Category: Curiosities

Viciados em cigarro no Reino Unido não poderão fumar nos carros na presença de menores de idade

Viciados em cigarro no Reino Unido não poderão fumar nos carros na presença de menores de idade

Crianças e adolescentes britânicos conseguiram se afastar de vez da fumaça do cigarro nos carros, já que entrou em vigor na quinta-feira passada (1) uma norma que proíbe os fumantes de alimentarem o vício quando viajarem com menores de idade, para evitar que eles se tornem fumantes passivos.

Esta lei, que se estende a qualquer veículo privado em movimento ou estacionado, irá punir motorista e passageiro que a descumpram com uma multa de 50 libras (mais de R$300).

A assessora médica do governo britânico, Sally Davies, disse se tratar de uma “lei histórica” e acrescentou que “incentivará mais pessoas a deixarem de fumar”.

“Espero que todos os fumantes, em particular os pais e motoristas, sejam beneficiados pela lei para dar o primeiro passo para largar o tabaco”, afirmou.

A diretora da Fundação Britânica do Pulmão, Penny Woods, também foi favorável. “Hoje é um dia de comemoração para todos aqueles que se preocupam com a saúde das gerações futuras”, declarou.

Fonte: Terra

7 coisas que você não deve fazer no metrô de Londres

7 coisas que você não deve fazer no metrô de Londres

O metrô de Londres é uma confusão mistura entre etiqueta, superlotação e odor de corpo. Com o metrô noturno chegando (será?), você não seria julgado por pensar que a vida no tube é bastante complicada. Posto isso, lembre-se de nunca, mas nunca mesmo, fazer o seguinte..

  1. Arrancar a sua sobrancelha
  2. Sentar num banco para pessoas idosas, grávidas ou deficientes
  3. Apenas pensar
  4. Apertar o botão “abrir a porta”
  5. Ler seu próprio jornal
  6. Tirar uma selfie no tube (mesmo que seu cachorro seja fofo!)
  7. Desistir do seu lugar por causa do Hugh Laurie

Fonte: Time Out

Estúdios do Harry Potter

Estúdios do Harry Potter vão ter aula de Defesa Contra a Arte das Trevas para os visitantes

Com novidades de tempos em tempos, normalmente tentando relacionar os eventos à época do ano, os estúdios dos filmes “Harry Potter” em Londres prepararam algo muito especial para o Halloween desse ano: uma aula real de Defesa Contra a Arte das Trevas. Entre os dias 16 de Outubro e 1 de Novembro, os visitantes do tour da Warner Bros vão ser convidados a participar de uma experiência interativa criada por Paul Harris, responsável por desenvolver as cenas de batalhas com as varinhas mágicas entre os seguidores d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado e a Ordem da Fênix no quinto filme da série. O coreógrafo vai ensinar os movimentos básicos para vencer uma luta entre varinhas e os fãs poderão testar o que aprenderam em um combate fictício.

O clima sombrio vai continuar ainda com a exibição das máscaras e figurinos negros usados pelos vilões, uma réplica de 6 metros de Nagini, a cobra de Voldemort, e um manequim flutuante da professora de Estudos dos Trouxas, Caridade Burbage, capturada no filme ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1’. Todos poderão também descobrir como as varinhas foram feitas durante a produção, com alguns dos cenografistas mostrando as técnicas utilizadas para construir, a mão, cada uma delas: foram milhares de varinhas, cada uma com um formato e um desenho diferentes para refletir a personalidade de seu dono.

No Beco Diagonal, visitantes poderão ver as sombras dos Comensais da Morte passando pelas lojas do local e a sinistra loja de antiguidades Borgin & Burkes, que vai incluir o Armário Sumidouro, por onde o grupo maligno entrava em Hogwarts, a Mão da Glária. E um dos vagões do trem Hogwarts Express vai ter a presença dos Dementadores, os seguradores de alma que aterrorizaram Harry e seus amigos em ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban’. E finalmente o Salão Principal de Hogwarts será todo decorado com o banquete de Halloween que os alunos da escola de magia tinham todos os anos. Os ingressos precisam ser reservados no site da atração mas incluem todas as atividades extras.

