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As novas restrições impostas às aplicações para o Tier 2 podem prejudicar a economia Britânica

As novas restrições impostas às aplicações para o Tier 2 podem prejudicar a economia Britânica

Profissionais qualificados que receberam uma oferta de emprego devem obter o visto Tier 2 para trabalhar no Reino Unido. Para aplicar para o visto, o candidato deve ter um contrato de trabalho garantido através de um patrocinador licenciado que emitirá um certificado de patrocínio válido. O candidato também deve atingir uma pontuação suficiente no sistema que aloca pontos  baseados no salário, patrocínio, fluência da língua inglesa e fundo monetário disponível.

O Home Office estabeleceu um limite para as aplicações;  somente 20.700 aplicantes por ano serão aceitos.

Essa e outras medidas buscam conter o número de profissionais qualificados que visam morar no Reino Unido.

De acordo com o escritório de estatísticas nacionais, o número de imigrantes qualificados, provenientes de países não Europeus, chega a  7.5% do número total de imigrantes que chega ao Reino Unido todos os anos.

O governo está disposto a tornar o processo de entrada de imigrantes não Europeus cada vez mais difícil. Depois das eleições gerais, o Primeiro Ministro David Cameron, pediu ao comitê de imigração que apresentasse idéias que reduzissem a imigração de estrangeiros provenientes de países não Europeus. Foi sugerido que o governo aumentasse o salário mínimo que imigrantes qualificados ganhariam no Reino Unido com o visto Tier 2. O valor mínimo agora é de £20,800 para todos os tipos de aplicações do Tier 2.

Centro de Londres
Centro de Londres

Prejuízo

Algumas associações de empresários e  também importante membros da sociedade discordam das políticas restritivas e acreditam que dificultar a entrada de imigrantes qualificados prejudica  a economia Britânica. As leis de imigração, cada vez mais restritivas, diminuem a demanda pelo visto Tier 2, e isso faz pouca diferença nas estatísticas. Porém a redução de mão de obra especializada causa impactos em outros setores.

As restrições impostas aos aplicantes do Tier 2 é vista como uma ameaça ao estatus de Londres como um centro global de talentos de liderança mundial.

Pesquisas confirmam que a maioria das organizações que precisam trazer imigrantes qualificados de fora da União Europeia, estão sendo prejudicadas pela falta  de trabalhadores especializados. O problema que causa danos em grandes empresas, também afeta algumas pequenas empresas que, nos próximos anos, podem até ter que fechar as portas por falta de trabalhadores qualificados.

O comitê de imigração publicará novos relátorios no primeiro trimestre de 2016.

LondonHelp4U

A LondonHelp4U é uma agência de imigração com 14 anos de experiência em processos de vistos para o Reino Unido. Nossa missão é ajudar pessoas e empresas que procuram infomação e auxílio durante o processo de imigração.

Se você ou sua empresa estão em dúvida sobre a aplicação para o Tier 2 ou para outros vistos, entre em contato com um de nossos especialistas.

Nossa política de seu visto na mão ou seu dinheiro de volta garante que seu processo estará em boas mãos, e caso não seja bem sucedido, nós devolveremos o seu dinheiro.*

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*Sujeito a termos e condições

Oito dos fatos mais surpreendentes sobre imigração no Reino Unido

Oito dos fatos mais surpreendentes sobre imigração no Reino Unido

Com o referendo que irá votar a saída do Reino Unido como parte da União Européia, um dos assuntos mais emergentes no momento na Grã-Bretanha é “imigração”.

Entretando, há uma diferença substancial entre o que o público pensa ser verdadeiro, e o que as  pesquisas demonstram sobre a realidade da situação.

Para ajudar a acabar com alguns desses mitos, confira abaixo oito dos fatos mais surpreendentes sobre imigração no Reino Unido, com pesquisas pela Bloomberg.

