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Os efeitos do Brexit na imigração do Reino Unido

As últimas notícias

Com certeza temos diversas opiniões a respeito da saída do Reino Unido da União Europeia, muitas favoráveis e outras contra. O ministro de gabinete conservador Chris Grayling acredita que o Brexit permitirá um sistema de imigração muito mais planejado e criará planos para os cidadãos que chegarem para morar e trabalhar no Reino Unido. Na opinião do ministro o governo será capaz de administrar fluxos de imigrantes não fechando as portas, mas administrando de forma que torne mais planejada toda a entrada dos imigrantes sem prejudicar a empregabilidade no país.

O atual Primeiro Ministro David Cameron enfatiza a especial importância que os novos imigrantes terão no país como um todo, e pede ajuda aos líderes europeus para controlar o fluxo de imigrantes. Ele afirma que é essencial manter um bom relacionamento com os outros países europeus e que o novo governo do Reino Unido precisa analisar com cuidado todos os passos necessários para manter a economia equilibrada e permitir que os imigrantes não sejam prejudicados, nem mesmo a população britânica.

 

Dados econômicos

O Índice de Gerente de Compras (PMI) registrou a maior queda em 20 anos após o referendo ocorrido no mês passado. O PMI mostra a atividade geral de um país, e os números não foram nada animadores. O setor de serviços que é um dos poucos que fazem a economia britânica girar foi afetado e a confiança e as encomendas estão deteriorando. O PMI do setor de serviços caiu de 52,3% para 47,4%. Esta queda na atividade econômica no Reino Unido pode afetar o Banco Central que está tentando analisar as atitudes para amortecer as consequências do referendo. O PMI composto que combina indústria e serviço caiu de 52,4% para 47,4%, sendo o nível mais fraco desde abril de 2009.

Lado negativo na reunião do G20

A reunião do G20 demonstrou um novo ponto de incerteza na economia, mas os representantes das maiores economias mundiais disseram que tem os instrumentos para evitar uma queda do crescimento provocada pela incerteza. As opiniões contrárias ao Brexit dizem que esta decisão pode provocar protecionismo, e as barreiras de acesso ao comércio local podem provocar queda no crescimento global e aumento na inflação e mais desemprego.

Os efeitos na imigração

Muitos imigrantes estão fazendo algumas perguntas como: ‘Terei que tirar um visto?’, ‘Terei mais gastos?’, ‘Perderei o meu emprego?’, ‘Devo voltar ao meu país?’. São várias dúvidas que afligem os imigrantes. Certamente o clima é de incerteza e preocupação. O discurso de muitos políticos transmite a mesma incerteza podendo até mesmo levar imigrantes a se tornarem ilegais da noite para o dia, segundo alguns analistas. Só mesmo o tempo vai dizer o que vai acontecer no Reino Unido, mas as cartas estão na mesa para debate.

Se Ficou em duvida ou para  maiores informacoes, entre em contato com quem esta a 15 anos no mercado ajudando pessoas como voce.

Home Office passa a exigir que europeus no Reino Unido tenham residência permanente antes de solicitar a cidadania britânica

Estará vigente a partir de 12 de novembro a nova regra para europeus e seus dependentes no Reino Unido que querem obter a naturalização britânica.

Se você é cidadão europeu de um membro estado da União Europeia ou da Suíça, ou é um membro da família deste cidadão, você automaticamente terá o status de residência permanente depois de residir no Reino Unido pelo período de 5 anos em ou após 30 de abril de 2006.

No entanto, a novidade é que é obrigatório solicitar seu cartão de residência permanente para provar que você possui este status antes de solicitar a cidadania britânica. Antes, não era obrigatório, podendo solicitar automaticamente, sem ter o cartão.

Lembre-se de que, a menos que você seja casado ou tenha união estável com um cidadão britânico, você deve ter o status de residência permanente por um período de 12 meses antes de solicitar sua naturalização.

Segundo Humberto Ferrarini, gerente e consultor de imigração da LondonHelp4U, esta nova exigência é uma forma de controlar os cidadãos europeus, bem como simplificar o procedimento interno junto ao Home Office, fazendo com que a regulamentação europeia se equipare às leis britânicas, que exigem a declaração do visto.

Para a imigração a trabalho, os imigrantes devem ser encorajados a permanecer no Reino Unido

Por Nick Pearce

Há duas semanas, os canadenses votaram em um novo governo Liberal, liderado por Justin Trudeau. Havia muita coisa que um observador da política britânica teria reconhecido na campanha eleitoral canadense, não apenas argumentos sobre a despesa pública e de saúde.

Mas o debate sobre a imigração canadense tinha um tom marcadamente diferente da nossa. Embora na Quebec francófona, ecos do secularismo francês foram ouvidos em um debate turbulento de eleição sobre o Niqab (o véu usado por muitas mulheres muçulmanas), todos os lados do espectro político tinham uma história positiva para contar sobre a imigração. O novo governo Liberal fez o que muitos no Reino Unido poderiam pensar que seria politicamente impossível: ser eleito em uma plataforma pró-imigração.

