Leis e Imigração

Dicas de Imigração, Leis e Imigração

Promovendo os Direitos Humanos: Combatendo a Violência Doméstica por uma Sociedade mais Segura.

Os direitos humanos são os direitos fundamentais que todo indivíduo deve possuir, independentemente de seu gênero, idade, raça ou status social. Entre as diversas questões urgentes que violam os direitos humanos, a violência doméstica destaca-se como um problema pervasivo que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Este artigo tem como objetivo lançar luz sobre a interseção crítica entre os direitos humanos e a violência doméstica, enfatizando a necessidade de ação coletiva para combater esse flagelo social.   Compreendendo a Violência Doméstica: A violência doméstica refere-se a qualquer forma de comportamento abusivo, seja físico, emocional, psicológico ou sexual, dentro de um relacionamento íntimo ou domicílio. Ela afeta desproporcionalmente as mulheres, mas homens, crianças e idosos também podem se tornar vítimas. Essa violência não apenas causa danos imediatos, mas também tem consequências psicológicas, emocionais e físicas de longo prazo para os sobreviventes.   A Violação dos Direitos Humanos: No seu cerne, a violência doméstica é uma violação flagrante dos direitos humanos. Ela mina os princípios de igualdade, dignidade e segurança que devem ser garantidos a cada indivíduo. Ao sujeitar as vítimas a várias formas de abuso, ela nega a elas os direitos à vida, liberdade, segurança pessoal e à liberdade de tortura ou tratamento cruel, desumano ou degradante.   O Impacto sobre Mulheres e Crianças: As mulheres são particularmente vulneráveis ​​à violência doméstica, com numerosos fatores culturais, sociais e econômicos contribuindo para o aumento de seu risco. Isso não apenas prejudica seu bem-estar físico e mental, mas também limita seu acesso à educação, emprego e participação na vida pública. Além disso, as crianças que testemunham ou experimentam violência doméstica sofrem traumas emocionais e psicológicos graves, muitas vezes perpetuando um ciclo de violência nas gerações futuras.   O Papel das Organizações de Direitos Humanos: As organizações de direitos humanos desempenham um papel fundamental no enfrentamento da violência doméstica. Elas trabalham incansavelmente para defender leis e políticas que protejam os sobreviventes, promovam a igualdade de gênero e ofereçam serviços abrangentes de apoio. Essas organizações também aumentam a conscientização sobre os direitos individuais, incentivando as comunidades a rejeitar ativamente a violência doméstica e promover uma cultura de respeito e igualdade.   Medidas Legais e Sistemas de Apoio: Muitos países promulgaram legislação para lidar com a violência doméstica, criminalizando tais atos e estabelecendo ordens de proteção. No entanto, há uma necessidade urgente de melhor implementação, fiscalização e acessibilidade dessas leis. No entanto, há uma necessidade urgente de uma melhor implementação, fiscalização e acessibilidade dessas leis. Além disso, é necessário estabelecer sistemas abrangentes de apoio, que incluam abrigos, linhas de ajuda, serviços de aconselhamento e assistência jurídica, para ajudar os sobreviventes a se libertarem de ambientes abusivos e reconstruírem suas vidas.  Educação e Prevenção: Prevenir a violência doméstica requer uma abordagem multifacetada que inclui programas de educação e conscientização. Ao integrar a educação em direitos humanos nos currículos escolares, promover dinâmicas saudáveis ​​de relacionamento e desafiar estereótipos de gênero, podemos cultivar uma sociedade que respeite e defenda os direitos de todos os indivíduos. Engajar homens e meninos como aliados nesse movimento é crucial, pois eles podem ajudar a redefinir a masculinidade e advogar pela igualdade de gênero.   Conclusão: Abordar a violência doméstica não é apenas uma questão de bem-estar individual, mas também uma responsabilidade coletiva de proteger e defender os direitos humanos. Ao reconhecer a prevalência e o impacto da violência doméstica, fomentar sistemas de apoio e promover educação e prevenção, podemos trabalhar para criar uma sociedade onde todos possam viver livres de violência e desfrutar plenamente de seus direitos humanos fundamentais. Juntos, podemos construir um futuro que abrace a igualdade, o respeito e a dignidade para todos.  

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Whatsapp Banido do Reino Unido?

