Category: General News

Um guia para você sobreviver à greve de metro em Londres

Um guia para você sobreviver à greve de metro em Londres

É oficial, o metro está em greve e não há nada que possamos fazer sobre isso. Para aliviar sua dor, nós vasculharam nossos arquivos para trazer a você o melhor guia para sobreviver, incluindo conselhos práticos.

Com o tube fora de funcionamento durante 24 horas, o resto dos transportes de Londres vão ficar bastante agitado. Se as coisas ficarem realmente ruins (que eles vão inevitavelmente), você sair for a da confusão usando seus próprios dois pés.

Mas antes que você coloque seus sapatos de caminhada, dê uma olhada neste mapa acessível por A & J Creatives, o que mostra quanto tempo vai demorar para andar entre cada estação (acima – para ver inteiro, clique com o botão direito do mouse e abra o link em outra janela). Eles também incluíram alguns dos marcos de Londres que você normalmente não vê se você sempre anda de metrô e fica no subsolo. Veja, não é de todo ruim, não é? (É muito ruim).

Depois que você espiou seu Twitter para ver quem mais está sentindo sua dor com a #tubestrike, aqui estão cinco aplicativos que irão ajudá-lo a se locomover em Londres hoje sem metrô.

1. Master Station

Este aplicativo vai lhe dar informações up-to-date.

2. Citymapper

A menos se você estiver vivendo em uma caverna escura nos últimos anos, você provavelmente vai estar familiarizado com o Citymapper. Ele te dá todas as opções da TFL (Transport for London), assim como ciclismo e táxi, mas também oferece uma página designada para como sobreviver à greve. Ele inclui uma ‘seção seguro na greve’, sugestões de como você pode combinar aluguel de bicicletas e opções de trem para se locomover, bem como uma seção bastante otimista, no caso de qualquer uma das linhas do metrô reabrir.

3. Waze

Se você tiver a sorte de possuir um carro, você nem precisa se preocupar com a greve do transporte público. Dê uma olhada neste aplicativo que usa dados dos usuários para encontrar a rota mais rápida para chegar ao seu destino.

4. Join.me

Se você não pode ir trabalhar apesar de seus melhores esforços, então talvez seja hora de voltar pra casa e trabalhar de casa. Para pelo menos dar a ilusão de que você está trabalhando duro, você pode mostrar o seu rosto virtualmente por meio desta app, que permite realizar reuniões virtuais e teleconferências.

5. Melhor café de Londres

É isso aí. Você já tentou o seu melhor, mas agora é hora de abandonar o navio e se refugiar em uma loja de café. Use este aplicativo útil para encontrar o local mais próximo, onde você pode começar seu reparo da cafeína.

Fonte: Time Out

Imigrantes brasileiros fogem de crise e voltam ao Reino Unido

Imigrantes brasileiros fogem de crise e voltam ao Reino Unido

O brasileiro Hiany Dipapidis, de 27 anos, morou no Reino Unido há seis anos e voltou para o Brasil durante a crise financeira internacional. Há dois meses, regressou a Londres. Os motivos são os mesmos que estão levando muitos brasileiros ao exílio voluntário em outro destino comum, Miami, nos Estados Unidos: crise econômica, desvalorização do real e insatisfação com o governo.

“A situação no Brasil está muito ruim. O PT governa para os pobres. O Aécio ia governar para a classe média. Isso sem falar na corrupção”, diz Dipapidis, que é entregador de pizza.

Desde a reeleição da presidente Dilma Rousseff no ano passado e com a deterioração da economia, o Reino Unido vive uma nova onda de imigração de brasileiros, de acordo com associações de brasileiros e advogados especializados em imigração ouvidos pela BBC Brasil.

Eles destacam que os motivos não são apenas políticos: a crise econômica se acentuou desde então e a libra se valorizou no período.

É difícil precisar quantos brasileiros moram no Reino Unido porque parte deles é ilegal ou tem passaporte europeu – caso de Hiany Dipapidis, que tem cidadania grega.

Até o ano passado, Carlos estimava que houvessem 300 mil brasileiros no Reino Unido. Hoje, aumentou a estimativa para 350 mil – a maioria dos “novos” imigrantes, segundo ele, são brasileiros que já moraram no Reino Unido e retornaram.

O consulado do Brasil em Londres acredita que 135 mil brasileiros vivam no Reino Unido – a estimativa, no entanto, foi feita no final do ano passado e não foi atualizada desde então.

Vistos
O diretor da Abras (Associação Brasileira no Reino Unido), Laércio da Silva, atribui o aumento do número de imigrantes principalmente à situação econômica do Brasil – mas diz que também há fatores políticos.

Ele destaca que a crise fez com que aumentasse também o número de brasileiros querendo fazer pós-graduação no Reino Unido. Com o mercado de trabalho mais concorrido, elas buscam melhorar sua qualificação para conseguir um emprego no Brasil.