O Canadá é um dos países mais socialmente coesos das democracias avançadas. Historicamente, ele recebeu imigrantes, e isso tem favorecido o estabelecimento a longo prazo dos migrantes mais de esquemas de trabalho ou trabalhadores convidados temporários. Ele tenta transformar estranhos em cidadãos. Aqui, pelo contrário, estamos falando em termos contundentes sobre metas de migração líquida e como levar as pessoas para fora quando elas têm servido à finalidade para que vieram.

O Canadá tem generosos esquemas de reunificação familiar. Os imigrantes podem se inscrever para trazer seus avós, assim como seus parceiros e filhos, para o país. O Canadá também premia estudantes internacionais com créditos para incentivá-los a ficar e se naturalizar. O sistema canadense coloca imigrantes em um caminho para a cidadania, celebrando a aquisição da cidadania e da colocação de um valor considerável no processo de naturalização. O manifesto liberal de Trudeau ainda propôs dar a todos os novos cidadãos o livre acesso a gloriosos Parques Nacionais do Canadá.

No Reino Unido, estamos nos movendo na direção oposta. Imigrantes de fora da União Europeia têm cada vez mais dificuldades em trazer suas famílias com eles. Os alunos que estudam aqui não estão autorizados a permanecer e trabalhar depois de terem concluído os seus cursos. Depois de três ou quatro anos de estudo em inglês, fazendo amigos britânicos e aprendendo nossos costumes e cultura, eles são impedidos de fazer uma vida aqui no mundo do trabalho. Nosso sistema de cidadania trata aqueles que fazem uma solicitação para naturalizar-se com desconfiança, e as nossas taxas (mais de £1,000, em comparação com £313 no Canadá) estão entre as mais altas do mundo desenvolvido. Somente os mega-ricos encontram o caminho para a cidadania britânica fácil, usando os seus milhões para alcançar o status de investidor e as recompensas que vão com ele.

Isso significa que, enquanto o Canadá está incentivando seus imigrantes a criar raízes, integrar à comunidade local e se tornarem cidadãos, a Grã-Bretanha está promovendo um modelo em que as pessoas ficam por alguns anos e, em seguida, seguem em frente. Padrões britânicos de migração são cada vez mais transitórios.

Um relatório recente do IPPR-Coventry University analisou o impacto dessa transitoriedade aumentando na Grã-Bretanha. Nossa pesquisa em quatro cidades – a partir de Slough até Boston – mostrou que esse vai-e-volta pode ser profundamente perturbador para as comunidades. As pessoas com quem conversamos compartilhou de preocupações semelhantes: imigrantes foram “removidos”, “entraram e saíram”, não “fizeram parte”. Ansiedades existentes sobre migração estavam sendo exacerbadas pela sua natureza temporária e transitória. Na busca de uma estreita migração líquida, o governo está colocando ambos os obstáculos no caminho dos migrantes e colocando pressões adicionais sobre as comunidades.

A política de imigração deve ser “à prova de integração”. Isto significa avaliar as reformas não apenas com base no seu provável impacto sobre o destino de migração líquida, mas também sobre como elas irão afetar a vida cotidiana local. Atitudes britânicas em relação à diversidade mostram que os migrantes podem tornar-se uma parte integrante das comunidades locais, mas apenas se forem feitos esforços para promover a sua integração – seja no trabalho, na educação, por meio do aprendizado do inglês ou da habitação. Para viver uma vida comum, e não um casamento temporário de conveniência econômica, os migrantes precisam de ser encorajados a terem residência.

Para promover a naturalização , devemos “auto-inscrever” migrantes, tanto da União Europeia como de fora da União Europeia, em uma rota de cidadania depois de cinco anos como residente no Reino Unido. Isto enviaria uma forte mensagem de que as pessoas que integram e se tornam parte da nossa sociedade serão recompensadas com os direitos, bem como responsabilidades, da cidadania britânica.

Sempre haverá um papel para a migração laboral temporária , é claro, não apenas no setor da agricultura e do NHS. Os empregadores que têm de preencher as lacunas de competências de forma rápida e não conseguem encontrar candidatos adequados no mercado interno têm benefícios enormes de serem capazes de atrair trabalhadores do exterior , que vêm aqui para trabalhar por alguns anos antes de voltar para casa. Mas se os britânicos estão vivendo com sucesso com sua nova diversidade, eles precisam encontrar maneiras de residirem juntos. Níveis relativamente altos de migração são agora uma característica de economias ocidentais, e mesmo que a imigração tenha diminuído, a diversidade não mudaria. Temos de fazer um sucesso disso.

Os conservadores britânicos, muitas vezes, olham respeitosamente para a “anglosfera” da Commonwealth que fala inglês. Eles deveriam pegar uma folha do livro do Canadá, e bater com uma otimista nota sobre a capacidade do Reino Unido para integrar seus imigrantes.

Nick Pearce é Diretor do IPPR

Fonte: The Telegraph

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O Teste B1 é necessário para obter o passaporte britânico e o visto de residência permanente no Reino Unido

Você está pensando ou vai aplicar para obtenção do passaporte britânico e do visto de residência permanente no Reino Unido?

