Estudantes estrangeiros serão proibidos de trabalhar

Estudantes estrangeiros serão proibidos de trabalhar e forçados a deixar o Reino Unido quando seus estudos acabarem

Fonte: Daily Mail

Os estudantes estrangeiros devem ser proibidos de trabalhar na Grã-Bretanha sob uma nova ofensiva sobre a imigração ordenada pela Home Secretary Theresa May.

Quando terminar os cursos eles terão de deixar o país antes de solicitar outro visto para voltar ao Reino Unido para um trabalho.

Ministros dizem que as novas regras, que se aplicam a todos aqueles de fora da União Europeia, vão impedir que faculdades e colleges sejam usadas como uma “porta dos fundos para um visto de trabalho britânico”.

Os números oficiais mostram que 121 mil estudantes de fora da UE entraram no Reino Unido em 12 meses até junho do ano passado, mas apenas 51.000 o deixaram – um influxo líquido de 70.000.

O governo estima que o número de estudantes estrangeiros que vêm para o Reino Unido vai aumentar mais de 6 por cento ao ano até 2020. Home Secretary Theresa May tomou medidas contra 870 faculdades falsas, proibindo-os de receber estudantes estrangeiros.

Mas os conservadores prometeram ir mais longe, sem os Lib Dems no poder para forçar as regras a serem diluídas.

Eles querem que os vistos de estudante parem de ser utilizados como uma maneira fácil de entrar no Reino Unido antes de conseguir um emprego e depois solicitar benefícios do governo.

Segundo as novas regras, os estudantes não pertencentes à UE não terão permissão de trabalho enquanto no Reino Unido e não serão capazes de pedir uma extensão de visto quando terminarem o seu curso.

Os estudantes terão de deixar o país antes de solicitar o retorno ao Reino Unido sob um visto de trabalho.

Também estão esperando reduzir o tempo de permanência para dois anos quando os planos forem revelados esta semana.

O ministro da Imigração James Brokenshire disse que era “parte de nosso plano para controlar a imigração para o benefício da Grã-Bretanha.”

“Infratores de imigração querem vender o acesso ilegal ao mercado de trabalho do Reino Unido e há uma abundância de pessoas dispostas a comprar.

‘Contribuintes que trabalham duro estão ajudando a pagar por colégios com financiamento público e esperam que eles estejam oferecendo ensino de altíssima qualidade, não uma porta dos fundos para um visto de trabalho britânico.’

Sajid Javid, Secretário de Negócios, disse na sexta-feira (10) que o governo iria evitar que o sistema de educação sofresse abuso de imigrantes.

Ele disse: “O que precisamos deixar claro é que nosso sistema de imigração permite que venham imigrantes que querem vir ao Reino Unido para estudar em nossas universidades renomadas, nossos fantásticos colleges”, disse a um programa.

“Mas também precisamos ter um Sistema que não permite nenhum abuso quando as pessoas estão usando o direito de estudo como uma maneira de alcançar a residência permanente na Grã-Bretanha”.

“Então nós temos de quebrar o vínculo e se certificar que o sistema é focado nas pessoas que querem estudar e então, assim que completaram seus estudos, deixam o país”.

Mas as universidades têm advertido que qualquer repressão poderia danificar o setor e líderes de negócios também estão atentos com o movimento, advertindo que poderia roubar a Grã-Bretanha de habilidades vitais.

Seamus Nevin, líder de emprego e competências no Instituto de Administração, disse: “As propostas do Secretário de Negócios para mandar embora estudantes estrangeiros após a graduação são equivocadas e prejudicaria o sistema de ensino britânico, a nossa economia e influência global.

A Grã-Bretanha já torna difícil e caro o acesso para estudantes internacionais de entrar e permanecer, e agora estas propostas irão vergonhosamente mandá-los embora quando seus estudos acabarem.

“Restringir trabalhadores talentosos de ficar no Reino Unido iria prejudicar negócios e levar a uma perda de habilidades importantes.

“Fechando a porta para graduados internacionais altamente treinados numa altura em que a nossa economia precisa ainda mais dele seria extremamente prejudicial para as empresas do Reino Unido.

“No interesse do nosso setor de educação, das nossas empresas e da nossa posição internacional, o secretário de Negócios deveria reconsiderar esta proposta.”