Novo projeto de lei de segurança online do Reino Unido, que passará por aprovação em breve no parlamento, dará ao governo o poder de exigir aos aplicativos mensageiros que verifiquem mensagens dos usuários em busca de conteúdos de abuso sexual infantil e terrorismo.   Caso as empresas não atendam solicitações como essa poderiam receber multa de até 10% sob faturamento global.   No entanto é aí que começa a queda de braço.   Para tal, seria necessário enfraquecer a tecnologia de criptografia ponta a ponta(E2EE), o que de acordo com o Whatsapp e outros apps de mensagem com o Signal infringiria a política de privacidade dos usuários.   A criptografia de ponta a ponta protege as mensagens, garantindo que apenas aqueles que as enviam e recebem possam lê-las, e até mesmo os próprios serviços não têm acesso.   Empresas de tecnologia e especialistas em segurança dizem que é necessário proteger as mensagens contra hackers e outras ameaças – mas autoridades, incluindo as do Reino Unido, argumentaram que isso deveria ser enfraquecido para que as mensagens possam ser verificadas em busca de conteúdo ilegal.     Will Cathcart, chefe do Whatsapp afirmou que a empresa se recusaria a quebrar sua política de privacidade e que se não houver um acordo o aplicativo pode deixar o país, já que representa uma pequena parcela do mercado global.   “Noventa e oito por cento de nossos usuários estão fora do Reino Unido”   “Eles não querem que reduzamos a segurança do produto e, simplesmente, seria uma escolha estranha para nós de uma forma que afetaria esses 98% dos usuários. ”   Legisladores e plataformas estão apelando ao governo que inclua na lei um texto específico para deixar claro que mensagens privadas são diferentes de outras redes sociais e que a criptografia deve ser protegida, no entanto o governo britânico não parece muito disposto a atender a solicitação.   E aí, você está do lado de quem?   Fonte: The Independent

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Sistema de saúde do Reino Unido está realizando projeto-piloto baseado no SUS e especialista afirma que o Brasil é exemplo a ser seguido.

O NHS, serviço nacional de saúde do Reino Unido, está realizando um projeto-piloto baseado em abordagem de sucesso do SUS nas áreas mais pobres do Brasil.   O projeto consiste no envio de agentes de saúde até as casas para verificarem a condição de saúde e possíveis doenças antes que elas se agravem.   O responsável pela iniciativa é Matthew Harris, especialista em saúde pública do Imperial College London, que atuou como clínico geral durante 4 anos no Brasil.   O modelo no Brasil obteve grande sucesso e foi diretamente responsável por uma queda de 34% nas mortes por doenças cardiovasculares nas regiões atendidas.   “No Brasil, eles escalaram esse papel a tal ponto que possuem atualmente 270 mil agentes comunitários de saúde em todo o país, e cada um cuida de 150 famílias, visitando-as pelo menos uma vez por mês”, pontua Harris.   “Eles tiveram resultados extraordinários em termos de saúde da população nas últimas duas ou três décadas. Acreditamos que temos muito a aprender com isso.”   Uma das agentes que participa do piloto, a enfermeira aposentada Comfort, comentou que nesse modelo os agentes tem tempo para ouvir o que os clínicos gerais nem sempre conseguem devido ao tempo limitado da consulta nos postos locais.   Outras áreas do país como Calderdale, West Yorkshire, Warrington e Cheshire já estão aplicando o esquema, e partes de Norfolk e Cornwal também devem seguir o mesmo exemplo em breve.   Além da saúde pública em si, os defensores do projeto afirmam que quando implementado em todas as áreas mais pobres da Inglaterra – o que custaria em torno de 300 milhões de libras, trará uma grande economia para os cofres públicos.   E você, concorda? Comenta aí!   Fonte: BBC Brasil

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Secretária de Estado diz que Britânicos Devem ser Treinados para Dirigir Caminhões e Colher Frutas, para que o País não Dependa de Imigrantes.

Em conferência realizada em Londres, a Secretária de Estado para assuntos internos – Suella Braverman, afirmou que o país deve capacitar os britânicos para que trabalhem como caminhoneiros, açougueiros e colhedores de frutas para diminuir os índices de imigração.   Ela também disse que não há uma boa razão para que isso seja feito e que não é “racista” por querer controlar as fronteiras.   Ela disse que o Reino Unido pode “esquecer como fazer as coisas por nós mesmos” se for muito “dependente” de mão de obra estrangeira.   No entanto, alguns membros seniores do partido conservador pediram o relaxamento das regras pós brexit pois ainda acreditam que o país deva receber imigrantes no curto prazo para acelerar a economia, desde que isso seja feito com controle e planejamento.   O líder do partido trabalhista Sir Keir Stamer comentou:   “Quando Suella Braverman diz que os trabalhadores britânicos se esqueceram de como fazer as coisas sozinhos, não é nada novo. É como eles reagem a tudo. Evite a responsabilidade. Culpe todos os outros”, disse ele.   “Ela nos contou sua visão do futuro do trabalho neste país: ‘Deixe-os colher frutas’. “Bem, nosso partido nunca terá ambições tão baixas para os trabalhadores.”   O objetivo principal de Braverman é diminuir o índice de imigração líquida no país, que seria a diferença entre os que entram e os que saem, e que neste ano deve bater um recorde de 700.000 imigrantes.   A meta é que esse número seja reduzido para 100.000.   Fonte: BBC