“Depois da eleição, principalmente as pessoas com nível melhor de educação se decepcionaram porque acreditaram que algo ia mudar. Estão cansados, há um grande número de pessoas que começou a ficar descrente”, diz Laércio da Silva.

Ele diz que, além dos estudantes de pós-graduação, também houve um aumento no número de brasileiros vindos de outros países europeus, onde a economia está demorando mais a se recuperar do que no Reino Unido.

Brasileiros não precisam de visto para entrar no país como turistas. Mas precisam de visto para poderem trabalhar, estudar ou ter os mesmos direitos de seus cônjuges – no caso destes serem cidadãos da União Europeia.

Segundo dados do Departamento de Imigração do Reino Unido, o número de vistos concedidos a brasileiros em 2014 foi de 6.712, comparável a níveis pré-crise.

Foi o ano em que foram concedidos mais vistos de trabalho no Reino Unido para brasileiros em pelo menos dez anos. Foram 1.163 no ano passado, ante 1.084 no ano anterior e 850 em 2012.

Em números gerais, o aumento na concessão de vistos teve início em 2012. Mas esse crescimento foi provocado principalmente pelos vistos de estudantes, impulsionado pelo programa Ciência sem Fronteiras.

‘Muito rico’
Os especialistas dizem que a nova onda de imigração brasileira, no entanto, ainda não é tão intensa quanto a que ocorreu há cerca de uma década – e que foi interrompida pela crise e o endurecimento da fiscalização de trabalhadores ilegais.

A advogada Victoria Nabas, especialista na área, afirma que o grande pico da imigração brasileira para o Reino Unido ocorreu após os atentados de 11 de setembro de 2001, quando tornou-se mais difícil ir para os Estados Unidos.

Segundo ela, com o endurecimento das regras também no Reino Unido por volta de 2005, a comunidade brasileira passou a crescer mais lentamente, mas só veio a diminuir com a crise de 2008, quando muitos brasileiros retornaram.

“Esses brasileiros ficaram alguns anos por lá (no Brasil) e agora estão voltando. Mas eles contaram para os amigos como era aqui, e por isso também tem muita gente nova chegando”, afirma.

“E depois da eleição foi uma loucura. Degringolou, porque muita gente não queria que a presidente fosse eleita e votou contra, e muitas dessas pessoas vieram porque não acham que vai melhorar. Reclamam da corrupção, economia, essas coisas”, completa.

Nabas diz ainda que há um novo perfil de imigrantes brasileiros no Reino Unido: os milionários.

Segundo ela, eles estão requisitando vistos de investidor no país – é preciso ter 2 milhões de libras (cerca de R$ 10 milhões) para isso. Em Miami, afirma, um visto semelhante custa US$ 500 mil (aproximadamente R$ 1,5 milhão).

“Quem vai para Miami é pouco rico. Quem vem para Londres é muito rico”, diz.

Economia
Mas Carlos Mellinger afirma que a maioria dos imigrantes brasileiros continua atuando nos mesmo setores tradicionalmente ocupados pelo grupo: limpeza, restaurantes, construção civil e o de motoboys.

Em situação ilegal no país, o pedreiro João (nome fictício) se mudou para Londres por causa da crise econômica – mas não culpa o governo pela situação.

“Aqui é mais fácil juntar dinheiro, mas sempre foi. Sou PT, votei na Dilma no primeiro e no segundo turno, mas as coisas no Brasil estão muito caras. E aqui, com a libra mais cara, consigo mandar mais dinheiro para o Brasil”, disse.

No Brasil, João ganhava cerca de R$ 3.000 por mês como jardineiro. Em Londres, ganha cerca de 1.500 libras por mês (o que atualmente equivale a cerca de R$ 7.500).

O caso dele, que vive em situação ilegal, já não é mais tão comum como era na primeira grande onda de imigração para o Reino Unido, segundo especialistas.

Todos os entrevistados dizem que, apesar de ainda chegarem brasileiros ilegais, hoje há mais gente com documentação – principalmente passaportes europeus – do que havia há cerca de dez anos.

Eder Spacki, de 32 anos, ilustra bem esta situação. Entre 2004 e 2009, trabalhou ilegalmente em Londres. Foi descoberto pela fiscalização e passou 14 dias na prisão antes de ser deportado para o Brasil.

Depois disso, passou a reunir documentos para comprovar sua ascendência italiana, assegurando nacionalidade de um país europeu. Conseguiu o documento e, há dois meses, voltou para Londres, onde trabalha como pizzaiolo.

“Não dá para ficar no Brasil. A situação é horrível, o governo é uma vergonha. Vai virar uma Cuba ou uma Venezuela”, afirma.

Com cidadania espanhola, Debora do Carmo, de 45 anos, percorreu um caminho parecido com o de Eder. Após viver em Londres por anos, voltou ao Brasil por sentir saudades. Mas “foi impossível ficar”, segundo ela.

