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O que ainda está em discussão sobre o Reino Unido e a Irlanda com Brexit

photo: Andrew Wilson

Historicamente, os cidadãos irlandeses têm um estatuto especial na lei do Reino Unido, o Common Travel Area (CTA), que é separado dos direitos que eles têm como cidadãos da União Européia. CTA permite que os habitantes dos países viajem livremente, sem estar sujeito a controles de passaporte. No entanto, a expectativa dos especialistas é que o Reino Unido negocie uma nova legislação específica para os irlandeses após o Brexit.

A professora Dagmar Schiek, Jean Monnet, presidente da legislação e política da UE na Queens University de Belfast, afirma que existe uma certa amplitude dentro das regras da UE para permitir um acordo bilateral entre a República da Irlanda e o Reino Unido. No entanto, ela enfatiza que exigiria que os restantes membros da UE concordassem com isso: “De acordo com a legislação da UE, qualquer relação futura entre a República da Irlanda e o Reino Unido ficaria sujeita a um acordo não apenas com a República da Irlanda, mas com o todo da UE.”

O futuro do Common Travel Area (CTA) após Brexit ainda é incerto. Os governos do Reino Unido e da Irlanda demonstram manter as  mesmas diretrizes de negociação atual afirmando que a União respeitará esses acordos bilaterais. No entanto, exista um acordo político generalizado sobre a não-existência de uma “fronteira dura” com a Irlanda, essa ausência de controles na fronteira irlandesa pós-Brexit tornaria-a única entre as fronteiras da UE.

O professor Bernard Ryan da Universidade de Leicester argumenta que será necessária uma nova legislação para proteger irlandeses no Reino Unido pós-Brexit. Em síntese, a República da Irlanda não é considerada um “país estrangeiro” para efeitos das leis do Reino Unido, e os cidadãos irlandeses não são considerados “estrangeiros”. Além disso, os irlandeses são tratados como se tivessem permissão de imigração permanente para residirem no Reino Unido a partir da data em que assumem a “residência comum” aqui.

Este atual status especial, Common Travel Area (CTA), afeta os direitos dos cidadãos irlandeses em várias áreas, incluindo elegibilidade para a cidadania britânica, para votar, candidatar-se à eleição e para benefícios sociais. Acredita-se que, segundo especialistas, os cidadãos irlandeses têm mais direitos do que outros cidadãos da UE residentes no Reino Unido.

Informações: http://www.parliament.uk/commons-library

Minuto Legal: 140 mil imigrantes correriam risco de remoção do Reino Unido

Relatório indica número de imigrantes ilegais que correm risco de remoção no Reino Unido. Confira essa e outras notícias no Minuto Legal da LondonHelp4U.

Relatório diz que 140 mil pessoas enfrentam risco de remoção do Reino Unido
Mais de 140.000 pessoas no Reino Unido enfrentam risco de detenção e remoção, revelou o “The Guardian”. Dois relatórios de David Bolt, inspetor-chefe independente de fronteiras e imigração, dão a primeira indicação oficial do número de pessoas que estão ilegalmente no país e que devem enfrentar ações que as obriguem a sair. O ministro da imigração, Brandon Lewis, declarou: “As pessoas que não têm direito de viver neste país não devem ter dúvidas quanto à nossa determinação em removê-las. Nossa prioridade é progredir nos casos de saídas forçadas voluntárias. Removemos mais de 38.600 estrangeiros desde 2010”. Os relatórios dizem que, em setembro de 2016, cerca de 40 mil pessoas que enfrentam problemas de  remoção, foram obrigadas a visitar centros de imigrantes de Londres.

Estudos secretos sobre impactos do Brexit devem ser divulgados
O governo admitiu que deve compartilhar dezenas de documentos que avaliam o impacto econômico do Brexit e que estavam sendo guardados confidencialmente. A liberação ocorreu após um movimento Partido Trabalhista no Parlamento, que exigiu a apresentação dos documentos.  O Partido Trabalhista procurou por meses garantir a liberação dos estudos, que cobrem a economia do Reino Unido, levando a especulações de que os ministros estavam com medo de compartilhá-los por causa das avaliações negativas que eles contêm.