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Oportunidades Ampliadas: Reino Unido Remove Limites de Permissão de Trabalho para Estudantes Internacionais

Desde o início de 2021, o Reino Unido tem dado um passo significativo em direção à internacionalização de suas universidades e ao acolhimento de estudantes estrangeiros. Uma das mudanças mais marcantes nesse sentido é a remoção dos limites de permissão de trabalho para estudantes internacionais. Essa nova política abre portas para uma experiência mais enriquecedora e oportunidades profissionais ampliadas para aqueles que escolhem estudar no Reino Unido.   Até então, estudantes estrangeiros estavam sujeitos a restrições que limitavam seu direito de trabalhar durante e após os estudos. No entanto, com a nova regulamentação, os estudantes internacionais matriculados em cursos superiores agora podem trabalhar por um período de tempo ilimitado, desde que frequentem instituições de ensino superior reconhecidas.   Essa mudança é uma resposta direta ao reconhecimento do valor e das contribuições dos estudantes internacionais para a sociedade e a economia do Reino Unido. Além de poderem se sustentar financeiramente durante seus estudos, os estudantes estrangeiros agora têm a oportunidade de ganhar experiência profissional relevante, desenvolver habilidades transferíveis e estabelecer contatos dentro de suas áreas de interesse.   Essa liberdade estendida de trabalho também permite que estudantes internacionais explorem setores específicos e até mesmo trabalhem em tempo integral após a conclusão de seus estudos. Com o fim dos limites de horas permitidas, os estudantes têm mais flexibilidade para buscar empregos que correspondam às suas aspirações profissionais e se envolverem em estágios e programas de trainee.   Essa política progressista posiciona o Reino Unido como um destino altamente atrativo para estudantes internacionais em busca de uma experiência educacional de qualidade combinada com perspectivas de carreira sólidas. Além disso, fortalece o compromisso do país em acolher talentos globais e promover a diversidade cultural.   Para os estudantes internacionais interessados em aproveitar ao máximo essa nova oportunidade, é importante estar ciente dos requisitos específicos e regras de imigração relacionadas à permissão de trabalho. É recomendado consultar as orientações fornecidas pelas instituições de ensino superior, bem como os órgãos governamentais competentes, para obter informações atualizadas e precisas.   Em conclusão, a remoção dos limites de permissão de trabalho para estudantes internacionais no Reino Unido representa um avanço significativo na criação de um ambiente acadêmico e profissional mais inclusivo e estimulante. Essa nova política não apenas oferece a oportunidade de uma experiência educacional de alta qualidade, mas também abre portas para que os estudantes internacionais construam uma carreira bem-sucedida e enriquecedora no Reino Unido. O país se destaca como um destino acolhedor e progressista para aqueles que buscam expandir seus horizontes e realizar seus sonhos acadêmicos e profissionais.  

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Seu Filho Nasceu no Reino Unido? Saiba os Direitos da Criança.