Então preste atenção!

Todos os candidatos ao passaporte britânico e ao visto de residência permanente no Reino Unido deverão se submeter a dois testes:  o Life in the UK e o de inglês, nível B1.

O Life in the UK é um teste de múltipla escolha com 24 perguntas, todas em inglês. Para passar, o candidato precisa acertar 18 das 24 questões.

Já o teste B1 vai exigir dos candidatos conhecimentos gramaticais em inglês. Existem vários testes de nível B1 oferecidos no mercado. O importante, no entanto, é saber se o teste que você vai prestar é aceito pelo Home Office.

Caso ele não seja, sua solicitação para o passaporte britânico vai ser recusada. Chato, né? Então fique tranquilo porque a boa notícia é que LondonHelp4U oferece o teste B1 reconhecido pelo Home Office.

A prova oferecida pela agência é um teste oral. Isso significa que você não precisará ler textos ou responder a perguntas por escrito em inglês. A prova dura cerca de 10 minutos e o resultado sai na hora. O certificado é emitido para a agência em até 5 dias úteis!

O bacana do teste B1 é que ele tem mais credibilidade e não possui data de validade.

Entre agora mesmo em contato conosco pelo info@londonhelp4u.co.uk ou telefone para a agência em Londres no 020 7636 8500.

Já o teste Life in the UK é oferecido exclusivamente pelo UKBA, ou seja, pelo Home Office, pelo endereço on-line https://www.gov.uk/book-life-in-uk-test.

Aproveite essa facilidade da LondonHelp4U e comece agora mesmo o processo para se tornar um cidadão britânico!

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Faça o Teste A1 e B1 com a LondonHelp4U

Você vai aplicar para a residência permanente no Reino Unido, tirar a cidadania britânica ou aplicar para o visto de noivo(a) ou de esposo(a)?

Então você provavelmente está precisando fazer o teste A1 ou B1 de inglês. E a LondonHelp4U pode te ajudar!


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Nós aplicamos os dois testes no centro de Londres, com 5 opções de dias por semana, você recebe o resultado na hora e seu certificado chega em 5 dias úteis aqui na nossa agência de Londres! Fácil, né?

A gente também explica um pouco mais sobre cada um. Lembrando que o Home Office tem a exigência dos provedores para estes testes e o que utilizamos é autorizado pelo Home Office, então você pode ficar tranquilo.

Sobre o Teste A1

  • O certificado tem validade de 2 anos, mas pode ser utilizado para renovar o visto, mesmo que ultrapasse este período
  • O teste dura cerca de 6 minutos
  • O resultado é informado na hora
  • O certificado chega à LondonHelp4 em aproximadamente 5 dias úteis

No teste, é preciso demonstrar um comando básico de Inglês por meio de conversação básica – não há escrita, leitura e escuta.

Este nível é considerado básico, o equivalente a 40-50 horas de estudo da língua, para a maioria dos alunos que já é familiarizado com o idioma.

Segundo o Home Office, o objetivo é que a pessoa compreenda expressões cotidianas e frases básicas.

Quem precisa fazer o teste A1

O Ministério de Fronteiras Britânico exige o teste de inglês, nível A1, para cidadãos de países não membros da União Europeia (UE) que desejam se casar e viver no Reino Unido com um membro da União Europeia ou um estrangeiro residente.

O teste passou a ser obrigatório a partir de 29 de novembro de 2010. O objetivo é garantir que indivíduos que desejam se estabelecer no Reino Unido como parceiro civil de um membro da comunidade europeia, ou residente, possam falar e entender a língua inglesa e se integrar na cultura do país.

Sobre o Teste B1

  • O certificado não expira
  • O teste dura cerca de 10 minutos
  • O resultado é informado na hora
  • O certificado chega à LondonHelp4 em aproximadamente 5 dias úteis

Nos primeiros cinco minutos, o candidato precisa escolher um tópico e utilizar simple present, past simple future, simple past and present perfect.

Nos outros cinco minutos, o examinador escolherá um tópico e o candidato deverá discutir sobre ele também utilizando simple present, present perfect, simple past and future.

Sugestões de tópicos para a primeira parte do exame:

•        Comida

•        Hobbies

•        Férias

•        Carreira

•        Cidade natal

Um dos tópicos que o examinador vai escolher para a segunda parte da prova (o candidato NÃO deve escolher estes tópicos para a primeira parte da prova) são:

•        Festivais

•        Meios de Transporte

•        Ocasiões Especiais

•        Entretenimento

•        Música

•        Experiências pessoais recentes


Quem precisa fazer o teste B1

Ele é obrigatório para todos os candidatos que vão aplicar ao Passaporte Britânico e ao Visto de Residência Permanente (ILR) a partir de 28 de outubro de 2014. Além do teste B1, o Life in the UK também é necessário para este processo.

Ficou interessado e precisa de ajuda? Agende já seu teste conosco em info@londonhelp4u.co.uk e esteja em boas mãos!