cobrem o conhecimento e a compreensão das questões de emprego e necessidades diárias, como a habitação, dinheiro, saúde e educação.

Todos os imigrantes que planejam obter a residência permanente ou cidadania britânica no Reino Unido devem se preparar para o teste através do material didático oficial.  Os menores de 18 anos ou com idade superior a 65 anos são isentos. Uma vez que o estrangeiro passou no teste antes de aplicar para a residência, ele não precisará repeti-lo ao requerer a cidadania britânica.

Taxa de aprovação

Para passar no teste, o candidato deve receber uma nota mínima de 75% (pelo menos 18 respostas corretas de 24 perguntas).

Imediatamente após completar a prova, o candidato é notificado se passou ou não. Aqueles que não foram bem sucedidos são informados das respostas erradas e dos tópicos que devem ser reestudados antes de tentar um novo teste. Os imigrantes podem realizar quantos testes sejam necessários até que passem, e o custo de cada tentativa é £50.

A prova teve uma taxa de aprovação de 71% entre os anos de 2005 e 2009. As taxas de aprovação para as pessoas da Austrália, Canadá, Nova Zelândia e Estados Unidos foram todas acima de 95%. Entretanto, as taxas de aprovação para as pessoas do Iraque, Bangladesh, Afeganistão e Turquia foram abaixo de 50%.

O teste tem sido continuamente criticado por conter erros factuais e perguntas que parecem ser difíceis até mesmo para cidadãos nativos.

Ficou curioso?

A LondonHelp4U selecionou algumas das perguntas oficiais para você testar o seu conhecimento sobre o Reino Unido aqui:

1 The bell called Big Ben, housed in the Elizabeth Tower is over ______ years old and is a popular tourist attraction.

  •  150
  •  180
  •  200
  •  210

 

2 What is the Grand National?

  •  A tennis championship
  •  A football cup competition
  •  A horse race
  •  A motor race

3 When were women allowed to vote in the UK?

  •  1882
  •  1948
  •  1928
  •  1918

LondonHelp4U

  A LondonHelp4U é uma agência de imigração com 15 anos de experiência em processos de vistos para o Reino Unido. Nossa missão é ajudar pessoas e empresas que procuram infomação e auxílio durante o processo de imigração.

Entre em contato conosco se você precisa de ajuda durante seu processo de residência ou cidadania britânica.

Resposta:  1 – 150, 2 – A horse race, 3 – 1918