Seu filho, ao nascer no Reino Unido, é beneficiado por uma série de direitos garantidos pela legislação britânica e por convenções internacionais das quais o Reino Unido é signatário. Alguns dos direitos fundamentais do seu filho incluem:   Direito à vida e proteção: Seu filho tem o direito inalienável à vida, bem como à proteção contra qualquer forma de abuso, negligência ou violência. As leis britânicas são rigorosas no combate ao abuso infantil e garantem a segurança e o bem-estar das crianças.   Direito à nacionalidade: Ao nascer no Reino Unido, seu filho pode ter o direito de adquirir a nacionalidade britânica automaticamente, dependendo da situação dos pais. A legislação sobre nacionalidade é complexa e pode variar de acordo com diversos fatores, como o status de imigração dos pais. É recomendado buscar informações específicas sobre a situação do seu filho junto às autoridades competentes.   Direito à educação: Seu filho tem o direito de receber uma educação gratuita e de qualidade no Reino Unido. O sistema educacional britânico é reconhecido internacionalmente, e o governo investe em escolas, professores e recursos para garantir igualdade de oportunidades a todas as crianças.   Direito à saúde: O sistema de saúde do Reino Unido, o NHS (Sistema Nacional de Saúde), garante acesso a cuidados médicos abrangentes e gratuitos para todas as crianças. Seu filho terá direito a receber serviços de saúde, como vacinação, exames de rotina, tratamento de doenças e apoio psicológico, para garantir seu bem-estar físico e mental.   Direito à proteção e bem-estar: Seu filho tem o direito de ser protegido contra qualquer forma de exploração, abuso, violência ou negligência. O Reino Unido possui leis rigorosas que criminalizam essas práticas e conta com instituições e organizações dedicadas à proteção dos direitos das crianças.   Direito à participação: Seu filho tem o direito de expressar suas opiniões e ser ouvido em assuntos que o afetem. Existem mecanismos de participação, como Conselhos de Crianças e Jovens, que incentivam a participação ativa das crianças em decisões locais e nacionais, garantindo sua voz no processo democrático.   É importante ressaltar que os direitos das crianças no Reino Unido são protegidos e amparados por uma ampla legislação e por órgãos responsáveis pela sua aplicação. Caso tenha alguma dúvida específica sobre os direitos do seu filho, é aconselhável buscar orientação junto a profissionais especializados em direito da infância ou autoridades competentes.

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Nova Lei Facilita a Entrada de Brasileiros em Portugal Para Procurar Trabalho.

Brasileiro que quer tentar a sorte mas não tem emprego certo no país poderá entrar com visto de procura de trabalho. Talvez pela facilidade com relação à língua, brasileiro é figurinha fácil em Portugal. E, pelo jeito, esse cenário pode se intensificar. É que quem quer sair do Brasil em direção às terras lusitanas poderá procurar trabalho de forma legal. Atualmente, o número de brasileiros que vivem em situação regular por lá bateu recorde em 2022: são 252 mil. O levantamento, feito pelo jornal português Diário de Notícias, levou em conta os dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), responsável pelo setor de imigração do país europeu. Antes da medida, os brasileiros já não precisavam de visto para entrar em Portugal, devido às regras de entrada nos países europeus do Espaço Schengen. Por outro lado, poderiam ter a sua entrada negada pela falta de documentos, como os do seguro-viagem e passagem de volta. Com a medida, cidadãos desses países não vão precisar mais comprovar: a passagem de volta – salvo quando solicitarem visto de residência; seguro-viagem; meios de subsistência. os membros do CPLP também não serão mais obrigados a se apresentarem presencialmente para requerimento de visto. Antes da medida, os brasileiros já não precisavam de visto para entrar em Portugal, devido às regras de entrada nos países europeus do Espaço Schengen. Por outro lado, poderiam ter a sua entrada negada pela falta de documentos, como os do seguro-viagem e passagem de volta. Há uma nova redação para a Lei dos Estrangeiros, que altera o regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional português. Ou seja, o brasileiro que quer tentar a sorte mas nem tem emprego certo por lá, poderá, na prática, entrar com visto de procura de trabalho. As alterações foram publicadas no Diário Oficial Português no dia 25 de agosto. E entraram em vigor 30 dias depois, portanto, já é possível solicitar o visto ainda em território de origem ou da sua residência legal, junto ao Consulado ou Embaixada de Portugal, antes mesmo da chegada em território português. Se esse visto for aprovado, que permite uma entrada em Portugal durante a vigência do documento, a pessoa poderá ficar no país por um período de 120 dias, prorrogável por mais 60. O interessado precisa comprovar que tem recursos para pagar passagem aérea para o retorno ao país de origem. E se ele conseguir uma vaga no mercado de trabalho português, poderá requerer a concessão da autorização de residência, formalizando assim sua permanência no país europeu. Se você tem interesse em procurar trabalho em Portugal, entre em contato com a Londonhelp4u para obter uma assessoria completa e necessária para a sua entrada no país e o seu visto de trabalho.

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Migração e mobilidade: Portugal reafirma “grande abertura” aos cidadãos da CPLP.

