Category: General News

Mudanças no passaporte britânico: novo design apresentado, que inclui o mapa do metrô, não mostra algumas estações

O novo passaporte britânico foi apresentado esta semana, com William Shakespeare, Anish Kapoor e o mapa do metrô subterrâneo de Londres.

Os novos documentos de viagem apresentam o mais recente em tecnologia antifraude, ao comemorar 500 anos de cultura britânica, e avanços no uso da impressão de segurança usando UV e luz infravermelha, tintas e marcas d’água para evitar os fraudadores de forjar os novos projetos.

No entanto, o novo design parece ter falhas. De acordo com o site de notícias City Metric, o mapa do metrô, na verdade, contém uma série de erros.

Entre as estações de London Bridge e Waterloo,  a estação de Southwark parece estar faltando na linha Jubilee, segundo o site Londres SE .

Além disso, o mapa apresenta a antiga linha do leste de Londres que terminava em New Cross Gate, ao invés de mostrar a linha estendida, que foi concluída em 2010.

O sudeste de Londres também parece conter alguns erros, segundo o site, que também afirma que a estação de London Bridge está no lado errado da rua Tooley, em um segundo mapa incluído no novo design do passaporte. Queen’s Road Peckham Overground também está no lugar errado.

O design para o passaporte britânico é atualizado a cada cinco anos e o tema deste ano é “Reino Unido Criativo”. O Home Office – órgão do governo responsável por imigração, segurança, lei e ordem – afirma que além de ser criativo, o novo design é também o “mais seguro” a ser produzido no Reino Unido.

Não muito tempo depois que o novo projeto foi apresentado, o Home Office recebeu críticas pela falta de mulheres em destaque na edição. Apenas duas mulheres, Elisabeth Scott – criadora do Shakespeare Memorial Theatre – e a matemática Ada Lovelace foram incluídas no projeto, em comparação com sete homens incluídos no design.

Fonte: The Independent

População do Reino Unido deverá aumentar em quase 10 milhões nos próximos 25 anos

População do Reino Unido deverá aumentar em quase 10 milhões nos próximos 25 anos

Segundo estimativas oficiais, a população do Reino Unido aumentará quase 10 milhões ao longo dos próximos 25 anos. O número de pessoas que vivem no país deverá aumentar de 64,6 milhões (dados de 2014)  para 74,3 milhões em 2039. Mais de dois terços do aumento será o resultado da migração líquida assumida (diferença entre emigrantes e imigrantes), mais o impacto indireto da taxa de natalidade e mortalidade, segundo o site da ONS (Office for National Statistics).

A população vai aumentar em 4,4 milhões durante a próxima década e está projetado para atingir 70 milhões em meados de 2027. Em meados de 2024, a população da Inglaterra é projetada para aumentar em 7,5%, a da Irlanda do Norte em 5,3% , e a da Escócia e País de Gales em 3,1%.

Se o crescimento continuar como está atualmente, o Reino Unido vai ultrapassar a França em 2030, e a Alemanha em 2047, tornando-se o país mais populoso da Europa. A ONS também prevê que a sociedade da Grã-Bretanha continuará envelhecendo,  sendo mais de uma em cada 12 pessoas com 80 anos ou mais, em 2039.

Simon Ross , chefe-excecutivo de Assuntos da População, alegou que os recursos naturais não seriam suficientes para sustentar o número de pessoas na Grã-Bretanha ou no planeta. Ainda, segundo ele: “É indispensável que nós abordemos os fatores que contribuem para o aumento destes números. Somos todos afetados negativamente pelo rápido crescimento demográfico das últimas décadas, a partir de pressões sobre habitação e serviços públicos para o meio ambiente e as mudanças climáticas. É hora de nós abordadarmos o problema da população, por meio da melhoria da educação sexual e provisão de planejamento familiar, aumentando a consciência pública do crescimento da população (…). Se quisermos  viver de forma sustentável e feliz , a longo prazo , o crescimento da população é uma questão que não pode ser ignorada.”