A LondonHelp4U vende ingressos para você conhecer os estúdios do Harry Potter e viver essa experiência incrível no Halloween! Fale conosco no 020 7636 8500 ou envie um e-mail para intercambio@londonhelp4u.co.uk.

Fonte: O Globo

Rainha Elizabeth II bate o recorde de reinado na história do Reino Unido

Rainha Elizabeth II bate o recorde de reinado na história do Reino Unido

A Rainha Elizabeth II não era apenas a monarca mais velha na história do Reino Unido. A partir de hoje, 09 de setembro de 2015, ela também será a que reinou por mais tempo. Após 63 anos e 216 dias no trono, ela desbancará sua tataravó, a rainha Vitória.

A BBC, para homenagear a rainha, fez uma lista das 15 curiosidades sobre a vida e o reinado dela! Veja a seguir:

1. A rainha tem dois aniversários

A rainha Elizabeth 2ª comemora dois aniversários: o dia 21 de abril, sua data de nascimento, e a comemoração oficial, em um sábado de junho, quando há mais chances de o tempo britânico – famoso pelos dias chuvosos – estar melhor.

Ela normalmente passa o aniversário de verdade de forma privada, mas a ocasião é marcada por salvas de tiros em diversos locais de Londres.

2. Ela é dona de todas as baleias, golfinhos e cisnes do Reino Unido

Oficialmente, a rainha é dona de todos os golfinhos e baleias em água no entorno do Reino Unido. A regra data do ano de 1324, durante o reinado de Eduardo 2º. Os animais são reconhecidos como “peixes reais” e, quando capturados ou levados para a costa, vivos ou mortos, podem ser reivindicados pela Coroa.

Ela também é dona dos cisnes do país: em 2005, reivindicou posse sob 88 cisnes bebês do rio Tâmisa.

3. Recorde de popularidade

A satisfação com a rainha atingiu seu recorde em 2012, após o nascimento do príncipe George.

Em pesquisa realizada pelo instituto Ipsos Mori, 90% dos entrevistados afirmaram que estavam satisfeitos com a atuação da rainha.

O apoio à monarquia também está em alta: em 2013, 77% dos britânicos se disseram a favor da manutenção da monarquia. Apenas 17% prefeririam a república.

4. A rainha mandou seu primeiro e-mail em 1976

Muitos antes da internet se tornar popular, em 1976, a rainha enviou seu primeiro e-mail, de um computador em uma base do Exército Britânico.

A inclusão digital não parou por aí: em 1997, ela lançou o primeiro site oficial do Palácio de Buckingham e, no ano passado, tuitou pela primeira vez em uma mostra no Museu de Ciência, em Londres.

5. Gastos (e ganhos) milionários

A família real é financiada por verbas públicas. Neste ano, eles receberão 40 milhões de libras, o equivalente a cerca de R$ 234 milhões.

É difícil estimar o quanto eles trazem de receita para o país.

Em 2010, uma pesquisa da agência Visit Britain afirmou que a família real gerava 500 milhões de libras (ou cerca de R$ 2,9 bi) com turismo – e os brasileiros, assim como russos e malaios, estavam entre os que mais visitavam atrações reais como o Palácio de Buckingham ou a Torre de Londres.

O nascimento da princesa Charlotte no início do ano, por exemplo, foi um dos fatores que colaboraram na previsão de um recorde de 32 milhões de turistas visitando Londres neste ano.

6. A rainha ganhou duas preguiças de presente quando visitou o Brasil

Em uma visita oficial de dez dias ao Brasil em 1968, a rainha recebeu duas onças – Aizita e Marquesa de Guará – e duas preguiças de presente, que foram levadas para o zoológico de Londres. Ela também já ganhou dois castores negros do Canadá e diversos outros animais, que costumam ser levados para o Reino Unido ou para zoos dos países de origem.