O ministro português da Administração Interna, José Luís Carneiro, elogiou esta quarta-feira o novo acordo de mobilidade na CPLP. Este é “um passo importante para facilitar a circulação de pessoas”, afirma.  Portugal tem demonstrado uma grande abertura para os cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa que procuram o país. As palavras são de José Luís Carneiro, ministro da Administração Interna, que, em declarações à DW África, salientou que Portugal foi um dos primeiros a impulsionar o acordo de mobilidade na comunidade.  “É mesmo o passo mais significativo do ponto de vista da mobilidade dos cidadãos que compõem o conjunto da CPLP, que era um objetivo pioneiro daqueles que, na altura, decidiram fundar a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, salientou o ministro.  Em declarações à imprensa estrangeira em Portugal, o ministro frisou ainda que Lisboa esteve na linha da frente na aprovação dos mecanismos para a implementação do acordo de mobilidade: “Garantimos, nomeadamente, que para efeito de estudo, de investigação, de procura de trabalho, e para investir, seja dispensado o visto do próprio Serviço de Estrangeiros e Fronteiras [SEF]. Portanto, a partir de agora, naturalmente que as respostas serão muito mais agilizadas e serão de uma grande abertura para aqueles que procuram Portugal para estudar, para trabalhar, para realizar os seus investimentos e para realizar as suas vidas.” Nova lei já no próximo ano! A nova arquitetura normativa entrará em vigor em Portugal a partir de janeiro de 2023. De acordo com o ministro, para facilitar as entradas e a circulação, a nova lei estabelece que o atendimento de estrangeiros que queiram tratar das respetivas autorizações de residência passará a ser feito na nova Agência para as Migrações e Asilo. Para acabar com as demoras e dar uma melhor resposta aos processos, os casos de renovação passarão a ser feitos a partir de 2023 no Instituto de Registos e Notariado, que existe em todos os concelhos do país.  “E fundamentalmente o que fará a PSP, a GNR, com a supervisão dos inspetores do SEF, é garantir a segurança de fronteiras”, explicou o ministro. Além de Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São e Tomé e Príncipe já ratificaram o acordo de mobilidade, aprovado na XXVI Reunião do Conselho de Ministros da comunidade, decorrida em Luanda, em julho de 2021. Este ano, Angola, Moçambique e Timor-Leste depositaram os respetivos instrumentos de ratificação na sede da CPLP, em Lisboa. Entre em contato com a Londonhelp4U para obter mais informações sobre os benefícios do acordo para brasileiros.

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Nova Lei Facilita a Entrada de Brasileiros em Portugal Para Procurar Trabalho.

Brasileiro que quer tentar a sorte mas não tem emprego certo no país poderá entrar com visto de procura de trabalho. Talvez pela facilidade com relação à língua, brasileiro é figurinha fácil em Portugal. E, pelo jeito, esse cenário pode se intensificar. É que quem quer sair do Brasil em direção às terras lusitanas poderá procurar trabalho de forma legal. Atualmente, o número de brasileiros que vivem em situação regular por lá bateu recorde em 2022: são 252 mil. O levantamento, feito pelo jornal português Diário de Notícias, levou em conta os dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), responsável pelo setor de imigração do país europeu. Antes da medida, os brasileiros já não precisavam de visto para entrar em Portugal, devido às regras de entrada nos países europeus do Espaço Schengen. Por outro lado, poderiam ter a sua entrada negada pela falta de documentos, como os do seguro-viagem e passagem de volta. Com a medida, cidadãos desses países não vão precisar mais comprovar: a passagem de volta – salvo quando solicitarem visto de residência; seguro-viagem; meios de subsistência. os membros do CPLP também não serão mais obrigados a se apresentarem presencialmente para requerimento de visto. Antes da medida, os brasileiros já não precisavam de visto para entrar em Portugal, devido às regras de entrada nos países europeus do Espaço Schengen. Por outro lado, poderiam ter a sua entrada negada pela falta de documentos, como os do seguro-viagem e passagem de volta. Há uma nova redação para a Lei dos Estrangeiros, que altera o regime jurídico de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional português. Ou seja, o brasileiro que quer tentar a sorte mas nem tem emprego certo por lá, poderá, na prática, entrar com visto de procura de trabalho. As alterações foram publicadas no Diário Oficial Português no dia 25 de agosto. E entraram em vigor 30 dias depois, portanto, já é possível solicitar o visto ainda em território de origem ou da sua residência legal, junto ao Consulado ou Embaixada de Portugal, antes mesmo da chegada em território português. Se esse visto for aprovado, que permite uma entrada em Portugal durante a vigência do documento, a pessoa poderá ficar no país por um período de 120 dias, prorrogável por mais 60. O interessado precisa comprovar que tem recursos para pagar passagem aérea para o retorno ao país de origem. E se ele conseguir uma vaga no mercado de trabalho português, poderá requerer a concessão da autorização de residência, formalizando assim sua permanência no país europeu. Se você tem interesse em procurar trabalho em Portugal, entre em contato com a Londonhelp4u para obter uma assessoria completa e necessária para a sua entrada no país e o seu visto de trabalho.