Passaporte brasileiro comum passa a valer por dez anos

Passaporte brasileiro comum passa a valer por dez anos e tem reajuste de 64,8%

A Polícia Federal a Casa da Moeda apresentaram nesta sexta-feira (10) o novo modelo de passaporte comum brasileiro, que passa ter validade de dez anos – o dobro dos anteriores – e itens de segurança mais avançados. O valor também mudou: de R$ 157,05 para R$ 257,25, um aumento de 64,8%.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, justificou o aumento dizendo que o valor era reajustado com base na inflação. A taxa para emissão do documento não sofria alteração desde dezembro de 2006.

As novas expedições e as renovações feitas desde segunda-feira (6) já obedecem às novas regras. Quem possui o passaporte antigo pode continuar utilizando até o prazo de validade.

O ministro disse que a expedição do novo passaporte é uma “vitória”. “É um ganho importante para a população porque podemos evitar as situações de acúmnulo e de renovação sem perder o controle necessário na expedição desta documentação”.

Com a alteração do prazo de validade, o sistema de criptografia dos passaportes teve a segurança aprimorada. O passaporte comum continua azul, mas a capa ganhou cinco estrelas representando a constelação do Cruzeiro do Sul e a inscrição “Passaporte Mercosul” em amarelo.

Como o prazo de validade foi dobrado, novos itens de segurança foram implementados. Adotou-se o padrão de criptografia de curvas elípticas brainpool para assinatura digital, proporcionando maior segurança aos dados gravados no chip. Foram também realizadas modificações na capa e na imagem invisível fluorescente para aumento da durabilidade do passaporte.

O Brasil passou ainda a fazer parte do PKD, o Diretório de Chaves Públicas da ICAO (Organização Internacional de Aviação Civil), o que agilizará a verificação de autenticidade do passaporte brasileiro em postos de controle migratório no exterior, além de proporcionar maior segurança aos viajantes brasileiros.

O sistema brasileiro de emissão de passaportes também passou por novas adaptações e nova certificação digital, o que garantirá maior segurança ao documento.

Fonte: G1 e Agência de Notícias da Polícia Federal

salário mínimo e custo de vida no Reino Unido

Tchê in London calcula o salário mínimo e custo de vida no Reino Unido

O Tchê in London, nosso parceiro, escreveu um post super legal pra gente sobre o salário mínimo no Reino Unido e custo de vida! Vamos lá?

“Vou tratar aqui no blog de algumas das perguntas mais frequentes que ouço nos passeios que guio aqui. Como estes passeios são só pra brasileiros fica mais fácil questionar e de comparar com o Brasil, claro. Eu mesmo tinha essa dúvida antes de vir pra cá, mas achava pouco material na internet sobre o assunto. A pergunta que não quer calar: qual o salário mínimo no Reino Unido?

A resposta não é assim tão simples porque não é um valor por mês como no Brasil, mas por hora. Além disso, vou fazer também a relação com o custo de vida daqui (que pode ser mais importante que o salário mínimo em si. Prepara a calculadora porque o post de hoje é cheio de números! 🙂
Bueno, então vamos por partes:

SALÁRIO MÍNIMO

A resposta mais certa é £ 6.31 por hora. Este valor é válido pra trabalhadores a partir de 22 anos. Tá guri mas como assim? Não entendi. Beleza, vamos à prática/matemática:
Vamos que tu trabalhe 40 horas, que nem do Brasil, teu salário seria:
£ 6.31 x 40 horas = £ 252.40 por semana
£ 252.40 x 4 semanas = £ 1,009.60 por mês
£ 1,009.60 – 20% de imposto (aproximado) = £ 807.68
Agora preste atenção: coloquei o valor bruto (£ 1.009,60) e o líquido (£ 807.68). Vou utilizar o bruto pra comparar com outros países, porque cada um tem seu imposto, então facilita. Peguei estas informações na Wikipedia e os valores foram todos convertidos pra Dólar Americano pra facilitar a comparação:
Colômbia: US$ 4,583 por ano.
Uruguai: US$ 4,752 por ano.
Brasil: US$ 3,865 por ano.
Reino Unido: US$ 23,163 por ano.
Estados Unidos: US$ 15,080 por ano.
Austrália: US$ 19,029 por ano.
México: US$ 1,645 por ano (isso aí…)
Lembrando que os £ 807.68 são um valor aproximado, tendo como base quarenta horinhas na semana. Dependendo do local de trabalho e época do ano (bares no verão, por exemplo), tu pode chegar a fazer 55 horas, ou até mais, dependendo da disposição. E esse valor é o que mais interessa, afinal dali é que vai sair a grana do aluguel, comida, trago, etc…

Tá, mas dá pra viver com isso?

