Category: Curiosities

Quanto se gasta em média para viver em Londres?

Quanto se gasta em média para viver em Londres?

Que Londres é cara nós já sabemos. Mas qual é efetivamente o custo de vida da capital britânica?

Para responder a essa pergunta, fizeram um estudo chamado The Prices and Earning conduzido a cada 3 anos do banco suíço UBS e publicado há alguns dias em relação ao ano 2014/2015.

O estudo tem em consideração os preços de 122 bens e serviços (tendo como referência os consumos mensais de uma família de 3 pessoas) e os salários de 15 profissões em 71 metrópoles deslocadas em todos os continentes.

Com base nessas estatísticas, Londres é a 5ª cidade mais cara do mundo, perdendo apenas de Zurique, Genebra, Nova York e Oslo. Se, no entanto, não consideramos os preços dos aluguéis, a nossa metrópole cai uma posição: um aluguel para um apartamento mobiliado com dois quartos, na verdade, custa em média $2,840 (£1,828) enquanto para 3 quartos não mobiliados sai por $3,350 (£2,207), o que significa que com o mesmo valor seria possível alugar dois apartamentos em algumas outras cidades (um em Amsterdã e outro em Pequim, por exemplo).

Os transportes públicos constituem um outro fator de despesa que incide profundamente no bolso do londrino médio, com um preço do bilhete de ônibus, bonde ou metrô – para um trajeto de cerca de 10 km ou de 10 paradas – que fica entre $4.04, equivalente a mais ou menos £2.6; tarifas mais altas se encontram só em Copenhagem e Estocolmo.

Para uma viagem em trem de cerca de 200km, no entanto, a cidade da Rainha conquista o primeiro lugar ($74.02 ou £48.7), enquanto os táxi têm os preços contidos se comparados a outras realidades como Zurique, Milão e Nova York ($10.09 ou £6.44 para uma corrida de 5km contra os $17.30 de Milão ou $27.59 de Zurique).

Em realidade, mesmo em relação a maior parte dos produtos, Londres se encontra no top 10 das cidades mais caras: uma compra média de bens primários (inclusive leite, pão e frango) para 3 pessoas tem um custo médio de $568 (£374), aquela para aparelhos domésticos é calculada a $1,060 (£698), enquanto para aparelhos eletrônicos se gasta cerca de $3,150 (£2,075); mesmo os hotéis não possuem tarifas baixas, visto que para um quarto duplo com banheiro se gasta em média $180 (£119) a noite em um hotel 3 estrelas e $400 (£263) para um 5 estrelas.

Todavia, Londres é econômica a respeito de tantas outras cidades europeias e americanas em relação a roupas, seja masculina ou feminina, e para restaurantes (uma refeição de 3 pratos custa em média $60, pouco menos de £40).

Até agora, no entanto, analisamos dados expressos em termos absolutos, então, para ter uma imagem completa do custo de vida, devemos considerar também o salário. Quanto ganha um londrino?

Infelizmente para nós, enquanto Zurique e Genebra se encontram nas primeiras posições em termos de salários, Londres é a décima terceira: o salário bruto de um londrino médio é de mais ou menos $22 (£14.50) a hora, enquanto um colega de Nova York ganha $30 (£19.77) e um de Zurique $41.29 (£27.20). Em particular, um habitante da capital britânica deve trabalhar 12 minutos para comprar um Big Mac, 6 minutos para um quilo de pão, 12 para um quilo de arroz e 41.2 horas para um iPhone6 de 16G.

O custo de vida em Londres é, então, muito alto, mas não é acompanhado de um nível de salário do mesmo patamar: isso significa que os londrinos devem acontentar-se de um mísero 21º lugar na classificação dos habitantes da cidade com maior poder aquisitivo.

Fonte: Londra da Vivere

Como funciona a declaração de renda no Reino Unido

Como funciona a declaração de renda no Reino Unido

Finalmente você encontrou trabalho em Londres, com contrato regular, e pagando taxas.. mas como funciona a declaração de renda no Reino Unido?

Em primeiro lugar, precisamos saber que o ano fiscal britânico inicia a cada 06 de abril e termina no 05 de abril do ano sucessivo.

E como funciona a declaração de renda se você é oficialmente residente em Londres?

Para colaboradores dependentes (sem alguma outra fonte de renda): não é necessário apresentar nenhuma declaração. Inclusive, neste caso, se aplica um sistema de taxas automático “Pay as you earn” (PAYE), que prevê que o empregador retire as taxas devidas do nosso salário e as pague diretamente ao HM Revenue & Customs. No momento da suposição, o empregador lhe solicitará que complete um formulário chamado P46 e, sucessivamente, o HM enviará um código ao seu empregador, indicando a quantidade de taxas que deverão ser subtraídas do salário. Além disso, devemos receber uma carta – “coding notice” – que traz o código de tributação.

Conselho: é importante entender contudo qual tipo de código vem utilizado assim como é sugerido verificar o código no payslip para não acontecer de dar erro. Se você possui dois trabalhos, por exemplo, avise o seu empregador até que utilizem o código correto, caso contrário pode acontecer de você ter de pagar taxas a mais da HM (às vezes se trata de um valor realmente alto). No caso de você ter pago mais taxa que deveria, o HM que deverá lhe pagar um reembolso.

