Minuto legal: direito dos britânicos na Europa e novo decreto de Trump

Confira as principais notícias da semana, com as últimas sobre o Brexit e Trump.

Boris Johnson não quer que Theresa May pague dívida do Brexit
Boris Johnson, o ministro das relações-exteriores do Reino Unido, espera que a primeira-ministra Theresa May  não aceite as supostas exigências da União Europeia referente ao pagamento de £ 50 bilhões por conta da saída do Reino Unido do grupo. “Não é razoável, creio eu, que o Reino Unido tenha deixado a UE para continuar fazendo grandes pagamentos”, declarou o ministro. No entanto, líderes da UE dizem que a quantia seria referente a acordos pré-determinados e que o Reino Unido teria feito uma quebra de contrato ao sair do grupo.

Chefe do Parlamento Europeu para o Brexit diz que britânicos deveriam continuar com os mesmos direitos na Europa
Os cidadãos britânicos devem ter o direito de optar se querem manter os vários benefícios que tem enquanto membros da União Europeia, incluindo a liberdade de circulação, afirmou Guy Verhofstadt, chefe do Parlamento Europeu para negociações do Brexit. “Todos os cidadãos britânicos de hoje também têm cidadania da UE. Isso significa uma série de coisas, como a liberdade de viajar sem problemas por entre os países do grupo. Nós precisamos ter um acordo para aqueles que queiram continuar com esses benefícios.

A primeira ministra da Escócia diz que 2018 seria o ano para um novo referendo sobre indepência escocesa do Reino Unido
Em declaração num documentário da BBC, Nicola Sturgeon, primeira-ministra da Escócia, disse que o próximo ano seria a data justa para um novo referendo sobre a saída do país do Reino Unido. Segundo ela, seria necessário esperar o ano de 2017 para ver como os acordos do Brexit serão realizados.  A declaração  confirma que a estratégia de Stugeon será a realização do referendo enquanto o Reino Unido ainda estiver legalmente dentro da UE,  para que a Escócia seja autorizada a permanecer como membro do grupo europeu.

Donald Trump faz novo decreto contra 6 países mulçumanos
O presidente dos Estados Unidos fez um novo decreto que proíbe cidadãos do Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria, Iêmen de visitarem o país. Com relação ao decreto anterior, Trump deixou de fora o Iraque, por motivos de acordos diplomáticos. A nova versão do decreto, que havia sido suspenso pela justiça, autoriza aqueles que já tem vistos expedidos e “green cards” de entrarem país.  “Este decreto se insere nos nossos esforços para limitar as vulnerabilidades exploradas pelos terroristas islâmicos radicais para fins destrutivos”, declarou o chefe da diplomacia americana, Rex Tillerson.

Política de Trump pode ser incentivo ao tráfico de pessoas
A abordagem de linha dura de Donald Trump à imigração foi marcada como um “presente para os traficantes de pessoas”, diz estudo de análise sobre riscos globais. A política de imigração do novo governo – que conta com a construção de um muro entre Estados Unidos e México e deportação imediata de imigrantes ilegais – forçará as redes criminosas a usarem rotas de tráfico mais caras e potencialmente mais perigosas por via aérea e marítima, diz o estudo.

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