A comparação que sempre sugiro fazer é a mesma do Brasil. Ganhando um salário mínimo no Brasil e ganhando um salário mínimo aqui. Os valores são parecidos, sem converter, claro. Qualquer coisa que eu fizer aqui eu não vou converter pro Real, porque afinal de contas estou falando de vida em Londres. Uma vez que tu vive aqui, ganha e gasta em Libras, pensar em Real é perda de tempo total.

A resposta pra pergunta acima é sim, dá pra viver. Quer ver?

CUSTO DE VIDA EM LONDRES

Agora o assunto é delicado. 🙂 Mas vou tentar deixar o mais claro possível, beleza? Vamos passo a passo então:

1 – ALUGUEL

Este é onde tu vai gastar mais dinheiro. Mas não jamais nunca pense cogite ou imagine converter pra Real. Sério! Pra ter uma noção mais precisa de preços de aluguel recomendo acessar o site do Zoopla. Considerei pra esse cálculo o aluguel de um quarto e não de uma casa. Dependendo se tu vem com algum conhecido ou conhece alguém aqui é vantagem alugar uma casa toda. Mas nem todo mundo tem essa opção/chance, então tô considerando um quarto.
Peguei como exemplo um quarto na zona 4 que achei com preço bom. A casa éesta aqui e custa £ 450 por mês com todas as contas, que geralmente inclui água, luz, gás e internet. Pode ser que exista uma taxa de limpeza da casa pra alguém ir lá e limpar toda semana, mas não está discriminado no anúncio. O quarto tem todos os móveis e o banheiro e cozinha são de uso comum.
O bacana do Zoopla, o site que mostrei, é que tu pode ver também estatísticas da área, ou até média de preços na redondeza. 🙂

2 – ALIMENTAÇÃO

Aí é um assunto que gosto de falar. É incrível como se gasta pouco com alimentação morando em Londres. Se quiser e souber comprar, é claro. Por que se quiser? Porque se tu fizer comida em casa tu vai gastar muuuito pouco! Vamos aos exemplos. Peguei todos os preços no site do ASDA, que inclusive permite que tu compre online e te entregam em casa (de graça, ou por preços a partir de £ 1). Os preços abaixo são de hoje, 23/01/15 (se não tiver curiosidade nos preços, pula pra próxima parte):
Clássico fish & chips (peixe e batata frita – refeição pré-pronta pra fazer no forno): £ 2.68
Massa penne de frango e pesto (refeição pré-pronta pra fazer no forno): £ 2
300g de Ravioli: £ 1.35
500g de Penne: £ 1
350g de molho de tomate e alho: £ 1.35
1kg filé de peito de frango: £ 5.52
420g de guisado/carne moída: £ 3.78
240g de salmão: £ 2.65
2 pints de leite fresco (aprox. 1,1l): £ 0.75
1l de leite de soja: £ 0.74
250g de manteiga: £ 0.92
500g de margarina: £ 1.50
Pão fatiado (800g): £ 0.79
Meia dúzia de ovos: £ 0.79
600g de maçã: £ 1.30
1kg de cenoura: £ 0.57
Couve-flor: £ 0.98
30 latas de Coca-cola: £ 9 (se for Pepsi baixa pra £ 7 – pode ser?)
2l de água (com ou sem gás): £ 0.17
Doritos (225g): £ 1
Nutella (400g): £ 1.50
Isso só pra ter uma ideia… No meu caso gasto cerca de £ 50 por mês com compras do mercado. Sim, no mês! E vou considerar que essa seja a média. Mas lembrando: comendo em casa, hein! E incluindo porcarias como salgadinhos, chocolate, etc.
Vamos simular um jantar pra quatro pessoas? Uma spaghetti à carbonara, por exemplo?
500g de spaghetti: £ 0.50
3 ovos: £ 0.40
3 colheres de sopa de manteiga: £ 0.40
1 xícara de creme de leite: £ 0.79
Bacon (345g): £ 2.24
Queijo parmesão ralado (100g): £ 2
1.75l de Coca-cola: £ 1.83
TOTAL: £ 8.16 / 4 pessoas = £ 2.04 por pessoa.
Lembra de não converter hein! Caro né?