Ao final do ano fiscal, contudo, o empregador deve deixar com você um módulo P60, que inclui todas as taxas pagas da sua renda.

Trabalhadores autonômos ou dependentes que possuem outras rendas (no Reino Unido ou no exterior – juros da poupança, lucros ou rendas de outro trabalho, se se recebe um aluguel ou se se vende uma propriedade, investimentos): é necessário fazer a declaração de renda – “Self-assessment Tax return” – para enviar ao HM Revenue and Customs depois do final do ano fiscal. Se você receber menos do que deveria, é necessário pagar ao HM, enquanto, se você pagar a mais, o HM que fará o reembolso.

Existem prazos que devem ser respeitados:

Se, por exemplo, você se tornou empregado no Reino Unido no ano que terminou no 05 de abril de 2015, mas se recebe um aluguel do exterior, é necessário informar o HM até o dia 05 de outubro de 2015 a necessidade de preencher uma declaração de renda para o ano fiscal que termina no dia 05 de abril de 2015.

O Tax Return feito no papel deve ser enviado ao HM no máximo até o dia 31 de outubro sucessivo ao fim do ano fiscal de referimento, enquanto até o 31 de janeiro se feito online.

Fonte: Londra da Vivere

Estudantes britânicos são excluídos para se inscrever em faculdades de Medicina no Reino Unido

Estudantes britânicos são excluídos para se inscrever em faculdades de Medicina no Reino Unido

Um curso de Medicina numa universidade britânica não está aberto a estudantes do próprio Reino Unido – apenas estudantes de outros países estão autorizados a se inscrever nele.

O curso de Medicina da University of Central Lancashire, sendo lançado este outono, custa £36,500 por ano.

A universidade diz que não está apta a receber estudantes do Reino Unido devido a limites feitos pelo governo em cadeiras para estudar Medicina.

Ucas, que trabalha com serviços de recrutamento nas universidades, e a Universities UK, dizem que não sabem de outros cursos de graduação no UK que não estão recebendo estudantes britânicos.

O curso de 5 anos na universidade com sede em Preston, que treina estudantes para serem médicos, está apenas disponível para estudantes de fora do Reino Unido, que pagarão um valor total do curso de £182,500.

Existem 38 estudantes de fora do Reino Unido nesse recrutamento inicial, que terão de pagar as taxas sem nenhum suporte financeiro ou empréstimos disponíveis a estudantes britânicos.

Fonte: BBC

Estabelecimentos na Inglaterra começam a cobrar por sacolas de plástico

Estabelecimentos na Inglaterra começam a cobrar por sacolas de plástico

Qualquer loja que possua mais de 250 funcionários na Inglaterra começará a cobrar £ 0,05 (R$ 0,30) por unidade de sacolinha de plástico de uso único a partir de segunda-feira (05). Em São Paulo, cidade brasileira onde medida semelhante foi adotada, cobra-se, em geral, R$ 0,08.

O governo inglês justificou a cobrança como uma tentativa de reduzir a quantidade de lixo produzido decorrente das sacolinhas. Dados governamentais indicaram que mais de 7,6 bilhões de sacolas plásticas foram utilizadas em 2014 no país.

Segundo estimativas, cobrar pelos sacos geraria uma diminuição de 80% em seu uso nos supermercados. Em dez anos, os benefícios previstos pelo governo decorrente da nova medida são uma economia de 60 milhões de libras (aproximadamente R$ 360 milhões) em limpeza pública, uma arrecadação de £ 730 milhões (R$ 4,38 bilhões) e um benefício total de £ 780 milhões (R$ 4,68 bilhões) para a economia do Reino Unido.

A medida, porém, pode não fazer diferença no comportamento dos consumidores devido ao baixo preço pelo qual serão vendidas. Um questionário aplicado pela organização de reciclagem Wrap, no ano passado, apontou que apenas 40% das pessoas que responderam ao questionário se sentiriam encorajadas a usar sacolas reutilizáveis com a nova cobrança.

Fonte: Rede Brasil Atual

Viciados em cigarro no Reino Unido não poderão fumar nos carros na presença de menores de idade

Viciados em cigarro no Reino Unido não poderão fumar nos carros na presença de menores de idade

Crianças e adolescentes britânicos conseguiram se afastar de vez da fumaça do cigarro nos carros, já que entrou em vigor na quinta-feira passada (1) uma norma que proíbe os fumantes de alimentarem o vício quando viajarem com menores de idade, para evitar que eles se tornem fumantes passivos.

Esta lei, que se estende a qualquer veículo privado em movimento ou estacionado, irá punir motorista e passageiro que a descumpram com uma multa de 50 libras (mais de R$300).

A assessora médica do governo britânico, Sally Davies, disse se tratar de uma “lei histórica” e acrescentou que “incentivará mais pessoas a deixarem de fumar”.

“Espero que todos os fumantes, em particular os pais e motoristas, sejam beneficiados pela lei para dar o primeiro passo para largar o tabaco”, afirmou.

A diretora da Fundação Britânica do Pulmão, Penny Woods, também foi favorável. “Hoje é um dia de comemoração para todos aqueles que se preocupam com a saúde das gerações futuras”, declarou.

Fonte: Terra