Trabalhadores europeus que deixaram o NHS pode prejudicar setor da saúde em UK
O número de enfermeiras e parteiras que vêm trabalhar no Reino Unido, provenientes de países europeus,  caiu 89% desde que o Reino Unido votou para deixar a União Europeia.  A queda acentuada coincidiu com um aumento do número de médicos europeus qualificados que deixaram o registro do Conselho de Enfermagem e Obstetrícia (NMC): 4.067 profissionais deixaram o conselho, um aumento de 67% com relação ao ano anterior.  Os dados do NMC também mostram uma terceira tendência preocupante em relação à força de trabalho do NHS: o número de enfermeiras e parteiras treinadas no Reino Unido que deixaram o registro aumentou 11% no ano passado . Os números são as últimas evidências de que a decisão da Grã-Bretanha no ano passado de deixar a UE levou a um maior número de europeus a deixarem de escolher prosseguir suas carreiras no Reino Unido.

Registro de europeus no Reino Unido seria ilegal dizem deputados europeus
A secretária do interior, Amber Rudd, foi advertida por um grupo de deputados que seus planos para forçar os cidadãos da UE a se registrarem no período de transição imediatamente após o Brexit seria ilegal e inaceitável para o parlamento europeu. Deputados de toda a Europa escreveram a Rudd na sequência das suas sugestões sobre o registro dos europeus no Reino Unido. A União Europeia pretende insistir por um período de transição em que a Grã-Bretanha continuaria sob a legislação da UE e todas as suas instituições, sem exceção. Os deputados europeus escreveram: “O Home Office sugere que apenas cidadãos da UE não-britânicos precisam se registrar? O artigo 26 da diretiva relativa à liberdade de circulação deixa muito claro que os cartões de residência são para todos ou para ninguém”.

Donald Trump foca em crianças e jovens que estão ilegalmente nos EUA
Muitas das iniciativas de imigração lançadas pela administração Trump nas últimas semanas visam um tipo de imigrante: crianças e jovens. As medidas visam expulsar os jovens que já estão nos Estados Unidos de forma ilegal e impedir que outros atravessem o país. Entre as ações recentes, está o fim do programa DACA, criado por Obama, que permitiu que quase 800 mil jovens que entraram no país ilegalmente se candidatassem para poder trabalhar e estudar no país.  A Casa Branca também anunciou que vai encerrar um programa que permite que os menores da América Central se candidatem ao asilo nos EUA enquanto ainda vivem no exterior.

*foto The Guardian

Student Visas for the UK: all you need to know

The UK has some of the world’s best recognized education institutions. General English, Short Courses, Masters Degrees and MBAs, there are several options for who wish to have a study abroad experience to develop their career. However, many students don`t know which visa they should apply to study in the UK. Check below all you need to know about the Students Visa for UK.

Up to 6 months – For courses up to 6 months, whether general English or an academic course, it is not necessary to apply for visas. Upon arrival in the UK, you will need to submit all documentation relating to the course, such as the letter from the educational institution and documents regarding where the student will be staying. The student can not work in the period.

Short-Term visa – For who wish to study in the UK in courses from 6 to 11 months, it is necessary to apply for the Short Term Visa. The visa is valid only for General English courses and for educational institutions which are recognized by the UK Immigration Agency. The student must have the financial resources to maintain throughout the course period. It is not possible to extend this visa after 11 months in British territory. You must return to your country and request a new visa. The Short-Term Visa does not allow students to work and bring dependents to the UK during the period they are studying.

Tier 4 – ier 4 can be used for a General English course for a longer period, and is also required to study in the United Kingdom for higher education (Undergraduate, Master’s, MBA, etc.). You need to have an offer from an educational institution recognized by the UK Immigration Agency. Candidates must be able to speak, read, write and understand the English language, with a certificate recognized by the Home Office at the intermediate level, and have enough resources to maintain them during their stay. Students have the right to enter the UK one month before the start of the course. Those who are taking a course at the undergraduate or higher level can work part-time.

LondonHelp4U is an immigration company with over 15 years of successful visa applications. If you have questions or need more information about visas, please contact our advisors by phone + 55 11 3283 0906, Whatsapp +44 0789176 4830 or by email info@londonhelpu.co.uk.

Os efeitos do Brexit na imigração do Reino Unido

As últimas notícias

Com certeza temos diversas opiniões a respeito da saída do Reino Unido da União Europeia, muitas favoráveis e outras contra. O ministro de gabinete conservador Chris Grayling acredita que o Brexit permitirá um sistema de imigração muito mais planejado e criará planos para os cidadãos que chegarem para morar e trabalhar no Reino Unido. Na opinião do ministro o governo será capaz de administrar fluxos de imigrantes não fechando as portas, mas administrando de forma que torne mais planejada toda a entrada dos imigrantes sem prejudicar a empregabilidade no país.