Os dados do ONS são publicados a cada dois anos, e são utilizados para informar as políticas em matéria de pensões, migração e cuidados, e também no planejamento de habitação e serviços.

Fonte: The Guardian

Estudantes britânicos são excluídos para se inscrever em faculdades de Medicina no Reino Unido

Estudantes britânicos são excluídos para se inscrever em faculdades de Medicina no Reino Unido

Um curso de Medicina numa universidade britânica não está aberto a estudantes do próprio Reino Unido – apenas estudantes de outros países estão autorizados a se inscrever nele.

O curso de Medicina da University of Central Lancashire, sendo lançado este outono, custa £36,500 por ano.

A universidade diz que não está apta a receber estudantes do Reino Unido devido a limites feitos pelo governo em cadeiras para estudar Medicina.

Ucas, que trabalha com serviços de recrutamento nas universidades, e a Universities UK, dizem que não sabem de outros cursos de graduação no UK que não estão recebendo estudantes britânicos.

O curso de 5 anos na universidade com sede em Preston, que treina estudantes para serem médicos, está apenas disponível para estudantes de fora do Reino Unido, que pagarão um valor total do curso de £182,500.

Existem 38 estudantes de fora do Reino Unido nesse recrutamento inicial, que terão de pagar as taxas sem nenhum suporte financeiro ou empréstimos disponíveis a estudantes britânicos.

Fonte: BBC

Estabelecimentos na Inglaterra começam a cobrar por sacolas de plástico

Estabelecimentos na Inglaterra começam a cobrar por sacolas de plástico

Qualquer loja que possua mais de 250 funcionários na Inglaterra começará a cobrar £ 0,05 (R$ 0,30) por unidade de sacolinha de plástico de uso único a partir de segunda-feira (05). Em São Paulo, cidade brasileira onde medida semelhante foi adotada, cobra-se, em geral, R$ 0,08.

O governo inglês justificou a cobrança como uma tentativa de reduzir a quantidade de lixo produzido decorrente das sacolinhas. Dados governamentais indicaram que mais de 7,6 bilhões de sacolas plásticas foram utilizadas em 2014 no país.

Segundo estimativas, cobrar pelos sacos geraria uma diminuição de 80% em seu uso nos supermercados. Em dez anos, os benefícios previstos pelo governo decorrente da nova medida são uma economia de 60 milhões de libras (aproximadamente R$ 360 milhões) em limpeza pública, uma arrecadação de £ 730 milhões (R$ 4,38 bilhões) e um benefício total de £ 780 milhões (R$ 4,68 bilhões) para a economia do Reino Unido.

A medida, porém, pode não fazer diferença no comportamento dos consumidores devido ao baixo preço pelo qual serão vendidas. Um questionário aplicado pela organização de reciclagem Wrap, no ano passado, apontou que apenas 40% das pessoas que responderam ao questionário se sentiriam encorajadas a usar sacolas reutilizáveis com a nova cobrança.

Fonte: Rede Brasil Atual

novo salário mínimo no Reino Unido

A partir de 1 de outubro, começa a valer o novo salário mínimo no Reino Unido

O governo britânico anunciou o aumento mais importante do salário mínimo desde 2008, de 3%.

O salário aumentará 20 pence por hora, a 6,70 libras esterlinas a hora (quase 10 dólares, 9,40 euros), e valerá a partir de 1 de outubro de 2015.

Este é o aumento mais importante em termos reais (descontando a inflação) em sete anos e beneficiará 1,4 milhão de trabalhadores no Reino Unido.

Desta forma, o governo do primeiro-ministro conservador David Cameron, que governa em coalizão com os democrata-liberais, atende as recomendações da Comissão de salários.

Entre a chegada de Cameron ao poder, em maio de 2010, e dezembro de 2014 (últimos dados disponíveis), o salário médio aumentou menos de 9%, mas os preços subiram 11%, segundo dados do Escritório de Estatísticas Nacionais.

Com informações do Diário de Pernambuco.