Ela também já ganhou abacaxis, ovos, caracóis, caranguejo e até um pomar de bordos (árvore da bandeira do Canadá).

7. A rainha inaugurou o Masp e descerrou a placa da obra da ponte Rio-Niterói

Na visita oficial ao Brasil, em 1968, a rainha descerrou a placa de inauguração do Masp e fez um pequeno discurso em inglês. Ela passou cerca de 30 minutos no local e se surpreendeu com um quadro pintado pela ex-primeiro ministro britânico Winston Churchill.

No Rio, ela esteve no Caju para inaugurar uma placa que marcava o início das obras da Ponte Rio-Niterói – feita, em parte, com recursos ingleses.

8. Reina, mas não governa

Ao contrário da tataravó Vitória, a rainha Elizabeth é chefe de Estado, mas não chefe de governo.

Isso significa que ela não tem um papel político ou executivo como o dos presidentes do Brasil – que ocupam, ao mesmo tempo, as funções de chefe de Estado e de governo.

No Reino Unido, a função de chefe de governo fica com o primeiro-ministro. A rainha tem um papel mais institucional e representa o país no exterior e em recepções.

Mas ela também tem o poder de dissolver o Parlamento e de nomear o primeiro-ministro – indicado pelo Parlamento.

A rainha também é, oficialmente, líder das Forças Armadas e da Igreja Anglicana.

9. Ela não é rainha só no Reino Unido

Além de monarca do Reino Unido, é soberana em 15 países da Commonwealth – entre eles Austrália, Nova Zelândia, Canadá e Jamaica.

Ela também é a líder do Commonwealth, a Comunidade Britânica, grupo que reúne 53 países, a maioria ex-colônias britânicas.

10. Teve vários cães

A rainha teve mais de 30 cães da raça corgi durante seu reinado. A primeira cadela da raça que ela teve foi Susan, que ganhou ao completar 18 anos, em 1944. Grande parte dos outros cães eram descendentes de Susan.

Ela também introduziu um novo cruzamento conhecido como “dorgi”, quando seus corgi cruzaram com um dachshund da princesa Margaret.

Elizabeth 2ª também teve labradores e cocker spaniels.

11. Visitas históricas

Em 1982, a rainha recebeu o papa João Paulo 2º em uma visita histórica: foi a primeira vez que um papa visitou o Reino Unido em 450 anos. A rainha, chefe da Igreja Anglicana, recebeu o pontífice no palácio de Buckingham.

Entre outros compromissos históricos, foi o primeiro monarca em visita de Estado durante seu reino à China, em 1986; ela recebeu a primeira mulher primeira-ministra do Reino Unido, Margareth Thatcher, no Palácio de Buckingham, em 1979; fez a primeira visita à Alemanha em 52 anos, em 1965; e, nos anos 1990, visitou vários países do leste europeu, como Hungria, Rússia, Polônia e República Checa.

12. A rainha já mandou mais de 110 mil telegramas a centenários

A rainha envia telegramas de parabéns a cidadãos do Reino Unido e do Commonwealth que completam cem anos. Em seu reinado, já foram mais de 110 mil telegramas.

Quando ela assumiu o trono, em 1952, menos de 3 mil mensagens de parabéns foram enviadas. Em 2011, porém, foram 9.736 – e mais funcionários tiveram que ser contratados só para enviar as cartas.

Ela também mandou mais de 520 mil telegramas para casais celebrando bodas de diamante (60 anos de casados).

13. Mensagem na lua

A rainha mandou mensagem de parabéns a astronautas do Apollo 11 pelo primeiro pouso na Lua, em 1969. A mensagem foi microfilmada e depositada na Lua em um contêiner de metal.

Ela também recebeu astronautas no palácio: o primeiro astronauta a ir ao espaço, o russo Yuri Gagarin; a primeira mulher a ir para o espaço, Valentina Tereschkova, e o primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong.

14. Um estranho no quarto da rainha

Em 1982, um homem invadiu o Palácio de Buckingham e entrou no quarto da rainha, onde ficou por cerca de dez minutos conversando com a monarca até a chegada da segurança.