3 – TRANSPORTE

Todo mundo acha o transporte caro em Londres mas é aquilo… Ele te leva pra qualquer lugar, trens passam no máximo a cada 4/5 minutos e ônibus uns 11 minutos dependendo da região. Em alguns casos o ônibus passa a cada seis minutos então reclamar pra quê?
Como peguei a casa do exemplo na zona 4, vou pegar também o passe do transporte pra zona 4. Isso significa que poderia usar o metrô, trens e DLR até zona 4 e ônibus em qualquer zona da cidade. O valor por semana das zonas 1 e 4 é £ 46.10. Multiplicando pelas quatro semanas do mês temos um custo mensal de £ 184.40.
Optei por usar a zona 4 pra ficar mais caro de propósito mesmo. Exagerar nos valores. Se tu quiser entender melhor a estrutura de valores do transporte público de Londres te recomendo ler este post.

4 – DIVERSÃO

Afinal não somos de ferro né? E sempre tem uma desculpa… Se for no inverno é porque o dia é muito depressivo (afinal anoitece 16h), então precisa se divertir. Se for no verão é porque tem sol até 21h30, então tem que aproveitar e sair de casa. Enfim…
Vamos fazer de conta que tu saia uma vez por final de semana pro pub e lá tome três pints. Isso vai custar cerca de £ 14. Ou seja, £ 56 por mês.

5 – CÁLCULOS FINAIS

Última parte de números, tá chegando no fim. Bueno, então os nossos custos básicos por mês são:
Aluguel: £ 450
Alimentação: £ 50
Transporte: £ 184.40
Diversão: £ 56
Celular (valor médio de um plano muuuito bom com direito a celular de graça): £ 30
TOTAL: £ 770.40
Salário mínimo: £ 807.68
Saldo: £ 37.28 positivo
Note que sobraram £ 37, mas coloquei o item diversão no meio, que não é tão necessário assim, mas só mesmo pra exagerar um pouco nos gastos.
Não coloquei aqui custos de plano de saúde, por exemplo, porque é desnecessário neste país. Já precisei utilizar o sistema de saúde aqui e posso atestar isso. Outra hora conto melhor. 😉
Não quero aqui comparar o Reino Unido com o Brasil porque a gente sabe que são dois mundos diferentes. Mas fica inevitável pensar como seria bom se no Brasil tu conseguisse se virar com os R$ 788 do mínimo estabelecido pelo Governo pra 2015. E bebendo três pints por semana!
Se tu tá pensando em vir pra Inglaterra vale a pena dar uma boa pesquisada antes. Pra morar em cidades do interior o aluguel fica beeem mais barato – e o salário mínimo é o mesmo. Ou seja, mais grana que te sobra no final do mês pras pints.
Ficou com vontade de se mudar hoje mesmo que eu sei! Pois é, pra alguns é fácil, pra outros nem tanto assim. Mas daqui umas duas semanas pretendo fazer um post bem completo sobre documentação e como morar legalmente aqui. Fica ligado (e te inscreve pra não perder quando for pro ar). [UPDATE] Tá na mão o post sobre documentação. Só clicar aqui pra ler.
Ficou com alguma dúvida? Tem curiosidade de alguma outra coisa dos custos daqui? Me avisa aí nos comentários que tento esclarecer (e se não souber vou aprender junto).
Bora mudar de país? 🙂
Valeu, guri!
diferença entre o visto de estudante no Reino Unido

Entenda a diferença entre o visto de estudante no Reino Unido como visitante e o visto de estudante Tier 4

Quer saber mais sobre visto de estudante no Reino Unido?

Sem dúvida, o sonho de muitos é estudar no Reino Unido, em especial a Inglaterra. Se for Londres, melhor ainda, certo?