Há quatro meses na capital inglesa, Debora trabalha como babá. Em Poços de Caldas, era professora em uma escola de idiomas. Mas diz que o dinheiro não dava, por causa da inflação.

“Os preços sobem todos no Natal. Como o governo deixa?”, afirma. “O governo nunca foi tão mal administrado. E o Bolsa Família é uma ilusão, eles pagam muito pouco, então tem muito assalto, muita violência”, afirma ela – que diz que também não votaria em Aécio.

Endurecimento
O crescimento no número de brasileiros segue a tendência verificada na entrada no Reino Unido de imigrantes de outras nacionalidades.

No mês passado, o governo britânico divulgou que 641 mil imigrantes entraram no país em 2014 e 323 mil deixaram o Reino Unido no mesmo período – ou seja, houve 318 mil “novos imigrantes”, bem acima da meta de 100 mil estipulada pelo primeiro-ministro David Cameron durante a recente campanha eleitoral.

Cameron anunciou que irá aumentar a repressão aos ilegais. A polícia, inclusive, deve passar a confiscar os salários dos ilegais e deportar na hora quem for pego nessa condição.

Fonte: G1 e BBC Brasil

5 lugares bacanas para passar o Valentine´s Day em Londres

Conheça 5 lugares bacanas para passar o Valentine´s Day em Londres

Amanhã é Dia dos Namorados em toda Europa – e em diversos outros lugares do mundo – e muitos querem escolher um lugar acolhedor, mas que fuja do óbvio. Por isso, selecionamos alguns restaurantes bacanas pra passar na noite desta data, adorada pelos apaixonados.

La Poule Au Pot: no coração do Chelsea, pertinho de Slone Square Station, é um simpático e charmoso bistrô com decoração rústica. Tem meia-luz e decoração com velas até no almoço e traz pratos típicos da culinária francesa. O staff é praticamente todo francês e da cozinha saem pratos tradicionais e deliciosos, a exemplo do steak and fries.

231 Ebury Street, SW1W 8UT

 la poule au pot

Hawskmoor: em diferentes endereços na cidade, como Knightsbridge, Seven Dials e Spitalfields, este restaurante britânico é um dos mais famosos de Londres quando o assunto é carne. Seu ambiente é refinado, disputado de segunda a sexta, e possui um toque autêntico em todos os pratos. Os ingleses adoram!

11 Langley Street, WC2H 9JG (entre outros endereços)

OXO Tower Restaurant, Bar & Brasserie: No oitavo andar da Oxo Tower, em South Bank, este restaurante é disputado pelos mais antenados da cidade e oferece uma vista aconchegante e “wow” paraos apaixonados fazerem juras de amor.

8th floor, Oxo Tower Wharf, Bargehouse Street, South Bank, SE1 9PH

dia dos namorados em londres

San Carlo Cicchetti: com unidades em Piccadilly e Covent Garden, este restaurante italiano traz cardápio com diversas opções de “cicchetti”, termo veneziano para pequenos pratos. As porções não são tão pequenas assim e vale experimentar as delícias italianas e tradicionais como o gnocchi al gorgonzola no cestinho de parmesão ou o pappardelle com porcini e trufas negras. Conta com ambiente aconchegante e atmosfera convidativa para um jantar romântico.

30 Wellington St, WC2E 7BD

Montpeliano: numa esquina charmosa em Knightsbridge, nas redondenzas da Harrods, este restaurante italiano fica numa estrutura elegante e conta com paredes de vidro. Tem cardápio refinado, opções tradicionais da culinária italiana e clima romântico de sobra.

3 Montpellier Street, SW7 1HQ

Guri falando inglês

Guri falando inglês

Uma das perguntas que sempre surgem nos passeios que faço aqui é como aprendi inglês. Resolvi contar aqui neste post até pra servir de inspiração também…

Pra começar do começo, resolvi estudar inglês quando tinha uns 13 anos, com ajuda de alguns tios. Fiz o teste de nivelamento no Programa de Línguas Estrangeira da Universidade de Caxias do Sul e lá fui eu. Fiz os quatro primeiros anos (até o intermediário), parei porque faltou verba porque tinha que pagar a Univesidade, e depois de um ano e meio criei vergonha na cara e voltei. Mais dois anos e tinha formação avançada. Até aí tudo lindo. Até que resolvi viajar a passeio pra Londres…

Venha ler mais:  bit.ly/1KMR1a2

Detroit’s Lawyers Defend Billing

Detroit’s Lawyers Defend Billing

In court papers, lead law firm Jones Day and others that helped Detroit navigate its historic debt restructuring made a case—at the request of U.S. Bankruptcy Judge Steven Rhodes—for why their hourly billing rates and final tab are reasonable. Officials at Jones Day, who pointed out they had already cut $17.7 million from their tab, defended the $53.7 million in fees charged for roughly 17 months’ work.

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