A rainha só conseguiu chamar os guardas quando o invasor, Michael Fagan, pediu um cigarro a ela.

Não foi a primeira falha de segurança no palácio: um ano antes, três turistas alemães acamparam do lado de fora do palácio achando que estavam no Hyde Park.

15. Guerra levou à mudança de nome da família

A rainha Elizabeth 2ª é descendente da Casa dos Saxe-Coburg and Gotha, dinastia que mudou o nome para Casa de Windsor durante a Primeira Guerra Mundial.

O nome de origem alemã foi descartado como resultado de um sentimento antigermânico surgido durante a guerra. Em 1917, o rei George 5º, avô da rainha, mudou o nome da família para Windsor.

Fonte: BBC Brasil

Nós temos tantos tesouros e acabamos usando-os como enfeites de jardim

Nós temos tantos tesouros e acabamos usando-os como enfeites de jardim

Por Patrick Dalton para o Time Out London

Como um londrino nascido e criado na capital, eu sinto que tenho um certo direito de ignorar muitas das maravilhas que esta cidade contém. Uma atitude blasé em relação à riqueza cultural da capital é um pré-requisito para ser um londrino bem adequado.

Considere isto – ao lado oposto da estação de metrô de Embakment está um obelisco egípcio que possui mais de 3.500 anos de idade. Isso é 1.500 anos mais velho do que Londres. Somente os operadores turísticos de barcos dão a mínima atenção a ele. Em qualquer outra cidade (exceto talvez Cairo) este obelisco seria um grande negócio. Mas não aqui. Nós casualmente o colocamos ao lado de uma estrada movimentada e deixamos décadas de chuva ácida a corroê-lo suavemente. Por quê? Porque nós somos Londres e temos uma riqueza tão embaraçosa de tesouros que podemos dar ao luxo de usar alguns deles como ornamentos de jardim gigantes.

Tanta história humana foi falsificada nesta cidade e tantas figuras notáveis ​​passaram por isso que é possível caminhar por uma rua no Soho e ver a casa onde John Logie Baird demonstrou pela primeira vez a sua invenção razoavelmente popular chamada ‘televisão’, em seguida, a apenas alguns metros, um prédio onde Mozart viveu. Essas pessoas mudaram o mundo: sem Baird teríamos nenhuma maneira de organizar a nossa mobília, e sem Mozart nós não seríamos capaz de fazer chamadas para o helpdesk da BT Infinity. Uma pequena parte de uma rua de Londres tem mais história do que algumas cidades inteiras – e nós temos milhares delas! Você não consegue isso em Birmingham.

O problema, porém, é que há muito dessa história em todos os lugares que ele não pode competir com novidades como tendas de álcool a vapor e encontros blindados românticos. É, deixou de ser especial para nós porque vemos isso o tempo todo. É bom saber que está lá, mas, francamente, nós temos outras coisas para fazer. Nós temos que se preocupar com as pequenas coisas: atrasos de trem, o que comer para o almoço, se podemos dar ao luxo de continuar a viver aqui. É divertido para desperdiçar uma hora observando os bandos de turistas que fazem pose em frente ao Big Ben, a considerá-los com um certo desdém, um escárnio cansado do mundo, mas nos esquecemos de que se nós formos transportados para seus países, os papéis seriam invertidos e nós nos tornaríamos os turistas de queixo caído, olhando com atenção e com máquinas fotográficas na mão.

Para agitar as coisas um pouco neste fim de semana, faça algo que um verdadeiro londrino jamais sonharia. Vá para todos os lugares em um grande grupo, vestindo suas mochilas, bloqueando as escadas rolantes, antes de pegar um ônibus para St Paul´s. Ou faça algo realmente extremo, como patrocinar um daqueles carrinhos de cachorro-quente que magicamente aparecem fora das estações de metrô após sua quinta cerveja.

Esta cidade é sua: chegue nela e descubra-a!

Ou não. Tanto faz.