Mas a gente também sabe que essas questões de visto são uma confusão na cabeça da maioria das pessoas. Como bons especialistas, a LondonHelp4U vai explicar direito como funciona o visto de estudante no Reino Unido, que pode ser o visto de estudante como visitante (Student Visitor) ou o Tier 4 e qual é a melhor opção que você pode fazer. Vamos lá!

Student Visitor – Visto de Estudante no Reino Unido como Visitante

Basicamente, é o mais comum de todos e o mais simples. Veja as suas exigências:

– apenas para cursos que não exigem comprovação de nível mínimo de inglês, ou seja, cursos gerais de inglês

– cursos com duração de, no máximo, 11 meses

– é necessário a carta da escola com a matrícula no curso

– comprovar recursos financeiros (se a cidade escolhida for Londres, precisa demonstrar £1,020 mensais e se for outra do Reino Unido é necessário £820 mensais), que precisam estar na conta do requerente por no mínimo 3 meses antes da solicitação, lembrando que, quanto maior o período que o dinheiro estiver disponível, melhor, e qualquer pessoa com a intenção de desenvolver o potencial do solicitante pode patrocinar essa quantia, como os pais, vôs, família, empresa etc.

Se a sua intenção é permanecer no Reino Unido entre 6 e 11 meses, você deve requerer seu visto antes de viajar. Se o seu curso tiver duração de até 6 meses, você pode receber seu visto no aeroporto, mas você deve ter a carta de matrícula da escola antes de chegar do mesmo jeito.

Além dessas exigências básicas, é essencial mostrar intenção de retornar ao país de origem após o período de estudos como, por exemplo, mostrar que vai continuar a trabalhar no país de origem ou mesmo estudar, e comprovar vínculos familiares e profissionais.

Lembrando que sua solicitação de visto deve ser feita pessoalmente no Consulado Britânico do seu país de origem.

Agora, há também uma nova exigência: estudantes devem pagar £150 para o Home Office para usufruir do NHS, serviço de saúde pública do Reino Unido, antes de submeter a solicitação do visto.

Se você quiser estender seu visto, você não pode fazer isso em território britânico e deve voltar ao seu país de origem novamente.

E trabalhar, pode?

Não, com o Student Visitor você não tem permissão de trabalho no Reino Unido.

Tier 4

Vamos falar agora do Tier 4, o visto de estudante no Reino Unido.

Para estudar no Reino Unido, e caso tenha intenção de estudar em cursos com duração superior a 11 meses, você deve solicitar o visto Tier 4 e precisa cumprir algumas condições, que são:

– ter uma oferta para fazer um curso numa instituição de ensino reconhecida pela Agência de Imigração do Reino Unido (UK Border Agency)

– ter dinheiro suficiente para se manter durante o curso

Até aí tudo certo, fácil de entender. Mas agora vamos entrar no assunto dos pontos. Mas como assim? Veja só:

Para requerer um visto nessa categoria, o estudante deve atingir 40 pontos, que são divididos assim:

30 pontos, que você ganha com o “visa letter” que contém o nº do CAS.
O nº do CAS é número eletrônico com a comprovação de matrícula em instituição de ensino licenciada pela Agência de Imigração do Reino Unido (UK Border Agency), onde deve constar que o estudante possui o nível mínimo de inglês B1 para o General English e B2 para cursos de graduação, pós-graduação e MBA e a certificação deve ter sido expedida pelo IELTS, que, atualmente, é a única reconhecida pelo Home Office para pessoas que fazem a solicitação de visto pelo Brasil.

Em casos de universidades, algumas podem fazer o teste próprio para aceitação do estudante sem a necessidade do IELTS, isso porque a elas são permitido verificar o nível de inglês do estudante antes de começar o curso.

10 pontos, que você ganha comprovando recursos financeiros.

Candidatos ao Tier 4 deverão comprovar que possuem recursos financeiros para os custos de sua estadia no Reino Unido, sem a necessidade de recorrer à ajuda de terceiros ou de trabalhar no País. E esse dinheiro só pode ser proveniente do próprio estudante ou dos pais dele.

Segundo estipulado pela Agência de Imigração do Reino Unido (UK Border Agency), a quantia necessária é de £1,020 mensais para quem pretende estudar em Londres e £820 mensais para quem optar por outra cidade. Solicitantes cujo curso tem duração de mais de nove meses devem apresentar apenas o total de £9,180 em conta, ainda que o curso seja superior a 9 meses.