1 – A maioria dos trabalhadores britânicos nasceram na Grã-Bretanha

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Fonte: U.K. Office for National Statistics Labor Force Survey Janeiro – Março 2015

2 – Trabalhadores estrangeiros vêm de todas as partes do mundo

 Os estrangeiros compõem quase 16% do total da força de trabalho, que é composta por 31 milhões de pessoas. Do número total de trabalhadores estrangeiros, 60% nasceram fora da UE (União Européia). 16% são da Europa ocidental, enquanto 15% são da Europa oriental. Os dois países mais pobres da UE, a Roménia e a Bulgária, são responsáveis por 3,8% dos trabalhadores destes trabalhadores.

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Fonte: U.K. Office for National Statistics Labor Force Survey Janeiro – Março 2015

3 – A imigração só teve um aumento considerável na última década

A imigração tem aumentado significativamente nos últimos 20 anos, emergindo apenas mais recentemente, após uma década de estabilidade.

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Fonte: U.K. Office for National Statistics

4 – O Reino Unido não recebe é o lugar que mais recebe imigrantes vindos da UE

A Alemanha é! Eles receberam 600 milhões de imigrantes no ano de 2013, enquanto o Reino Unido recebeu 450 milhões.

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Fonte: Eurostat

5 – Os Poloneses não são os que mais migram para o Reino Unido

E, apesar de toda a conversa sobre “pedreiros e encanadores poloneses”, as duas principais nacionalidades a migrarem para o Reino Unido são chineses e indianos.

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Fonte: U.K. Office for National Statistics

6 – Os estrangeiros vêm para trabalhar

Os estrangeiros vêm principalmente para trabalhar ou estudar, e cerca de dois terços deles já têm ofertas de emprego quando chegam à Grã-Bretanha. Em uma pesquisa publicada em 2014, NatCen’s British Social Attitudes Survey, 24% dos entrevistados disseram acreditar que o motivo mais comum para a migração ao Reino Unido é a obtenção de benefícios.

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Fonte: U.K. Office for National Statistics

7 – Os que recebem benefícios

Enquanto os estrangeiros que residem legalmente são elegíveis para receberem benefícios do governo, 93% dos 5,3 milhões de pessoas que reivindicam ajuda do governo – por desemprego, por exemplo, ou invalidez –  têm nacionalidade britânica.

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Fonte: U.K. Department for Work and Pensions – Fevereiro 2014

8 – Romenos e búlgaros vêm para trabalhar!

Em um relatório que analisou 19 jornais nacionais britânicos, o Observatório das Migrações da Universidade de Oxford, disse que as palavras usadas para descrever os romenos frequentemente evocam crime e comportamentos anti-sociais, especialmente nos tablóides de imprensa.

Setenta e seis por cento dos romenos e búlgaros que chegaram ao Reino Unido no ano passado, veiram para trabalhar. Comparado com um número de 61% de países que são membros oficiais da UE, e 67% de pessoas de oito países do Leste Europeu que aderiram ao bloco em 2004.

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Fonte: U.K. Office for National Statistics

Fonte: Bloomberg Business

Irlanda aperta as regras para trabalho durante intercâmbio

Irlanda aperta as regras para trabalho durante intercâmbio

Má notícia para quem vai bancar os estudos na Irlanda com trabalho no país. É que o governo irlandês apertou as regras para quem se divide entre as aulas e o trabalho durante intercâmbio.

Pelas novas diretrizes, o estudante só poderá trabalhar 40 horas semanais nos meses de férias irlandesas (maio, junho, julho, agosto) e durante o recesso de fim de ano, que vai de 15 de dezembro a 15 de janeiro. Antes, também era possível trabalhar 20 horas semanais durante o período de aulas para quem tinha visto de estudante válido por um ano.

De acordo com Ana Luisa D’Arcadia de Siqueira, diretora de marketing da Global Study, mais mudanças podem surgir já que é grande o número de estrangeiros que se matriculam em cursos penas para conseguir o visto e não frequentam as aulas.