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CONHEÇA O NOVO VISTO BRITÂNICO DE TRABALHO – SCALE-UP VISA

  CONHEÇA O NOVO VISTO BRITÂNICO DE TRABALHO – SCALE VISA Visto de expansão impulsionará negócios de alto crescimento no Reino Unido. Empresas de alto crescimento capazes de atrair talentos excepcionais para o Reino Unido com o novo visto Scale-up. As principais empresas de alto crescimento do Reino Unido terão maior flexibilidade e poder para atrair os melhores talentos do mundo por meio do novo visto Scale-up, anunciou o governo hoje (22 de agosto). As empresas do Reino Unido com sucesso impressionante poderão patrocinar indivíduos talentosos, de cientistas e engenheiros a arquitetos e programadores, para apoiar seu crescimento e contribuir para impulsionar a economia do Reino Unido. Ao contrário de outros vistos patrocinados, o visto Scale-up permite que as empresas empreguem indivíduos altamente qualificados que receberão 2 anos de licença para permanecer no Reino Unido sem exigir mais patrocínio ou permissão além dos primeiros 6 meses. Isso aumentará ainda mais a oferta geral do governo às empresas por meio do sistema de imigração baseado em pontos para contratar funcionários qualificados de qualquer lugar do mundo. O visto Scale-up lhes dará maior flexibilidade para contratar, muitas vezes sob demanda, os talentos de que precisam para que possam ir para o próximo nível, ao mesmo tempo em que aumenta o pool de alta qualificação do Reino Unido. O Ministro da Migração Segura e Legal, Kevin Foster, disse: Negócios em rápido crescimento, como pequenas empresas, tecnologia e serviços financeiros, precisam do nível certo de suporte para ir para o próximo nível. Por meio do nosso visto Scale-up, estamos permitindo que as empresas se concentrem em seu crescimento e inovação, dando-lhes mais liberdade para trazer as diversas habilidades e experiências de que precisam, tornando-as mais atraentes em um cenário internacional. Ao apoiar nossa tecnologia de alto crescimento, serviços financeiros e pequenas empresas, estamos garantindo que o Reino Unido continue sendo um centro global para tecnologias emergentes e inovação, ao mesmo tempo em que aumenta a produtividade em toda a economia – criando empregos, crescimento e prosperidade em toda a Grã-Bretanha. Irene Graham OBE, CEO do ScaleUp Institute disse: O ScaleUp Institute congratula-se com o lançamento do visto ScaleUp. Isso é algo que recomendamos desde o nosso início e deve fornecer um serviço rápido muito necessário para permitir que as empresas locais em crescimento acessem o talento de que precisam mais rapidamente. Scaleups adicionam mais de £ 1 trilhão por ano e mais de 3 milhões de empregos à economia do Reino Unido, e estão presentes em todas as comunidades, contratando pessoas em casa e no exterior, à medida que impulsionam o crescimento em suas áreas locais e além. O visto deve ajudar com as demandas de habilidades. Esperamos continuar a trabalhar com o governo à medida que esse serviço evolui para garantir que atenda totalmente às necessidades de negócios em escala e funcione de forma eficaz. A expansão é uma fase importante para que as empresas de alto crescimento continuem crescendo e impulsionando sua competitividade internacional. Ao trazer conhecimentos e habilidades procurados, as empresas podem aumentar sua inovação e produtividade e, por sua vez, continuar contribuindo para a economia do Reino Unido. Empresas, incluindo pequenas empresas e setores de tecnologia e serviços financeiros, que alcançaram um crescimento de 20% ou mais em emprego ou volume de negócios ano a ano por pelo menos 3 anos e empregaram um mínimo de 10 pessoas no início os 3 anos serão elegíveis para patrocinar indivíduos talentosos através do visto Scale-up. As empresas elegíveis poderão atrair talentos altamente qualificados, incluindo: ● cientistas ● engenheiros ● programadores ● desenvolvedores de software ● profissionais de pesquisa e desenvolvimento ● economistas ● arquitetos ● técnicos ● consultores financeiros e de investimento

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