Este montante deve estar disponível em conta corrente do próprio estudante ou dos pais com no mínimo 30 dias de antecedência à solicitação.

Para o Tier 4, o importante é apenas informar por que você está fazendo o curso e como ele vai aprimorar sua carreira e as prospectivas que você tem com esse objetivo.

Para os solicitantes, também há a nova exigência do pagamento de £150 para o Home Office para usufruir do NHS, serviço de saúde pública do Reino Unido, antes de submeter a solicitação do visto.

A grande diferença do Tier 4 é que você pode extendê-lo dentro do território britânico, sem precisar voltar ao Brasil.

Lembrando que sua solicitação de visto deve ser feita pessoalmente no Consulado Britânico do seu país de origem ou dentro do Reino Unido, se você já tiver algum outro visto de permanência em solo britânico.

E trabalhar, pode?

Depende do curso. Se for um curso a nível de graduação, com o Tier 4 você tem permissão de trabalho no Reino Unido de até 20 horas semanais e 40 horas semanais durante as férias escolares.

Quem vem para fazer cursos de inglês ou qualquer outro que não seja de universidade, não tem permissão de trabalho.

Esperamos ter esclarecido todas as suas dúvidas!

A LondonHelp4U trabalha há 14 anos com vistos para o Reino Unido e está com as portas abertas para te receber e tirar suas dúvidas a respeito deste e de qualquer outro visto.

Fale conosco no info@londonhelp4u.co.uk, ligue pra nossa agência no 020 7636 8500 ou preencha o formulário abaixo que retornaremos muito em breve a sua solicitação.

Um guia para você sobreviver à greve de metro em Londres

Um guia para você sobreviver à greve de metro em Londres

É oficial, o metro está em greve e não há nada que possamos fazer sobre isso. Para aliviar sua dor, nós vasculharam nossos arquivos para trazer a você o melhor guia para sobreviver, incluindo conselhos práticos.

Com o tube fora de funcionamento durante 24 horas, o resto dos transportes de Londres vão ficar bastante agitado. Se as coisas ficarem realmente ruins (que eles vão inevitavelmente), você sair for a da confusão usando seus próprios dois pés.

Mas antes que você coloque seus sapatos de caminhada, dê uma olhada neste mapa acessível por A & J Creatives, o que mostra quanto tempo vai demorar para andar entre cada estação (acima – para ver inteiro, clique com o botão direito do mouse e abra o link em outra janela). Eles também incluíram alguns dos marcos de Londres que você normalmente não vê se você sempre anda de metrô e fica no subsolo. Veja, não é de todo ruim, não é? (É muito ruim).

Depois que você espiou seu Twitter para ver quem mais está sentindo sua dor com a #tubestrike, aqui estão cinco aplicativos que irão ajudá-lo a se locomover em Londres hoje sem metrô.

1. Master Station

Este aplicativo vai lhe dar informações up-to-date.

2. Citymapper

A menos se você estiver vivendo em uma caverna escura nos últimos anos, você provavelmente vai estar familiarizado com o Citymapper. Ele te dá todas as opções da TFL (Transport for London), assim como ciclismo e táxi, mas também oferece uma página designada para como sobreviver à greve. Ele inclui uma ‘seção seguro na greve’, sugestões de como você pode combinar aluguel de bicicletas e opções de trem para se locomover, bem como uma seção bastante otimista, no caso de qualquer uma das linhas do metrô reabrir.

3. Waze

Se você tiver a sorte de possuir um carro, você nem precisa se preocupar com a greve do transporte público. Dê uma olhada neste aplicativo que usa dados dos usuários para encontrar a rota mais rápida para chegar ao seu destino.

4. Join.me

Se você não pode ir trabalhar apesar de seus melhores esforços, então talvez seja hora de voltar pra casa e trabalhar de casa. Para pelo menos dar a ilusão de que você está trabalhando duro, você pode mostrar o seu rosto virtualmente por meio desta app, que permite realizar reuniões virtuais e teleconferências.

5. Melhor café de Londres

É isso aí. Você já tentou o seu melhor, mas agora é hora de abandonar o navio e se refugiar em uma loja de café. Use este aplicativo útil para encontrar o local mais próximo, onde você pode começar seu reparo da cafeína.

Fonte: Time Out