O atual Primeiro Ministro David Cameron enfatiza a especial importância que os novos imigrantes terão no país como um todo, e pede ajuda aos líderes europeus para controlar o fluxo de imigrantes. Ele afirma que é essencial manter um bom relacionamento com os outros países europeus e que o novo governo do Reino Unido precisa analisar com cuidado todos os passos necessários para manter a economia equilibrada e permitir que os imigrantes não sejam prejudicados, nem mesmo a população britânica.

 

Dados econômicos

O Índice de Gerente de Compras (PMI) registrou a maior queda em 20 anos após o referendo ocorrido no mês passado. O PMI mostra a atividade geral de um país, e os números não foram nada animadores. O setor de serviços que é um dos poucos que fazem a economia britânica girar foi afetado e a confiança e as encomendas estão deteriorando. O PMI do setor de serviços caiu de 52,3% para 47,4%. Esta queda na atividade econômica no Reino Unido pode afetar o Banco Central que está tentando analisar as atitudes para amortecer as consequências do referendo. O PMI composto que combina indústria e serviço caiu de 52,4% para 47,4%, sendo o nível mais fraco desde abril de 2009.

Lado negativo na reunião do G20

A reunião do G20 demonstrou um novo ponto de incerteza na economia, mas os representantes das maiores economias mundiais disseram que tem os instrumentos para evitar uma queda do crescimento provocada pela incerteza. As opiniões contrárias ao Brexit dizem que esta decisão pode provocar protecionismo, e as barreiras de acesso ao comércio local podem provocar queda no crescimento global e aumento na inflação e mais desemprego.

Os efeitos na imigração

Muitos imigrantes estão fazendo algumas perguntas como: ‘Terei que tirar um visto?’, ‘Terei mais gastos?’, ‘Perderei o meu emprego?’, ‘Devo voltar ao meu país?’. São várias dúvidas que afligem os imigrantes. Certamente o clima é de incerteza e preocupação. O discurso de muitos políticos transmite a mesma incerteza podendo até mesmo levar imigrantes a se tornarem ilegais da noite para o dia, segundo alguns analistas. Só mesmo o tempo vai dizer o que vai acontecer no Reino Unido, mas as cartas estão na mesa para debate.

Se Ficou em duvida ou para  maiores informacoes, entre em contato com quem esta a 15 anos no mercado ajudando pessoas como voce.

Golden Visa pode ser a porta de entrada para a Europa

Criado pelo governo português para reforçar o ritmo de crescimento econômico e atrair mais investimentos para o país, o Golden Visa pode ser uma opção para quem deseja residir ou fazer negócios na União Européia.

A lógica é simples: investe-se em Portugal e e, em troca, é cedido o visto de ouro que permite ao portador se estabelecer em qualquer um dos 26 países do Espaço Schengen* dentro do continente europeu.

Pode requerer ao Golden Visa qualquer cidadão de outro país que faça um investimento pessoal ou através de uma sociedade em terras portuguesas. No momento as opções de investimento são:

– € 500 mil na compra de imóveis

– € 350 mil na compra de imóvel com mais de 30 anos de construção ou localizado em área de reabilitação urbana

– € 500 mil em fundos de investimentos destinados à capitalização de pequenas e médias empresas

– Abrir um negócio que empregue pelo menos dez funcionários

– € 350 mil em pesquisa científica

– € 250 mil em produção artística e preservação ou conservação do patrimônio cultural

–  € 1 milhão no mercado financeiro

O investimento escolhido deve ser mantido por um período mínimo de cinco anos contados a partir da data de concessão  do visto. O governo português pode exigir a qualquer momento durante o período a  comprovação dos investimentos no país.

O Golden Visa, no entato, não é permanente e não dá direito à Cidadania Portuguesa, e por consequência, européia.  O visto é concedido de forma temporária e pode ser renovado desde que se mantenham os requisitos necessários.

Após cinco anos com o visto temporário, é possível solicitar o visto permanente. E após 6 anos de residência em Portugal, o portador do Golden Visa pode entrar com o pedido de naturalização e tornar-se um cidadão europeu.

A LondonHelp4U, com 15 anos de experiência em processos de imigração, oferece toda a assistência na obtenção do Golden Visa para os cidadãos que queiram viver e investir em Portugal. Entre em contato conosco e agende uma visita.

*Espaço Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Holanda, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suiça.